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sexta-feira, 8 de setembro de 2023

Serra do Gerês - Da Fonte da Solheira à Pedra Bela

 


Aproveitei a descrição desta caminhada, cuja parte já havia feito em 2019, para este pequeno texto que me levou desde a Fonte da Solheira até à Pedra Bela.

Muitas vezes passamos anos e anos ao lado de pequenos espaços da Serra do Gerês aos quais não damos muita importância, mas que acabam por esconder pequenas e singelas paisagens que complementam o todo que constitui a serra mais bela de Portugal.

Desta vez, iniciei a jornada junto da Fonte da Solheira na estrada que liga Vilar da Veiga à Ermida e, caminho florestal acima, fui passando por pinhais, pequenos bosquetes de medronheiro, carvalhos e azevinho, entre outras árvores. Inicialmente, caminhamos não muito longe do Cabeço da Solheira à nossa esquerda e o Alto da Chã de Perdizes à nossa direita. Flectindo à esquerda, caminhamos por estradões que nos levam a passar por um ou outro local que está perdido na memória toponímica e para os quais peço que indiquem o nome, tal como acontece com um abrigo que está localizado em baixo de uma grande rocha mesmo junto do caminho. Se há quatro anos deixei o estradão e segui por um carreiro de pé posto que me levou até à Pedra Bela, deste vez optei por seguir o estradão pela encosta da Sobreira da Pedra Bela em direcção à Terrila e ao Parque de Merendes de Chelo. Curiosamente, passei por um pequeno reservatório de água que complementava uma zona muito bucólica com um interessante coberto de cedros e uma pequena clareira entre a floresta. 



Chegando à estrada florestal entre a Pedra Bela e o entroncamento das Rocas, acabei por tomar um carreiro que me levou mais adiante a ligar ao traçado da Grande Rota da Peneda-Gerês, seguindo então em direcção às imediações da Mina do Cocuruto e daqui até à Casa Florestal da Pedra Bela.

Depois da passagem pela Pedra Bela, e seguindo o traçado do Trilho dos Currais, desci até perto do Curral do Gaio e tomei o estradão que passa pela Encosta da Corga da Assureira e pela Cruz de Almários, passando ainda por um tanque de apoio ao combate a incêndios florestais (na Fonte de Itinelo), Eira do Rei e Colado de Outim, antes de chegar à Casa Florestal de Ventuzelo.

Depois de passar a Casa Florestal de Ventuzelo, segui por um velho caminho florestal que sobe a Quelha da Pássara, atingindo um colo cuja vertente oposta me levaria ao estradão que havia utilizado horas antes para voltar ao ponto de partida.

Algumas fotografias do dia... 














Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Trilhos seculares - Da Fonte da Solheira à Pedra Bela


Nova caminhada para conhecer mais um pouco da Serra do Gerês. Muitas vezes passamos anos e anos ao lado de pequenos espaços da Serra do Gerês aos quais não damos muita importância, mas que acabam por esconder pequenas e singelas paisagens que complementam o todo que constitui a serra mais bela de Portugal.

Desta vez, iniciei a jornada junto da Fonte da Solheira na estrada que liga Vilar da Veiga à Ermida. Estradão acima, fui passando por pinhais mais ou menos contaminados com mais uma praga que assola o Parque Nacional, lagarta do pinheiro (Thaumetophoea pityocampa). Tal como refere o Prof. Amaro Rodrigues, "a conservação de populações autóctones de Pinus sylvestris em Biduiça, Matança e noutros locais na Serra do Gerês, está seriamente ameaçada pela presença da lagarta do pinheiro." Se nada se fizer, esta será mais uma guerra perdida no nosso único parque nacional, tal como aconteceu com a luta contra as mimosas!

Caminhando por estradões entre a Passara e a Quelha da Passara, fui passando por um ou outro local que está perdido na memória toponímica e para os quais peço que indiquem o nome, tal como acontece com um abrigo que está localizado em baixo de uma grande rocha numa zona que foi recentemente limpa de arbustos. Deixando o estradão, segui por um carreiro de pé posto que me levou até à Pedra Bela, por onde entre o silêncio contemplei por largos minutos a passeata de um pequeno esquilo por entre os cedros.

Depois da passagem pela Pedra Bela, retomei o caminho seguindo pelo estradão que passa pela Cruz de Almários, passando ainda por um tanque de apoio ao combate a incêndios florestais (na Fonte de Itinelo) e tentando depois encontrar os Penedos do Calamouço. No entanto, uma análise posterior do percurso realizado, constatei que fiquei a alguma distância destes. Mais adiante, voltei a encontrar o estradão que havia utilizado horas antes para voltar ao ponto de partida.

Algumas fotografias do dia... 































Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)