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segunda-feira, 4 de maio de 2026

55 anos do PNPG - Dia Aberto

 


O Parque Nacional da Peneda-Gerês vai comemorar o seu 55.º aniversário a 8 de Maio de 2026, com um Dia Aberto em Castro Laboreiro.

O programa do evento é o seguinte:

10h00 | Sessão formal de abertura no Miradouro de Castro Laboreiro

- Boas-vindas, Presidente do Município de Melgaço

- Intervenção do Presidente da Comissão de Cogestão do PNPG

- Intervenção da Diretora Regional da Conservação da Natureza e Florestas do Norte

- Nota evocativa do aniversário do Parque: Adolfo Macedo

11h00 | Celebração do aniversário do PNPG

(degustação de produtos locais; bolo de aniversário e espumante Alvarinho acompanhado de momento musical)

11h45 | Percurso guiado por Castro Laboreiro

- Subida ao Castelo de Castro Laboreiro

* (defesa, território e fronteira, paisagem e organização tradicional, brandas e inverneiras; leitura da paisagem e valores naturais do PNPG)

Alternativa para quem não sobe ao Castelo: visita ao Núcleo Museológico de Castro Laboreiro (património arqueológico)

13h30 | Almoço

15h00 | Percurso guiado por Castro Laboreiro (continuação)

- Centro histórico de Castro Laboreiro 

 (património vernacular, identidade local e modos de vida)

17h00 | Entrega dos Certificados da ADERE-PG aos primeiros caminheiros que percorreram a Grande Rota da Peneda-Gerês (GR50) na sua totalidade

17h30 | Encerramento no Miradouro de Castro Laboreiro

- Intervenção do Secretário de Estado do Ambiente

Participe!

sábado, 29 de novembro de 2025

Trilhos PNPG - Entre a Ameijoeira e a Sra. da Peneda (Etapas 1 a 3 da Grande Rota da Peneda-Gerês)

 


Num evento promovida pela RB Hiking & Trekking, percorremos as três primeiras etapas da Grande Rota da Peneda-Gerês (GR50) num verdadeiro dia de Inverno com cores de Outono.

A caminhada iniciou-se na fronteira da Ameijoeira e terminou no Santuário da Sra. da Peneda, passando perto de Castro Laboreiro.

Para uma informação completa sobre a Grande Rota da Peneda-Gerês visite o seu sítio oficial aqui. 

Os textos a seguir são retirados dos conteúdos disponíveis na ligação referida.

Etapa 1: Ameijoeira - Castro Laboreiro




Esta etapa inicia-se no lugar da Ameijoeira, freguesia de Castro Laboreiro, no local que marca a fronteira entre Portugal e Espanha, onde se encontra instalado o painel de início de etapa, com a informação pertinente para realizar o percurso. 

Partindo do painel de início de rota, o percurso segue por estrada, na direção da aldeia, virando no primeiro entroncamento, à esquerda, na direção da Inverneira de Pontes. Depois de passar o rio Castro Laboreiro, a rota continua por estrada até ao lugar de Pontes, uma das várias Inverneiras que existem ao longo do vale do Laboreiro.

As Inverneiras são pequenos aglomerados de residência temporária, utilizados nos meses mais frios do ano. Localizam-se nas zonas mais abrigadas dos vales, por oposição às Brandas, situadas nas zonas mais altas, nas franjas do planalto de Castro Laboreiro, onde as pessoas vivem durante os meses mais quentes. Hoje já poucas famílias mantêm a deslocação da branda para a inverneira. Noutros tempos, nenhuma família passava o Natal em cima (na branda) ou a Páscoa em baixo (na inverneira). As deslocações eram rigorosamente efetuadas em função das duas datas mais importantes do calendário litúrgico.




Deixando Pontes, a rota segue na direção Norte, pelo antigo caminho que a população e animais utilizavam para efetuarem a migração das Brandas para as Inverneiras. Cerca de 250 metros, depois da aldeia, encontram-se o cruzeiro e antigo aqueduto de Pontes, construído pelos habitantes em meados do século XX.

Continuando rumo a Norte e acompanhando o rio, quase numa linha paralela perfeita, atinge-se o velho caminho que ali atravessa a ponte romana da Cava da Velha (ponte de estrutura Romana adaptada na época medieval) e que segue do lado da margem esquerda do rio. Esta será provavelmente uma das mais belas pontes construídas nestes vales do Laboreiro. A rota não atravessa a ponte! Continua em frente no mesmo caminho, cruza a estrada, e sobe na direção da Inverneira da Assureira, uma das maiores do vale, e, logo depois, surge a Inverneira de Podre. O percurso segue daqui em direção às inverneiras de Ponte do Barreiro e do Barreiro.






A partir daqui o caminho acompanha o carvalhal do Barreiro, subindo à linha de cumeada, onde chega a atingir os 1000 metros de altitude. Nestas cotas mais altas obtém-se uma vista privilegiada do vale e montes do Laboreiro e também da aldeia de Castro Laboreiro (Vila). Em frente, na vertente oposta (direção Este) é possível identificar a ruína do Castelo de Castro Laboreiro, perfeitamente integrada na paisagem. Por fim, a rota atinge o lugar da Vila, Castro Laboreiro, onde tem início a etapa seguinte. Não deixe de visitar o Núcleo Museológico de Castro Laboreiro e a Casa Castreja, a ponte velha de Castro Laboreiro e o centro histórico.

Nesta caminhada não fiz o desvio para a vila, seguindo logo na direcção de Veigas.






Etapa 2: Castro Laboreiro - Lamas de Mouro

A partir deste ponto, a rota segue um antigo caminho que liga a Vila aos lugares localizados mais a norte e que corresponde à continuação do antigo eixo de ligação entre as brandas e as inverneiras da margem direita do rio Castro Laboreiro. Aqui o caminho apresenta-se muito suave, seguindo sensivelmente à mesma cota, proporcionando alguma amplitude de observação e indo cruzar o ribeiro do Porto Seco, na velha Ponte das Veigas, mais adiante. Atravessando toda a zona de chã, em paralelo com o rio, o percurso muda de direção junto aos edifícios da zona de lazer das Veigas e onde está situado o Albergue das Veigas que nos proporcionou o abrigo para o almoço.






Continuando pelo caminho que liga aos lugares de Vido e Portelinha, e um pouco antes do lugar de Vido, a rota inflete para Oeste (mudança à esquerda), em direção à colina, subindo gradualmente dos 1000 para os 1100 metros de altitude. À medida que subimos, o piso e o meio envolvente alteram-se, passando a rota a seguir um trilho de pastoreio, de acesso aos prados mais altos, atravessando uma zona essencialmente de matos.

O ponto mais alto (1100 metros) é atingido numa zona de bosque, com carvalhos, pinheiros-silvestres e vidoeiros, um importante local de abrigo para várias espécies faunísticas. Logo depois do bosque, o percurso orienta-se para norte, ladeando uma pequena zona húmida (complexo higroturfoso) e, poucos metros depois, deriva novamente para oeste (viragem à esquerda), descendo gradualmente, por entre matos e afloramentos rochosos, até à Porta de Lamas de Mouro. Esta Porta dispõe de um conjunto diversificado de serviços e equipamentos de apoio, nomeadamente a nível informativo e turístico.






Etapa 3: Lamas de Mouro - Sra. da Peneda

A etapa tem início na Porta de Lamas de Mouro, concelho de Melgaço, percorrendo um pouco mais de 8 km até ao lugar da Peneda, já no concelho de Arcos de Valdevez. O percurso desenvolve-se muito próximo e paralelo à estrada municipal que liga Lamas de Mouro à Peneda, cruzando-a várias vezes, sendo a sua orientação muito fácil.

Partindo do painel de início de etapa, junto à Porta de Lamas de Mouro, o percurso cruza a estrada e atravessa o rio Mouro, pelo passadiço, em direção à antiga Casa de Guarda Florestal, que foi, entretanto, recuperada. Segue depois para sul (viragem à esquerda), passando junto à área de merendas e percorrendo o interior de um fantástico bosque de floresta mista, que acompanha o percurso do rio Mouro praticamente até à sua nascente, junto à Portela do Lagarto. Depois de passar a Casa Florestal de Bico de Pássaro, o percurso inicia a subida para a Portela do Lagarto, onde a rota atinge o seu ponto mais alto (1000 metros). Nesta ascensão, podemos ver ainda preservada parte da calçada original do antigo caminho que liga Lamas de Mouro à Senhora da Peneda.






Na Portela do Lagarto encontramos novamente a estrada. Virando à direita, na direção da Peneda, percorre-se cerca de 300 metros e entramos num caminho à esquerda que nos leva ao interior do carvalhal de Tieiras. A partir daqui, a rota encaminha-se para o fundo do vale, de perfil bastante retilíneo, acompanhando o rio de Tieiras e, mais adiante, o rio da Peneda.

Depois de percorrer cerca de um quilómetro pelo carvalhal de Tieiras, o percurso atravessa novamente a estrada municipal, passa a ponte sobre o rio de Tieiras, percorre a zona de bosque junto a uma antiga casa florestal (Casa Florestal de Tieiras) e, cerca de dois quilómetros depois, encontra novamente a estrada municipal, cruzando-a outra vez, na ponte sobre o rio da Peneda. Restam cerca de dois quilómetros para o final da etapa. Logo depois de passar a ponte, viramos à direita e entramos num caminho estreito que dá acesso aos pequenos campos agrícolas, instalados nas margens do rio. Mais à frente irá passar um pequeno pontilhão que se lança sobre o rio da Peneda, num local soberbo para se refrescar, se o tempo assim o permitir. Prossiga sempre para sul, acompanhando o rio. Nesta fase do percurso irá saltando da estrada municipal para os caminhos agrícolas, permitindo apreciar o mosaico agrícola do vale da Peneda.

O final da etapa faz-se pela estrada municipal, terminando cerca de 200 metros antes do Santuário de Nossa Senhora da Peneda. 












Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Inaugurado o Albergue das Veigas em Castro Laboreiro

 


Na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) existem mais de 50 edifícios construídos pelos Serviços Florestais e que foram abandonados nos anos 90 devido às desastrosas políticas do então Primeiro-ministro Cavaco Silva que levou ao desaparecimento dos Guardas Florestais e consequente ruína de centenas de edifícios deste tipo não só no PNPG como em muitas áreas florestais de Portugal.

No PNPG, contam-se pelos dedos de uma mão as Casas Florestais em uso - com a maioria em ruína. Em tempos, algumas foram utilizadas como Abrigos de Montanha alugados pela ADERE Peneda-Gerês, mas acabariam também estas por ser abandonadas.

Em Castro Laboreiro, a Casa Florestal das Veigas foi anteriormente recuperada pelo Município de Melgaço, tendo funcionado durante alguns anos como um café. De novo «abandonada» é agora reconvertida num albergue, dando assim uma utilização decente para um desses icónicos edifícios no PNPG.

Localizada na actual zona de lazer das Veigas, mantém "a alma e a arquitetura tradicional em pedra e o espírito de quem cuidava da floresta e do território." Situando-se no coração do percurso do Caminho da Geira e dos Arrieiros, o local oferece um refúgio de silêncio e beleza natural para o "acolhimento de peregrinos dos Caminhos de Santiago, assim como amantes de trekking e BTT, famílias e entusiastas da natureza que procuram descanso, conforto e hospitalidade genuína."

Esta será sem dúvida uma aposta ganha e agora imagine-se a rede que se poderia criar com estes edifícios ao longo de toda a Grande Rota da Peneda-Gerês, preservando-as e criando postos de trabalho permanentes com uma promoção séria do turismo de montanha que certamente iria romper com a sazonalidade tão apregoada e adorada por alguns!?

Fotografia © Albergue das Veigas (Todos os direitos reservados)

sábado, 27 de setembro de 2025

Serra da Peneda - Pelo Vale do Rio Laboreiro e entre Inverneiras

 


Um dia a cheirar e sentir Outono que nos levou pelas paisagens castrejas ao longo do Rio Laboreiro e através das tradições da sua transumância que aos poucos se vai transformando em relatos de tempos passados.

O dia chegou com nuvens e algum vento, passou por aguaceiros e «terminou» com o céu a aguentar-se para descarregar pela noite. Estes dias ajudam nas caminhadas que fazemos pelo Parque Nacional da Peneda-Gerês e ajudam a esquecer os dias tórridos de um Verão que não deixa saudades.





Na Serra da Peneda, o Outono faz-se sentir de maneira única. Talvez seja pelo seu silêncio profundo, talvez seja pelos seus carvalhais ou talvez seja pelos caos de grandes blocos de granito e paredes escuras que se precipitam para nós num movimento eterno que nos faz sempre perscrutar cada recanto e cada volta do caminho. O restolhar das folhas e a cantiga do calmo Laboreiro no seu leito, atrai a nossa atenção, colocando os sentidos em alerta para as figuras que se escondem ao olhar.

A caminhada foi iniciada junto da fronteira da Ameijoeira, seguindo inicialmente por estrada, na direção da aldeia, e virando no primeiro entroncamento, à esquerda, seguindo por breves dezenas de metros o traçado da Grande Rota da Peneda-Gerês que em breve iríamos abandonar, mas que nos traria de volta ao ponto de partida. Seguimos então o traçado do Trilho do Rio Laboreiro através de bosquetes de carvalhos, azevinhos e outras árvores cobertas de musgo e barba de velho, assinalando a pureza do ar que respirávamos. Em breve chegaríamos ao Poço do Contador a partir do qual, em tempos, se faria a distribuição de águas do Rio Laboreiro. Este,"...nasce no planalto castrejo, na vertente oeste da Serra do Laboreiro, junto à fronteira galega, atravessando todo o território." O rio, "ao infletir para sul, marca os limites entre as serras da Peneda e do Laboreiro. No seu troço final, de cerca de 14 km, marca a fronteira entre Portugal e Espanha e desagua no Rio Lima."






O caminho levou-nos vale acima até atingir o silêncio do Bago de Baixo, o exemplo de uma "inverneira" que são pequenos aglomerados de residência temporária, utilizados nos meses mais frios do ano. Localizam-se nas zonas mais abrigadas dos vales, por oposição às Brandas, situadas nas zonas mais altas, nas franjas do planalto de Castro Laboreiro, onde as pessoas vivem durante os meses mais quentes. Hoje, apenas uma mantém a deslocação da branda para a inverneira. Noutros tempos, nenhuma família passava o Natal em cima (na branda) ou a Páscoa em baixo (na inverneira). As deslocações eram rigorosamente efetuadas em função das duas datas mais importantes do calendário litúrgico.

A maioria destes pequenos lugares, encontram-se hoje quase abandonados, tendo apenas como perspectiva de futuro o seu aproveitamento como alojamentos locais após a recuperação das suas habitações (como a inverneira Pontes é um bom exemplo). Deixando Bago de Baixo, em poucos minutos chegávamos a Bago de Cima, onde o abandono é mais pronunciado.






Depois deste lugar, o caminho vai mergulhar mais profundamente no Vale do Rio Laboreiro, ladeando a base do Penedo de Cabeçãs, vislumbrando-se à distância a Ponte da Cava da Velha. O traçado do Trilho do Laboreiro vai então interceptar o traçado do Trilho Castrejo. Muitos destes percursos foram em tempos melhorados, permitindo assim uma emersão única na paisagem e no ambiente do vale. Porém, estes traçados deverão ser percorridos com cuidado, principalmente em dias húmidos ou chuvosos devido à natureza de algumas passagens que se podem tornar mais escorregadias e em certos pontos o caudal do rio pode dificultar a progressão. Foi isto mesmo que tivemos oportunidade de confirmar com o traçado de 3 km ao longo da margem do Rio Laboreiro quando o percurso do Trilho do Laboreiro segue em direcção à vila, abandonando o Trilho Castrejo. A paisagem absorve-nos em todo o seu esplendor; de espaços mais alargados a passagens mais estreitas onde o rio se eleva em dias de chuva, caminhamos por sinuosos caminhos e calcorreamos pequenas vertentes graníticas, num «interminável» sobe e desce que põe à prova as pernas e os corações mais habituados a estas andanças.






Antes de chegar à vila, a subida final põe-nos à prova, mostrando parte do vale que, entretanto, ficara para trás, aproveitando a nossa atenção para o que nos espera mais adiante. Na volta do rio, uma sucessão que pequenas quedas de água e o hábil aproveitamento dos socalcos para a colocação de moinhos, agora mais ou menos esquecidos. Após uma paragem na vila de Castro Laboreiro para o já merecido almoço e para saborear as bolas de Berlim da Castrejinha, seguimos rota, desta vez percorrendo a GR50 que nos levaria de volta à Ameijoeira passando por várias inverneiras e atingindo as cotas mais elevadas do dia. Aqui, obtém-se uma vista privilegiada do vale que havíamos percorrido de manhã e dos montes do Laboreiro. Na vertente oposta (direção Este) é possível identificar a ruína do Castelo de Castro Laboreiro, perfeitamente integrada na paisagem e os contornos do planalto.

Descendo para o Charco de Gontamil, o caminho vai abrenhar-se no Carvalhal do Barreiro e chegar à inverneira de Barreiro e Ponte de Barreiro, seguindo depois para Podre e Assureira, antes de chegar à Ponte da Cava da Velha. Também conhecida como Ponte Nova, a Ponte da Cava da Velha foi construída na época romana e reformada na época medieval, de tipo arco, constituindo uma das estruturas deste tipo mais importantes no território do Parque Nacional da Peneda-Gerês.






Apresenta tabuleiro em cavalete acentuado, sobre dois arcos de volta perfeita de tamanho desigual, reforçados por talha-mar prismático, a montante, e talhante rectangular a jusante. A sua implantação, com acesso por duas curvas, o aparelho regular das fiadas inferiores e no talha-mar e talhante, bem como o almofadado das aduelas indica ser obra romana, contudo o tabuleiro com lajeado irregular e guardas de cantaria menos cuidada, revela a reforma medieval. É provável que tenha perdido um arco nessa ou numa reforma posterior (ref.).

Aproximando-nos do final da jornada, o caminho iria ainda levar-nos a passar pelo Aqueduto de Pontes. De notar que grande parte do percurso é feito mediante antigos e seculares caminhos que as populações utilizavam para efectuarem a migração das brandas para as inverneiras. Em determinado ponto - não muito afastado da inverneira de Pontes - encontramos o cruzeiro e o antigo aqueduto de Pontes. Esta construção terá sido realizada na década de 40 do século XX a mando padre Manuel Joaquim Rodrigues, natural do lugar de Pontes, na qual foi pároco por poucos anos após ter regressado de longa permanência no Brasil.

A inverneira de Pontes foi a última a ser visitada antes do final desta jornada de quase 17 km pelas paisagens e pela alma castreja num evento organizado pela RB Hiking & Trekking.

Ficam algumas fotografias do dia...



















Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)