quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Previsão meteorológica para Nevosa/Carris (6 a 14 de Janeiro)

 


As temperaturas irão baixar nos próximos dias nas Minas dos Carris havendo a possibilidade de ocorrência de precipitação residual. 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Serra do Gerês - Da Guarda aos Viveiros, uma jornada com chuva pela Estrada da Geira

 


Os dias de chuva vão-se sucedendo e a vontade de caminhar pelo silêncio relativo da Natureza vai aumentando até ao ponto no qual se desafia o conforto do calor do lar e nos «aventuramos» por entre as gotas da intempérie.

Mais uma noite embalado no compasso das goteiras que se despenham pelas ruelas estreitas do Campo do Gerês. Por vezes, o vento dança pelas frinchas das portadas e a chuva castiga as vidraças. O frio instala-se pelos cantos e o conforto do leito é a tentação que nos faz ficar mais uns minutos.

Da mesinha de cabeceira os livros empilhados caem, pois, para a Freya, é mais que hora de sair à aventura pelas casas abandonadas. O ritmo das goteiras diminui, a chuva abranda e é hora de deixar o conforto e de dar de comer aos gatos. A água aquece para o café e o toque das horas matinais ouve-se quase ali ao lado. Toma-se o café e o pão, faz-se o chá, procuram-se umas bolachas. O caminho será curto, logo uma doçura chegará. Busca-se a mochila mais pequena e troca-se para essa, o essencial para um conforto nas próximas três horas. 

Abre-se a porta de casa e a paisagem muta-se em tons de cinza com as nuvens açoitadas ao de leve pelo vento. Um frio confortável contorna a pela... e Freya desiste da brincadeira após molhar as patas no alpendre, decide ficar pelo conforto da alcofa.

Segue-se de carro até ao estacionamento da Guarda. É por aqui onde a Câmara Municipal de Terras de Bouro quer criar um centro interpretativo estando para tal a requalificar os canhões e outro material de guerra que existia no local. A ideia é voltar a implementar estes materiais nos lugares originais dando aos visitantes a oportunidade de perceber como o concelho se defendia dos ataques nas invasões francesas.

A célula defensiva de Bouro Oriental compreendia as freguesias de Campo do Gerês, de Brufe e de Covide, no concelho de Terras de Bouro, sendo composta por diferentes elementos, que se pretendem intervencionar numa ação de valorização e interpretação, nomeadamente: na margem esquerda do Rio Homem, encontram-se a designada Trincheira de São João de Campo e a Casa das Peças, bem como a Casa do Facho; do outro lado do Rio Homem, na Serra Amarela, localizam-se a Trincheira da Serra Amarela e as Casarotas. Os elementos identificados, ainda que edificados em cronologias diferentes, desempenharam, durante as Invasões Francesas, um importante papel na estrutura defensiva e na organização do território de Bouro.

Carro estacionado e com a perspectiva de que afinal a chuva iria manter-se à distância, segui a Estrada da Geira em direcção ao Sarilhão passando ao lado do frondoso bosque de medronheiros e descendo para a Ponte do Ribeiro de Sarilhão. A estrada leva-nos agora por uma paisagem um pouco diferente, com o pinhal na Bouça da Mó a ter sido em parte abatido. As margens da albufeira da Barragem de Vilarinho das Furnas são agora quase sempre visíveis neste troço que nos leva passar pela Milha XXX, em Berbezes - Bouça da Mó). Perto daqui, em 1992, foram exumados os restos de uma mutatio e dois marcos miliários. Um apresentava-se quase totalmente soterrado, erecto, podendo por isso estar in situ. Outro encontrava-se incorporado num dos antigos muros dos campos de Vilarinho. constando apenas a metade superior, com uma epí­grafe do Baixo Império, tendo sido recolhido nas instalações do PNPG.

Se entre as milhas XXIX e XXX, a Geira Romana encontra-se submersa, entre as milhas XXX e XXXI a quase totalidade do seu trajecto foi coberto pela estrada aberta pelos Serviços Florestais.

Passa-se então nas imediações da Casa Florestal da Bouça da Mó que, curiosamente, não se encontra na sua localização inicial, tendo sido reerguida na sua actual localização pelo facto que a cota máxima da albufeira inundar a área onde estava originalmente implementada. Actualmente, a Casa Florestal da Bouça da Mó encontra-se no fundo da encosta d'As Negras.

A Estrada da Geira segue a albufeira e passa pelas Rabaças. Aqui, existia uma fonte, agora desaparecida, que se designava como 'Fonte das Rabaças'. Prosseguindo por entre uma chuva que se afirmava a cada passo, e passando a Ribeira da Cova da Porca, chegaria ao Bico da Geira e à sua Milha XXXI.

Localizada na freguesia de Campo do Gerês, a uma altitude de 610 metros, esta Milha apresenta magnificas evidências da forma como os miliários eram extraí­dos dos afloramentos graní­ticos, distinguindo-se num deles as marcas rasgadas para a implantação das cunhas em madeira, tendo o trabalho sido abandonado já após terem sido abertas as cunheiras. Ainda hoje se observa um esboço de miliário que nunca chegou a ser completado.






Neste local, para além da pedreira de onde foram retirados os miliários, foi exumado um conjunto de 21 miliários, dos quais sete conservam as inscrições: Adriano (117-138), Décio (249-251), Caro (282-283), e Licí­nio (308-324). De realçar que aqui foi também encontrado um pequeno miliário semi-enterrado, que conserva traços de pintura a ocre. Perante esta evidência é possí­vel que também os outros miliários fossem, regularmente, pintados.

Para além dos miliário e da pedreira, observam-se restos de uma calçada com pedras bem fincadas, para facilitar a passagem da Ribeiro de Pedredo que desce da montanha. Nesta zona a via já transcorre a Mata de Albergaria, um imponente carvalhal, onde também se notam inúmeros azevinhos e muitas outras espécies arbóreas.

O traçado do caminho romano desta milha à seguinte foi coberto pela estrada aberta pelos Serviços Florestais.

Atravessando a Ponte do Bico da Geira sobre o Ribeiro do Pedredo, segue-se na direcção do Cancelo onde existe a Fonte do Cancelo - erradamente designada como Fonte do Vale dos Porcos. Mais adiante, e depois de passar à sombra da Pena Longa, chegamos à Volta do Covo com a sua Milha XXXII. Situada a uma altitude de 640 metros, aqui conservam-se 23 miliários, dos quais 16 são anepí­grafes. A bibliografia refere 7 miliários com epí­grafes: um de Adriano (117-138), datável do ano 135; dois de Maximino e Máximo (235-238), datáveis do ano 238; um de Décio (250); um de Caro (282-283); um de Magnêncio (350-353) e outro de Decêncio (351-353).


Não é possí­vel afirmar que os miliários se encontrem in situ, já que teriam sido agrupados, provavelmente, quando se abriu a estrada florestal, tanto mais que parte deles estão junto a uma estrutura muito tardia, já referida por Mattos Ferreira.

No trajecto entre as milhas XXXII e XXXIII conservam-se vestí­gios de duas pontes romanas, que permitiam transpor as ribeiras da Maceira e do Forno.

Da Volta do Covo à zona de confluência das duas ribeiras mantém-se a estrada florestal. No local onde se juntam as ribeiras observa-se cerâmica romana de construção o que (...) leva admitir que neste local terá funcionado uma mutatio, tal como na Bouça da Mó.

Prosseguindo então pela Estrada da Geira, passamos pela Fonte da Balsada, e logo adiante chegamos aos antigos Viveiros das Trutas que se encontram junto da Casa Florestal de Albergaria. Nesta zona da Mata de Albergaria, os Serviços Florestais construíram diversos edifícios que serviam como residência do pessoal que trabalhava para aquela entidade e de residência ao Guarda Florestal responsável por aquele 'cantão'. Assim, a Casa Florestal de Albergaria (casa do guarda) estava junto dos três tanques que constituíam o Viveiro das Trutas, abandonado em finais dos anos 80. Uma outra Casa do Guarda encontrava-se junto do Viveiro Florestal, parte da área do qual é hoje ocupado pelo Centro de Recuperação de Animais Selvagens ainda em actividade. Outro edifício encontrava-se junto da estrada que liga a Portela de Leonte e a Portela do Homem, hoje em miserável ruína.

Após um pequeno descanso junto do Viveiro das Trutas, encetei o regresso. Pelo caminho, fui restabelecendo a água na Fonte da Balsada e apreciando os sons do «silêncio» do bosque em tempos invernais. No fundo do vale, o Rio Homem estava decidido a encontrar-se com o compadre Cávado na Ponte do Bico, mesmo tendo pela frente uma parede de betão.





A certa altura, decidi abandonar a Estrada da Geira e pouco antes da Ribeira da Cova da Porca desci na direcção das margens da albufeira chegando então ao Malhão. A certa altura terei atravessado a zona da antiga linha de telefone que ligava o complexo florestal da Albergaria com a Casa Florestal da Bouça da Mó. Hoje, nada existe dessa linha. Caminhando durante algum tempo pela margem, senti a força do vento que em bátegas de água me açoitava o rosto com gotas frias de chuva.


É nestes espaços que por vezes somos surpreendidos por algo «novo», seja um velho murete de pedra solta, seja uma raiz de uma árvore há muito morta...

Revoltando-se a terra que me corre nas veias!
Longe vão as fogueiras e as eiras
Ardendo com elas as raízes,
Ao lume... a alma de um povo
Ao lume...é por ti que ardo
Ao lume...é por ti que morro

Texto de Hugo Araújo (Vozes na Neblina, Pt. 2, Urze de Lume)


Foi então que, gravadas profundamente no granito, chamaram-me a atenção três entalhes feitos numa rocha. Não consigo ter uma ideia da sua função (partir a pedra) ou mesmo da altura em que terão sido feitos. As fotografias a seguir mostram esses entalhes.


Da mesma, um pouco adiante, uma laje de granito apresenta uma sequência de outros entalhes (cinheiras?). Devido à sua disposição, e sem ter a certeza, parece-me ter sido o início do fabrico de um marco miliário, assemelhando-se de certa forma às cunheiras visíveis na pedreira existente no Bico da Geira. As fotografias seguintes mostram essa laje com as marcas bem visíveis.




São também estes pequenos pormenores, lugares de história, que a Barragem de Vilarinho das Furnas submergiu...


Após estas passagens, regressei à Estrada da Geira até chegar junto do bosque de medronheiros do Sarilhão, seguindo depois o traçado do Trilho da Águia do Sarilhão até ao velho posto de observação do velho Trilho das Casarotas, e depois desci de novo para a Estrada da Geira, findando pouco depois a caminhada.

Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Paisagens da Peneda-Gerês (MCLXXIX) - Bico da Geira

 


No Bico da Geira, Serra do Gerês, localiza-se a Milha XXXI da Via Nova, conhecida em Terras de Bouro como 'Geira Romana'.

Localizada na freguesia de Campo do Gerês, a uma altitude de 610 metros, apresenta magnificas evidências da forma como os miliários eram extraí­dos dos afloramentos graní­ticos, distinguindo-se num deles as marcas rasgadas para a implantação das cunhas em madeira, tendo o trabalho sido abandonado já após terem sido abertas as cunheiras. Ainda hoje se observa um esboço de miliário que nunca chegou a ser completado.

Neste local, para além da pedreira de onde foram retirados os miliários, foi exumado um conjunto de 21 miliários, dos quais sete conservam as inscrições: Adriano (117-138), Décio (249-251), Caro (282-283), e Licí­nio (308-324). De realçar que aqui foi também encontrado um pequeno miliário semi-enterrado, que conserva traços de pintura a ocre. Perante esta evidência é possí­vel que também os outros miliários fossem, regularmente, pintados.

Para além dos miliário e da pedreira, observam-se restos de uma calçada com pedras bem fincadas, para facilitar a passagem da Ribeiro de Pedredo que desce da montanha. Nesta zona a via já transcorre a Mata de Albergaria, um imponente carvalhal, onde também se notam inúmeros azevinhos e muitas outras espécies arbóreas.

O traçado do caminho romano desta milha à seguinte foi coberto pela estrada aberta pelos Serviços Florestais.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Previsão meteorológica para Nevosa/Carris (5 a 12 de Janeiro)

 


Os dias de céu nublado e a possibilidade de chuva irão manter-se nas Minas dos Carris até ao dia 9 de Janeiro.

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Paisagens da Peneda-Gerês (MCLXXVIII) - Albufeira da Paradela

 


A paisagem da albufeira da Barragem da Paradela, Serra do Gerês, em final de tarde.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Caminhada "Segredos da Albergaria" - 9 de Janeiro

 


Esta interessante caminhada pela Mata de Albergaria terá lugar a 9 de Janeiro.

Um passeio pela Mata de Albergaria, Serra do Gerês, onde iremos conhecer alguns dos seus segredos.

Mais informações aqui.

Programa geral do evento:

08h45 – Encontro no estacionamento da Portela do Homem, Serra do Gerês;

09h00 – Inicio da caminhada;

10h30 – Hora prevista de chegada à Ponte de Palheiros;

11h00 – Hora prevista do regresso à Portela do Homem;

13h00 – Hora prevista de chegada à Portela do Homem;

              Final da actividade

Material aconselhado para a actividade:

- Botas de montanha ou calçado confortável;

- Roupa e equipamento adequado à época;

Dificuldade: Fácil

Distância total do percurso - 8 km

Características da actividade: iremos percorrer parte do traçado da Geira Romana através da Mata de Albergaria com passagem pelos antigos viveiros dos Serviços Florestais até à Ponte de Palheiros. No regresso iremos visitar o Curral de Albergaria e, regressando à Geira Romana, passaremos ainda pelo Curral de S. Miguel. Será feita uma interpretação dos aspectos paisagísticos, naturais e históricos dos locais a visitar. 

O percurso é autorizado pelo ICNF.

Número máximo de participantes: 9 (+guia)

Número mínimo de participantes: 4

Valor da inscrição por participante: 15,00€ - Pagamento por transferência bancária (solicitar informação através dos contactos fornecidos em baixo) ou MBWay.

INSCRIÇÃO ATÉ AO DIA 8 DE JANEIRO DE 2021. 

Deverá ser mencionado na inscrição o nome completo, data de nascimento, número de CC e NIF para efeitos de seguro.

Inscrições e informações através do endereço eletrónico rmcsbarbosa@gmail.com ou pelo telefone 93 845 03 05

Valor a pagar inclui: Seguro de acidentes pessoais e guia

Não Inclui: Refeições, gastos pessoais, material necessário para a actividade, outras despesas não indicadas como incluídas.

Importante: Sendo um percurso no Parque Nacional da Peneda-Gerês os participantes devem cumprir o Código de Conduta de Visitantes em Áreas Protegidas, disponível em https://www.icnf.pt/api/file/doc/dec9fe218d76ab5f

Em caso de se verificarem condições meteorológicas adversas, a actividade será adiada para data a determinar.

Os participantes deverão cumprir as regras de etiqueta higiénica e de protecção individual no âmbito da pandemia Covid-19.

Organização: Rui Barbosa (RNAAT 624/2020)


Previsão meteorológica para Nevosa/Carris (4 a 11 de Janeiro)

 


A chuva chegou em força às Minas dos Carris e ao Parque Nacional da Peneda-Gerês, não sendo de descartar a queda de neve no dia 5 de Janeiro.

Caminhadas do blogue Carris em Dezembro de 2021

 


Estas foram as caminhadas do blogue Carris em Dezembro de 2021...

- Serra do Gerês - Da Portela de Leonte ao Borrageiro

- Trilhos PNPG - Entre Lindoso e Germil pela GR50

- Trilhos PNPG - Entre serras: de Germil ao Campo do Gerês pela GR50

- 320... Minas dos Carris e 2.500 km de caminhada em 2021

- Serra do Gerês - Pelas margens da albufeira e Geira

- Trilhos seculares - De Leonte aos Prados da Messe

- 321... A subida ao Pico da Nevosa e uma jornada inesperada

- Serra do Gerês - Aos Prados da Messe

- Trilhos PNPG - Trilho dos Miradouros

- Serra do Gerês - Do Arado ao Pinhô

- Trilhos PNPG - Trilho dos Currais

- Serra do Gerês - De Xertelo às Lajes dos Infernos

- Serra do Gerês - De Pitões das Júnias a S. João da Fraga

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Uma caminhada às Minas dos Carris em 1980

 


As fotografias que aqui reproduzo mostram momentos de uma caminhada às Minas dos Carris em 1980 e foram cedidas pelo Francisco Ascensão que compreende a necessidade de se preservar a memória histórica daquele lugar como uma dinâmica que moldou a paisagem e a história da Serra do Gerês e, consequentemente, do Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Além de termos uma ideia do estado do complexo mineiro no princípio dos anos 80 do século passado, quando ainda pairava a possibilidade de reabertura das minas para uma nova vaga de exploração felizmente impedida pela necessidade de preservação ambiental do local, as fotografias mostram alguns pormenores interessantes do estado dos edifícios mineiros naquela altura. Na última fotografia é ainda possível ver o grupo de montanheiros na companhia do último guarda das Minas dos Carris, o "Serrinha".

Quando nos nossos dias os analfabetos funcionais da montanha fazem um apelo constante ao vandalismo das ruínas e da memória histórica do local - e consequentemente de todos os habitantes da região que lá trabalharam -, seguem a falta de cultura de montanha que nos caracteriza e que levou à destruição completa do complexo mineiro, impedindo assim o seu futuro usufruto como local de educação ambiental e de preservação da memória histórica. Havendo uma ínfima possibilidade de se criar um refúgio de montanha que serviria não só as actividades de montanha, mas também o estudo e preservação da fauna e flora do nosso único Parque Nacional (tal como acontece em áreas protegidas noutros países), essa possibilidade perdeu-se com a (ainda actualmente) apregoada vandalização dos edifícios mineiros.

Um agradecimento ao Francisco Ascensão pela cedência das fotografias.








Fotografias © Francisco Ascensão (Todos os direitos reservados)

Paisagens da Peneda-Gerês (MCLXXVII) - Tor do Ribeiro do Penedo

 


As formações geológicas conhecidas como 'tor', são o resultado da ação de diferentes agentes naturais, tais como a água, o vento, os fenómenos químicos e as diferenças de temperatura. Esta formação em particular encontra-se nas imediações do abrigo e da Ribeira do Penedo, Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Previsão meteorológica para Nevosa/Carris (3 a 10 de Janeiro)

 


Os dias de céu muito nublado com possibilidade de precipitação irão marcar esta semana nas Minas dos Carris.

domingo, 2 de janeiro de 2022

Em jeito de balanço...

 


Findo 2021, é tempo de balanço...

Ao longo deste ano foram 203 caminhadas nas quais percorri percursos nas quatro serras do Parque Nacional da Peneda, com especial ênfase para a Serra do Gerês, e também pelos Picos de Europa, Serra da Estrela e GR22 - Grande Rota das Aldeias Históricas.

Assim, foram 2.627,5 km de distância percorridos com um total de 110.105 metros D+.

Por mês:

- Janeiro: 158,1 km; 7.251 m

- Fevereiro: 146,2 km; 5.981 m

- Março: 214,7 km; 9.903 m

- Abril: 191,6 km; 8.572 m

- Maio: 210,7 km; 9.835 m

- Junho: 213,5 km; 9.749 m

- Julho: 284,5 km; 10.781 m

- Agosto: 327,7 km; 10.207 m

- Setembro: 256,4 km; 11.212 m

- Outubro: 206,9 km; 8.895 m

- Novembro: 228,9 km; 9.052 m

- Dezembro: 184,5 km; 8.585 m

O blogue Carris cumpriu o seu 15.º aniversário num ano onde mais uma vez a divulgação da História das Minas dos Carris e do Parque Nacional da Peneda-Gerês foi a nota dominante. No total foram 929 publicações com informação, história, natureza e preservação da memória deste território. 

Como nota final saúdo o aparecimento do Grupo de Montanhismo do PNPG e a partilha do seu lema "a partilha do conhecimento preserva a história do Parque Nacional da Peneda-Gerês" e a colaboração com muitos outros meios de divulgação do Parque Nacional, entidades oficiais, grupos de caminhadas nas redes sociais e pessoas individuais que se quiserem associar a este blogue. 

Que 2022 seja um ano cujo lema, seja "Melhorar! Melhorar sempre!"

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Paisagens da Peneda-Gerês (MCLXXVI) - Alto do Facho

 


Situado na extremidade antes do Castanheiro do Sinal vindo de Xertelo, encontramos o marco geodésico do Alto do Facho, Serra do Gerês. O alto de Borrageiros é visível em último plano.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Previsão meteorológica para Nevosa/Carris (2 a 10 de Janeiro)

 


Pequena possibilidade de queda de neve nas Minas dos Carris a 4 de Janeiro.

sábado, 1 de janeiro de 2022

Paisagens da Peneda-Gerês (MCLXXV) - Bosques da Pedra Bela

 


Os bosques da Pedra Bela, Serra do Gerês, percorridos no Trilho dos Currais.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)