Despenhando-se nas encostas do Vale do Alto Homem, a Água da Laje do Sino é uma das quedas de água mais altas que podemos encontrar na Serra do Gerês.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
Despenhando-se nas encostas do Vale do Alto Homem, a Água da Laje do Sino é uma das quedas de água mais altas que podemos encontrar na Serra do Gerês.
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É impossível ficar indiferente à paisagem da Cancela e da Água da Lage do Sino durante a subida do Vale do Alto Homem em direcção às Minas dos Carris, Serra do Gerês.
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A magnífica paisagem que se nos depara na passagem do Modorno, Serra do Gerês, é dominada pela grande fenda granítica que decorre na fraga da Cancela e pela Água da Laje do Sino com a sua vertente seca nos dias finais do Verão.
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Por entre a imensidão granítica da Serra do Gerês e sobre um céu carregado de nuvens, a Água da Laje do Sino despenha-se pelas escarpas da Encosta do Sol, no Vale do Alto Homem.
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A fotografia torna-se confusa à primeira vista, pois por entre o contraste dos contornos da rocha granítica da Serra do Gerês, duas paisagens fundem-se numa só, aparentando um contínuo inexistente: o alto do Cabeço do Modorno parece absorver os tons escuros da Água da Laje do Sino que se precipita no abismo do Vale do Alto Homem (Campo do Gerês, Terras de Bouro).
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Subindo o Vale do Alto Homem, a Água da Laje do Sino é inconfundível na paisagem da Serra do Gerês.
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O Cabeço de Cancela é uma paisagem bem conhecida para quem percorre o Vale do Alto Homem, Serra do Gerês. Localizado a meio do vale, é o limite da Encosta do Sol e constituiu um magnífico cenário juntamente com a Água da Laje do Sino por onde se despenham as águas da Ribeira da Teixa das Albas.
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Subindo o Vale do Alto Homem, a Água da Laje do Sino com o seu traje invernal na Serra do Gerês.
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A paisagem de Verão da Água da Laje do Sino, Serra do Gerês, quando se precipita para o Rio Homem.
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A Água da Laje do Sino pela manhã, é uma paisagem que nunca passa despercebida para quem sobe o Vale do Alto Homem na Serra do Gerês.
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Se nos dias de Verão perde a sua força, com a chegada da chuva a Água da Laje do Sino, Serra do Gerês, volta a ganhar a sua imponência do Vale do Alto Homem.
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A magnífica Água da Laje do Sino alimentada pelo degelo das neves tardias na Serra do Gerês.
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A passagem no Modorno no Vale do Alto Homem, Serra do Gerês, à vista da Água da Laje do Sino e das fragas da Cancela.
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Presente no Vale do Alto Homem, Serra do Gerês, a meio da caminhada para as Minas dos Carris, a Água da Laje do Sino é uma das maiores quedas de água do Parque Nacional: imensa em dias de chuva, exangue nos dias de Verão, congelada nos dias frios de Inverno.
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A Água da Laje do Sino, Serra do Gerês, é sempre uma paisagem única e impressionante na subida do Vale do Alto Homem.
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A chegada ao Modorno na subida do Vale do Alto Homem, Serra do Gerês, proporciona uma das paisagens mais épicas de toda o Parque Nacional da Peneda-Gerês reforçada pela paisagem sonora do jovem Rio Homem e pela magnífica Água da Laje do Sino.
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Caminhada às Minas dos Carris através do Vale do Alto Homem num perfeito dia de Outono que começou com a magnífica visão das nuvens a descer a Encosta do Sol.
O dia surgiu frio, mas há medida que o tempo ia passando a caminhada tornava-se mais confortável com a visão da Serra Amarela envolta num manto de nuvens. À passagem pela Água da Pala já todo o Vale do Homem estava mergulhado numa suave tonalidade outonal e o Cabeço do Modorno marcava, altaneiro, o local do descanso.
As Curvas do Febra surgiram logo após Carvalhas Vrinhas e os mistérios dos velhos abrigos que se escondem por entre a vegetação à passagem do Cagarouço. Chegados ao Modorno, e perante a imponência da Água da Lage do Sino, a visão do serpenteante rio que se passeia ruidoso pelo vale, ficará para sempre na memória daqueles que participaram nesta jornada.
Entrando já no Vale do Teixo surgiram as velhas histórias dos dias de carvoaria quer antecederam os dias do volfrâmio naquelas paragens e as paredes de pedra solta lá estão no Teixo para nos ajudar a recordar essas hustórias. Mais acima, a passagem pelas Águas Chocas a caminho das Abrótegas onde surgem os sinais da mineração mais adiante. Ali, no local do acampamento da expedição venatória da Illustração Portugueza, recordaram-se os tempos nos quais os píncaros Geresianos eram zonas totalmente selvagens.
Vimos as orvalinhas no Curral de Cabanas Novas e finalmente chegávamos às Minas dos Carris depois de vencer a subida final pela Corga da Carvoeirinha.
Ficam algumas imagens do dia...
Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)