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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

"Erros crassos" no combate ao incêndio no PNPG em 2025

 


O Parque Nacional da Peneda-Gerês foi afectado por um grande incêndio florestal em Julho e Agosto de 2025 no qual arderam consumiu 7.550 hectares, sendo 5.786 hectares parte da área protegida.

Segundo noticiou a Barca Fm Rádio, "As conclusões do relatório sobre os incêndios de 2025, realizado por uma Comissão Técnica Independente, assume que parte dos danos causados no Parque Nacional da Peneda Gerês, em julho do ano passado, “poderia e deveriam ter sido evitados”, tal não aconteceu, devido a “erros crasos”.

Esta comissão, criada pela Assembleia da República, assume ainda que foi desperdiçada “a oportunidade de resolver ou reduzir o impacto do fogo”, por parte do Comando das Operações, em Ponte da Barca, nomeadamente pelos responsáveis da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. 

Recorde-se que ardeu 10% de toda a área protegida do PNPG, principalmente na Serra Amarela em Ponte da Barca, tendo causado elevados prejuízos. 

Segundo os peritos, a informação meteorológica e sobre a velocidade de propagação previsível “não foi integrada no processo de decisão” da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), apontada como tendo “deixado passar a janela de oportunidade” única e de graves consequências, ilibando-se completamente as corporações de bombeiros e os seus respetivos comandantes, pois o Comando era só da ANEPC.  Mais concretamente, durante um total de 29 horas, “o vento abrandou, a humidade subiu e o incêndio entrou num período prolongado de reduzida expansão, o que era “o momento ideal” para acabar com o mesmo, mas tal só aconteceu já em Terras de Bouro. Os especialistas afirmam ainda que “os boletins de previsão meteorológica e os planos operacionais anteciparam a necessidade de realizar “ações de consolidação, ancoragem e abertura de acessos recorrendo, designadamente, a máquinas de rasto, durante as 29 horas consecutivas, havia presença significativa de recursos na envolvente da área crítica”".

Caso desejem consultar o relatório por completo, este está disponível aqui.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quarta-feira, 8 de julho de 2026

"Fogo que atingiu Parque do Gerês abrandou, mas ainda não foi extinto"

 


Notícia do jornal PÚBLICO para ler aqui.

A situação parece agora estar muito mais calma e o incêndio já não surge na lista de ocorrências no país.

Do artigo do PÙBLICO retiro o seguinte...

"Também Miguel Dantas da Gana referiu a suspeita de fogo deliberado perante a existência de vários focos.

“Tudo indica que poderá ter havido fogo posto, uma vez que parecem existir vários focos de incêndio em locais distintos”, disse, ressalvando que qualquer conclusão deverá aguardar a investigação das autoridades competentes."

Fotografia (imagem meramente ilustrativa) © Horacio Villalobos#Corbis/Corbis via Getty Images

terça-feira, 7 de julho de 2026

"Incêndio no Gerês teve origem em três locais: “É um prejuízo ambiental grande para o parque nacional”"

 


Notícia d'O Minho para ler aqui.

O incêndio que lavra em Xertelo, Montalegre, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, teve origem em três locais distintos, está a ser combatido por 104 operacionais e nove meios aéreos e está a ceder aos meios.

Fotografia: Bombeiros de Portugal / Facebook

Incêndio no PNPG (Sete Lagoas, Cabril) - Actualização

 


Continua a lavrar com intensidade o incêndio florestal que se iniciou às 20h58 do dia 6 de Julho de 2026, na zona das Sete Lagoas (Xertelo, Cabril).

Pelas 17h00 o incêndio estava a ser combatido por 97 operacionais, apoiados por 22 viaturas e 5 meios aéreos.

"Bombeiros combatem incêndio em área sensível no Parque Nacional Peneda-Gerês"

 


Notícia do jornal PÚBLICO pelo jornalista Andrea Cunha Freitas pela ler aqui.

Fogo continua activo na zona das Sete Lagoas, em Cabril. Ocorrência surge após aviso sobre o risco da presença de dezenas de pessoas em zona proibida do Gerês feito no dia anterior, no domingo.

(a imagem em cima mostra o aspecto da Garganta das Negras e Pico da Nevosa em resulado do fumo deste incêndio) 

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados) via Carlos Araújo / EMC

Incêndio no PNPG (Sete Lagoas, Cabril)

 


Um novo incêndio florestal deflagrou na zona das Sete Lagoas, Serra do Gerês.

O incêndio foi declarado às 20h58 do dia 6 de Julho de 2026 e está a ser combatido por 41 operacionais, apoiados por 9 viaturas e 1 meio aéreo.

A Estação Meteorológica Experimental dos Carris captou a imagem da nuvem de fumo resultante do incêncio.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados) via Carlos Araújo / EMC

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Incêndio no PNPG (Sete Lagoas)

 


O mês de Julho começou com um incêndio florestal que ocorreu em Cabril, Montalegre, mais precisamente na Corga de Sobroso (Sete Lagoas).

O combate ao incêndio envolveu 21 operacionais apoiados por 3 viaturas e 2 meios aéreos, sendo dado como extinto ao início da tarde.

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

"Gerês, Tejo e Serra do Caldeirão vão ser recuperados no novo projeto nacional de Natureza"

 


Notícia pela jornalista Rita Fernandes para ler (e ouvir) aqui.

"O projeto Re-Store Portugal arranca em três zonas - no norte, centro e sul do país -, que foram escolhidas pela diversidade de ecossistemas. A iniciativa da WWF Portugal quer dar avanço ao cumprimento de Portugal das metas europeias para restaurar a Natureza até 2030."

Fotografia: Joana Raposo Santos - RTP

terça-feira, 4 de novembro de 2025

"Mais de mil árvores vão fazer renascer das cinzas a Serra Amarela no Parque Peneda-Gerês"

 


Notícia do jornal Terras do Home pelo jornalista Pedro Antunes Pereira para ler aqui.

Mais de 100 voluntários vão juntar-se no sábado, para plantar mais de mil árvores na Serra Amarela, Ponte da Barca, Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) que ficou em cinzas após um incêndio que durou 12 dias a apagar.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

"A festa"

 


Um artigo de Miguel Jerónimo no jornal PÚBLICO para ler aqui.

A festa

"Transformar os incêndios numa espécie de reality show veranil — com diretos pouco informativos e muitas vezes debates superficiais — serve apenas para entreter o público urbano em férias. Ao mesmo tempo, os agentes políticos (agora e no passado) continuam a demonstrar uma impressionante dissonância com a gravidade dos acontecimentos, misturando discursos de guerra com anúncios festivos e brindes à margem do fogo."

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quinta-feira, 16 de outubro de 2025

"Este drone está a lançar 'vida' na Serra Amarela pós-incêndio no PNPG"

 


Notícia do E24 pelo jornalista Nuno Cerqueira para ler aqui.

A Serra Amarela, em Ponte da Barca e pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), começa a recuperar dos incêndios que destruíram extensas áreas.

Fotografia: Município de Ponte da Barca

domingo, 21 de setembro de 2025

Um ataque cobarde à Reserva da Biosfera Transfronteiriça

 


A madrugada do dia 21 de Setembro de 2025 ficou marcada por um cobarde ataque à Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés, com o aparecimento de dois focos de incêndio no Parque Natural de Baixa Limia-Serra do Xurés e com a tentativa de incêndio no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG).

Dois focos de incêndio distanciados algumas centenas de metros foram accionados não muito longe da mutatio de Mourouas. Sendo accionados em cada vertente do vale que sobe para a Portela do Homem, o intuito parece óbvio, isto é, complicar a intervenção dos meios de combate a incêndio que contaram com a ajuda de operacionais e de um meio aéreo português. Estes dois focos de incêndio resultaram num total de 3,5 hectares de área florestal ardida.

No mesmo período temporal, foi lançado fogo junto do carreiro de acesso à Encosta do Sol e junto da ponte sobre o Ribeiro da Cantina, Serra do Gerês, numa tentativa de destruição de uma das áreas mais importantes do Parque Nacional da Peneda-Gerês. Certamente que esta situação não resultou em maior danos porque o dia 20 de Setembro foi um dia chuvoso e a zona já tem um índice de humidade elevado, impedindo a evolução do incêndio.

Olhando para estas duas ocorrências, na minha opinião parece ser um ataque concertado e cobarde numa tentativa de provocar os maiores danos possíveis às duas áreas protegidas contíguas e como tal à Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés.

A vigilância do PNPG deve ser contínua e não estar dependente de sazonalidades. O investimento na protecção do PNPG deve ser reforçado, bem como o seu corpo de Vigilantes Florestais. Da mesma forma, é imperativa a criação de um destacamento de Guarda Florestal para esta área protegida e com presença permanente nos concelhos abrangidos pela área do PNPG. Já chega de brincadeira e de apagar fogos com raminhos para pura propaganda fascista!

O texto seguinte publicado na página AXUGE exprime bem o sentimento de revolta contra estas situações cada vez mais recorrentes: "É difícil de crer, pero cada vez máis evidente: este ano semella que hai quen quere arrasar con todos os espazos naturais de Galicia. O incendio no Xurés é só unha mostra do que está a acontecer nos nosos montes. Dous focos de lume separados, iniciados con clara intención de causar o máximo dano posible. Non é casualidade. É sabotaxe contra a nosa terra.

Non podemos quedar calados mentres destrúen o noso patrimonio natural, a nosa biodiversidade, a nosa memoria. Cada hectárea queimada é un golpe ao corazón de Galicia. Cada animal que morre, cada árbore que cae, cada río que se contamina, é unha ferida aberta que tardará décadas en pechar.

 Reclamamos protección real para os nosos montes.

 Esiximos investigacións serias e castigos exemplares para os culpables.

 Queremos políticas forestais que defendan a vida, non os intereses especulativos.

Galicia é verde porque a coidamos. Porque a sentimos nosa. Porque non imos permitir que a destrúan impunemente.

Basta xa de incendios provocados. Basta xa de mirar cara outro lado. Galicia arde, e con ela arde a nosa dignidade..."

Fotografia © MeteoLobios Estación Meteorológica

sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Ministra do Ambiente visita áreas ardidas no Parque Nacional da Peneda-Gerês - o verdadeiro show-off

 


Depois da verdadeira inoperância e incompetência na gestão da catástrofe que atingiu parte da área do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) e talvez numa desesperada tentativa de gestão de danos onde o dinheiro fará esquecer o «mato» que ardeu, a Ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, foi dar um passeio ao PNPG para se inteirar do ocorrido.

Como sempre acontece nesta visitas «de Estado», as notícias sobre a visita da ministra do ambiente do homem que mais trabalha neste país, foram escassas. As razões são óbvias: apesar de nos dias do incêndio haver muita contestação e berraria, os ânimos lá se vão acalmando - ou não, porém, haverá sempre quem queira «borrar a pintura» que se gosta de ter nestas visitas onde parece que está tudo bem e bem alinhado com as boas intenções do (des)governo.






Pela manhã, lá se viram as movimentações dos militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Barragem de Vilarinho das Furnas estava guardada de forma a tudo correr bem. No início do acesso à aldeia afundada, uma máquina retroescavadora ia fazendo cócegas à encosta, ensaiando os movimentos que seriam feitos na consolidação do solo quando a ministra viesse.

Ora, o incêndio terminou há três semanas e desde então, milhares de pessoas passaram naquela estrada de terra batida, porém só agora com a visita da ministra é que se fazem trabalhos de consolidação da encosta. Se isto não é puro show-off para a imprensa e pura propaganda política, não sei o que será!

Antes da chegada da ministra, ainda se viram umas bandeiras do PSD pelo chão e brandiram-se umas hastes, mas acabariam por ficar dentro do carro. Entretanto, lá chegava a «entourage» numa caravana devidamente organizada. À frente, o habitual batedor da GNR assinalando a chegada da dignitária, seguindo-se um veículo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, daqueles novinhos que aparecem por estas ocasiões, com dois Vigilantes da Natureza recém-chegados ao Parque Nacional. Seguiam-se mais umas viaturas com elementos do ICNF e então o carro da ministra. Saudada à chegada pelos representantes do concelho de Terras de Bouro, lá se constituiu o cortejo com pessoas de fato e gravata (alguns, pois não houve tempo de se trocar de roupa na Casa de Junceda) mãos em posição de submissão e ouvidos atentos para as palavras de circunstância. Por entre os discursos e declarações de intenções, oferece-se dois boiões de mel (talvez numa representação simbólica das colmeias perdidas nas encostas de Vilarinho).






O cortejo continua, agora fora da sombra, para se observar o trabalho com afinco na «consolidação da encosta». Os trabalhos da retroescavadora são sucintamente explicados e ao fim de alguns minutos, o cortejo regressa ao ponto de partida, escutando-se um ligeiro aplauso de autobajulação.

As bandeiras laranja continuaram no carro e não se brandiram mais as hastes.

O cortejo ministerial voltou a formar-se e acabaria, eventualmente, por abandonar o local depois dos devidos registos de imagem.

A gestão de danos, na esperança de que para o ano a coisa corra melhor e de que o Luís não se mantenha de férias com o país a arder, é feita com dinheiro. Ora, este dinheiro terá como objectivo, segundo refere a agência Lusa, “a reconstrução de habitações, a retoma da atividade económica, o auxílio dos agricultores, a reparação de infraestruturas e de equipamentos, a recuperação dos ecossistemas e da biodiversidade, a reflorestação e recuperação de florestas e a contenção de impactos ambientais, entre outros.”

Segundo noticia O Minho, estão também "em causa estão apoios aos agricultores para bens imediatos e inadiáveis, de alimentação ou outros e, no caso dos apoios até 10 mil euros, mesmo sem documentos, dependem de vistoria conjunta de técnicos dos municípios e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), para danos referentes a animais, culturas anuais, plantações plurianuais, máquinas, equipamentos e espaços de apoio à atividade agrícola."






Vindo agora distribuir fundos, recorde-se que este governo cortou 114 milhões de euros para as florestas em 2024, com as medidas de apoio ao investimento em floresta a sofrer uma redução de 44% na globalidade, ou seja, os cerca de 275 milhões de euros foram reduzidos a 153 milhões.

Para terminar, uma pequena nota sobre o cortejo ministerial. Como referi, o cortejo era aberto pelo batedor da GNR assinalando a eminência do que vinha. seguindo-se viaturas do ICNF e viaturas oficiais. Tristemente, e este cortejo de verdadeira vassalagem, era encerrado por quatro viaturas dos Sapadores Florestais que transportavam os homens que, no topo da Serra Amarela, e na escuridão da noite por entre vales e corgas, impediram o incêndio de se propagar às zonas mais sensíveis do Parque Nacional. Estes homens deveriam ser homenageados pelo trabalho que fizeram na contenção do incêndio e não colocados como elemento decorativo no final do cortejo, quais bombeiros de enfeite no final de uma procissão.

Não aprendemos nada com o desastre de 2017 e não vamos aprender nada com o que se passou no PNPG e noutras zonas do país em 2025. Entretanto, o dirigente do Partido Fascista Chega encena apagar incêndios com um raminho em mangas de camisa depois de sujar as mãos com a cinza que apanha no chão, fazendo a posse heróico-parola para a câmara que o filma, sendo depois renegado por um canídeo. Encena o apoio aos bombeiros e encena que partilha a sua comida em forma de fardos de palha. Os incautos vão na conversa.

Para o ano há mais...







Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)



quinta-feira, 28 de agosto de 2025

"Gado sem ter o que comer por causa do incêndio no Parque Nacional da Peneda-Gerês"

 


O incendiário que originou o incêndio certamente que não esperaria este resultado... ou será que esperava?

Notícia d´O Amarense para ler aqui.

A diretora da Cooperativa Agrícola de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca alertou esta terça-feira que os produtores de gado estão a ter “graves problemas” na alimentação dos animais, devido ao incêndio no Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG).

Fotografia: O Amarense

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

Sessão de esclarecimento sobre os apoios excepcionais aos produtores agrícolas afectados pelos incêndios

 


No dia 1 de Setembro terá lugar no Centro Municipal da Proteção Civil de Terras de Bouro, uma sessão de esclarecimento sobre os apoios excepcionais aos produtores agrícolas afectados pelos incêndios.

Na sequência dos incêndios que têm devastado o país, foi publicado o Decreto Lei nº 98-A/2025, de 24 de Agosto, que contempla as medidas de apoio e mitigação do impacto de incêndios rurais.

Assim sendo e no seguimento da abertura das candidaturas para apoio excepcional aos produtores agrícolas, afetados pelos incêndios, o Município de Terras de Bouro informa que irá decorrer no próximo dia 1 de Setembro, pelas 10h00, no Centro Municipal da Proteção Civil, uma sessão de esclarecimento aberta e destinada a todos os interessados.

Informamos também que foi criada uma equipa multidisciplinar que irá acompanhar todo este processo, frisando igualmente que os afetados pelos incêndios irão precisar dos seguintes documentos para a Declaração de Prejuízos Agrícolas:

- Declaração de não dívida à Segurança Social e à Autoridade Tributária;

- Fotografias dos prejuízos;

- Comprovativo do IBAN(em nome do produtor agrícola);

- Representação gráfica georreferenciada dos prédios afetados (BUPi ou iSIP parcelário – RGG, RCV).

Alerta-se, por fim, que se torna imperiosa e fundamental a participação nesta sessão que visa informar e minorar os impactos e prejuízos causados pelos incêndios florestais.

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Serra Amarela depois da catástrofe

 


As imagens falam por si.

É este o resultado de um incêndio florestal que consumiu a Serra Amarela durante sete dias em finais de Julho de 2025.

A falta de meios, a má coordenação das chefias, o desprezo e a indiferença pelos nossos espaços naturais, uma governação medíocre e, acima de tudo, o profundo e crónico ódio pelo lobo, originou a catástrofe que se abateu sobre o Parque Nacional da Peneda-Gerês em finais de Julho de 2025 e criou esta paisagem.

As perdas materiais são de milhares de euros.

As perdas naturais são incalculáveis.

Ficam as fotografias registadas neste dia com a certeza que voltará a acontecer daqui a 13, 14 ou 15 anos, e nessa altura estaremos a falar do mesmo.
































































































Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)