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terça-feira, 16 de junho de 2026

Interrupção do trânsito entre Ermida e Fafião

 


O Município de Terras de Bouro informou que a circulação de trânsito entre Ermida (Terras de Bouro) e Fafião (Montalegre) será interrompida entre os dias 17 e 26 de Junho de 2026, no horário das 08h00 às 18h00, devido às obras a decorrer no âmbito da empreitada “Ordenamento da Visitação nas Cascatas de Barjas”.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Condicionamento do trânsito entre Ermida e Fafião

 


O Município de Terras de Bouro através do seu Gabinete de Protecção Civil informou que, devido à ocorrência de um deslizamento de terras, a circulação no troço que liga a Cascata de Fecha de Barjas à aldeia de Fafião encontra-se actualmente condicionada.

Embora a passagem não esteja totalmente interrompida, as condições de segurança na via estão alteradas, pelo que solicita-se a todos os condutores e transeuntes o máximo cuidado e atenção redobrada ao circular nesta zona.

Recomenda-se o estrito cumprimento da sinalização no local até que a situação esteja devidamente normalizada pelas autoridades competentes.

Fotografia © Município de Terras de Bouro (Todos os direitos reservados)

quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Interrupção do trânsito entre Ermida e Fafião (ponte sobre o Rio Arado)

 


O Município de Terras de Bouro emitiu um edital de aviso de interrupção do trânsito entre Ermida e Fafião, nomeadamente na travessia da Ponte sobre o Rio Arado entre as 8h00 e as a18h00 do dia 7 de Agosto de 2025.




domingo, 8 de junho de 2025

A destruição de uma paisagem

 


Já disse muito sobre o tema. Continuo a considerar que parte desta intervenção é absolutamente desnecessária. Ganha-se pelo cansaço... Viva os revoltados do Facebook!

"Gerês: Já começaram as obras na cascata..."

quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

Nem sempre há uma segunda oportunidade de corrigir os erros

 


Segundo noticiou a 26 de Dezembro o Jornal de Notícias, as obras do inqualificável miradouro sobre a Fecha de Barjas estão paradas devido à "desistência" por parte do empreiteiro.

As obras, que haviam começado há já uns meses, apresentavam sinais de estagnação há várias semanas. O local de início das mesmas encontrava-se vedado com uma grade que, entretanto, foi removida.

A notícia não revela as razões que levaram a empresa a desistir da empreitada, empreitada esta que está condicionada ao cumprimento de requisitos impostos pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

Em parecer datado de 22 de Outubro de 2022, o ICNF deu parecer favorável condicionado à obra, ressalvando que (entre outros), "área de estacionamento à entrada não pode envolver escavações e aterro, sendo apenas possível o aproveitamento de alguma área sobrante da plataforma existente ou qualquer outra solução de carácter não permanente, que não envolva escavações ou aterros no local", "deve ser assegurada a salvaguarda de espécies arbóreas autóctones que ocorram no local do projeto e áreas limítrofes"; "evitar danos ou a destruição acidental da vegetação arbórea e arbustiva recorrendo, se necessário à sua proteção/sinalização através de meios adequados (a retirar no fim da obra)", "devem ser mantidas as sebes e as bordaduras naturais existentes, bem como preservadas/conservadas espécies arbóreas autóctones e ou protegidas." O parecer refere ainda que "tendo em vista acautelar a segurança dos visitantes recomenda-se ainda que seja eliminado o acesso, a partir da plataforma, às escadas que interligam com as cascatas e reduzido o número de acessos à própria plataforma, considerando apenas um ponto de entrada, no sentido de Fafião."

Nem sempre há uma segunda oportunidade de corrigir os erros.

terça-feira, 13 de agosto de 2024

"Gerês. Obras na cascata ... com consenso mas sem "bom senso""

 


Notícia da (beata) Renascença para ler aqui.

Apesar das críticas dos ambientalistas, as obras na “cascata ...” já arrancaram com o apoio dos bombeiros e da população. A autarquia de Terras de Bouro justifica a intervenção em nome da segurança. Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade (FAPAS) fala em obra “desajustada” à realidade do Gerês.

Análise crítica à notícia

A notícia da Rádio Renascença apresenta-nos os planos do Município de Terras de Bouro para a Fecha de Barjas que passará por "um miradouro, gradeamento, um cordão de segurança para os banhistas, uma estrutura metálica de acesso e espaço para estacionamento..." Estes são os pontos fulcrais da obra prevista já desde 2022 e que finalmente teve o aval do Governo através do «secreto» parecer condicionado do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e da Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho.

Assim, teremos um miradouro sobre a Fecha de Barjas com o objectivo de aumentar a segurança das pessoas que escorregam no leito do rio, um passadiço de acesso ao mesmo, um gradeamento que irá impedir o acesso às partes mais problemáticas do leito do rio e estacionamento, muito estacionamento, como convém para lá levar mais gente... o tal «turismo de qualidade» que é composto por multidões.

O texto segue com as palavras de Nuno Oliveira, da Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade (FAPAS), que, com razão, fala numa obra "desajustada" e que certamente trará mais gente ao local.

A seguir, o edil de Terras de Bouro, Manuel Tibo, refere que "lido bem com as críticas", mas que não lida bem com a consciência de perceber que existe mais um acidente e que pode ser mortal, lembrando ainda que a responsabilidade cai sempre para a “Câmara Municipal ou para os decisores políticos”.

Ora, que eu me recorde, de todos os acidente ocorridos em Fecha de Barjas e noutras zonas balneárias do concelho, apenas num caso se tentou imputar culpas à Câmara Municipal. Este parece-me ser um argumento vazio, até porque toda a gente (TODA!) tem consciência do perigo que representa caminhar naquele leito liso e húmido de pés descalços ou com calçado desapropriado, e mais consciente do perigo ficam quando leem os avisos existentes no local. Seguindo este argumento, se alguém tiver um acidente num qualquer percurso de montanha (ou, por exemplo, nos percursos pedestres promovidos pelo município) terá direito a responsabilizar a “Câmara Municipal" ou "os decisores políticos” do concelho. Fica a nota!

Manuel Tibo, que é Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro, remata referindo, “Só sabe onde os sapatos apertam quem os calça.”

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro, José Amaro, é referido de seguida no texto noticioso da Rádio Renascença, afirmando que esta é uma “polémica desnecessária” e dizendo "também fizeram um miradouro em Pedra Bela com uma estrutura de ferro e tornou-se ali um ex-libris para ver a paisagem e não danificou nada." Não sei se José Amaro se refere ao miradouro ali construído pela Mata Nacional / Serviços Florestais há cerca de 100 anos ou se se refere à intervenção, em boa hora, realizada mais recentemente pelo município. Seja como for, não entendo a comparação...

José Amaro refere ainda “deixámos de ter ocorrências para aquele miradouro”. Espera lá! Mas, que ocorrências? Nos últimos anos não me recordo de terem ocorrido quaisquer resgates, acidentes ou qualquer ocorrência na Pedra Bela. Posso estar enganado... Referindo-se à ponte sobre o Rio Homem junto da Cascata de S. Miguel, “também fizeram um gradeamento na ponte onde tem, também, uma estrutura de ferro e não danificou em nada a paisagem," esquecendo-se de referir a inclusão de uma segurança na ponte sobre o Rio Forno e o gradeamento na ponte sobre o Ribeiro de Cagademos. Bom, são comparações que não fazem qualquer sentido, mas que podemos explicar a quem não conhece os locais.

Na ponte sobre o Rio Homem, o novo gradeamento - de enquadramento paisagista duvidoso - colocado em Fevereiro de 2020 tornou a ponte mais segura (apesar de diminuir o passeio e obrigar a caminhar na «estrada»), pois a estrutura de ferro inicial era muito baixa e numa situação de desequilíbrio não garantia a SEGURANÇA. O mesmo aconteceu na ponte sobre o Ribeiro de Cagademos, onde não existia qualquer estrutura. Logo, foram intervenções que, de facto, aumentaram a segurança no local e não foi necessário ali se construir miradouros...

A notícia termina com algumas opiniões de habitantes do concelho, que curiosamente não concordam com a intervenção no que diz respeito à colocação do miradouro, mas sublinham a necessidade de aumentar a segurança no local.

Assim, quando se diz que “só sabe onde os sapatos apertam quem os calça,” pode-se também rematar dizendo "uma das maiores virtudes de um homem, é admitir que errou."

terça-feira, 6 de agosto de 2024

"Não resolve o problema de segurança". Montanhista Rui Barbosa contra miradouro na cascata...

 


Notícia do Jornal de Notícias para ler aqui.

O montanhista Rui Barbosa manifestou-se esta segunda-feira contra o previsto miradouro artificial ... cujas obras iam começar na quinta-feira mas estão, agora, num impasse.

Notícia d'O Minho para ler aqui.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

segunda-feira, 5 de agosto de 2024

“Ainda o presidente da Câmara não era nascido, já eu e outros andávamos no Gerês”

 


Notícia d'O Minho para ler aqui.

"O presidente da Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade (FAPAS), Nuno Gomes Oliveira, contestou as acusações do presidente da Câmara de Terras de Bouro, Manuel Tibo, de que “a FAPAS nunca fez nada por Terras de Bouro”."

Fotografia: Joaquim Gomes / O MINHO

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

"Gerês: PCP vai questionar Governo sobre obras na “Cascata do Tahiti”"

 


Notícia d'O Minho para ler aqui.

Em busca de tachos e protagonismo, os sabujos facholas apressaram-se a concordar com as obras que o município de Terras de Bouro pretende realizar em Fechas de Barjas. Por seu lado, o PCP irá questionar o Governo de direita sobre o "parecer favorável condicionado" que ninguém conhece sobre as mesmas obras.

Fotografia: Joaquim Gomes / O MINHO

quarta-feira, 31 de julho de 2024

"ICNF dá parecer favorável a obras ..."

 


Notícia do Jornal de Notícias para ler aqui.

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) emitiu parecer favorável condicionado para as obras ..., no Parque Nacional da Peneda-Gerês, situada já nos limites do concelho de Terras de Bouro com o de Montalegre.

domingo, 28 de julho de 2024

O arranjo da visitação em Fecha de Barjas

 


A notícia que sem dúvida marcou a última semana em Terras de Bouro, foi a adjudicação da empreitada que irá resultar num arranjo na visitação da zona de Fecha de Barjas.

Apesar de já há muito anunciadas, as obras irão mudar o aspecto paisagístico daquela zona, tornando-a - aparentemente - mais segura na sua visitação com a construção de um miradouro sobre o leito do rio. Segundo o Porto Canal, o "projeto estima a edificação de um miradouro e o reforço da segurança, perto da cascata de Fecha de Barjas".

A notícia foi divulgada em diversos órgãos de comunicação social (Obra para construir miradouro e aumentar segurança na cascata do Gerês começa em agosto; Terras de Bouro avança com obras para melhorar segurança junto...Cascata ... no Gerês vai ficar mais segura e ganhar um miradouro; etc.)

Por outro lado, a intervenção levantou protestos nas redes sociais e a FAPAS - Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade contestou o projecto apresentado pelo município terrabourense.

A Fecha de Barjas é uma das zonas aquáticas mais procuradas durante o Verão, com milhares de turistas a banharem-se nas suas águas, o que nos últimos anos tem resultado em dezenas de acidentes, alguns mortais, devido ao descuido de quem visita. São raros os casos nos quais os visitantes tomam as devidas precauções na descida e passagem pelas pedras lisas e húmidas. A utilização de calçado inapropriado ou mesmo o caminhar descalço é mais do que meio caminho andado para o acidente com resultados nefastos. Não há notícia de alguém ter caído da ponte.

Há vários anos, um particular colocou um passadiço de acesso que permitia uma descida mais segura. O passadiço seria então embargado e posteriormente removido.

A obra, orçada em 260 mil euros, deverá ter início a 1 de Agosto de 2024, devendo estar terminada a tempo do Verão de 2025. Ainda segundo o Porto Canal, "Manuel Tibo esclareceu ainda que, apesar das obras, vai continuar a ser “fundamental” que os visitantes sejam “cuidadosos”. Continua a ser necessário apostar nesta sensibilização, porque as pessoas têm de ter consciência que estão na natureza e não podem desleixar, relativamente, à sua segurança. Não devem correr quaisquer riscos.

Às críticas da FAPAS, o Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro referiu que "Quem manda em Terras de Bouro é o povo terrabourense".

Fotografia: Global imagens

sábado, 7 de outubro de 2023

"Cascata (...) no Gerês vai ficar mais segura e ganhar um miradouro "

 


O Município de Terras do Bouro e o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) celebraram, esta sexta-feira, um protocolo de colaboração técnica e financeira para pôr em funcionamento um projeto que estima a edificação de um miradouro e o reforço da segurança, perto da cascata de Fecha de Barjas, (...), no Gerês, escreve o Jornal de Notícias.

Notícia do Porto Canal para ler aqui.

Fotografia © Porto Canal (Todos os direitos reservados)

segunda-feira, 6 de junho de 2022

Assim, não, CM de Terras de Bouro

 


Não consigo compreender que, enquanto muitos tentam manter a toponímia do concelho de Terras de Bouro como factor de afirmação histórica, social e etnográfica, o pelouro do turismo da Câmara Municipal de Terra de Bouro insista em utilizar denominações que em nada prezam a identidade do concelho.

No mínimo, seria não utilizar essas designações quando queremos preservar os verdadeiros topónimos locais de 'Cascata das Várzeas' ou 'Fecha de Barjas'.

E sim, é algo de muito difícil quando são as próprias populações locais a utilizar estas designações.

Ensinar é difícil, aprender é ainda mais...

terça-feira, 1 de março de 2022

Autarca de Terras de Bouro vai proibir banhos na Fecha de Barjas

 


Os banhos na cascata Fecha de Barjas, em Terras de Bouro, estão em vias de passarem a ser proibidos, revelou hoje o presidente da Câmara.

Notícia d'O Minho para ler aqui.

Fotografia: O Minho

domingo, 16 de agosto de 2020

Um pequeno deslize apenas...


Basta um pequeno deslize para que as três placas de perigo existentes na Fecha de Barjas sirvam para nada...

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

segunda-feira, 25 de maio de 2020

De novo o caos na Serra do Gerês


Nem a «abertura» das praias afastou do Parque Nacional e das suas lagoas os milhares de pessoas que mais uma vez assolaram aquelas paragens.

Não só, mas também é o resultado de anos e anos de publicações nas redes sociais a divulgar de forma massiva tudo o que é lagoa e rio na Serra do Gerês e no restante Parque Nacional.

Ficam estas imagens obtidas na Fecha de Barjas a 24 de Maio de 2020. Muita gente sem se importar com as regras de distanciamento social e a continuar a usar um local de perigo extremo.

É este o turismo desordenado que nós queremos no Parque Nacional onde impera o desrespeito pela Natureza e onde só acaba por ficar o lixo?

 


 


























Fotografias © Joaquim Gomes (Todos os direitos reservados)

segunda-feira, 27 de abril de 2020

O erro dos topónimos «comerciais»


Há erros que se agarram como lapas e os quais são difíceis de corrigir, e este erro é recorrente! Por isso, e sempre com o objectivo de manter a verdadeira designação toponímica dos locais na Serra do Gerês, nunca é demais voltar a este tema quando estes erros são propagados por meios que, devido à relativa importância que vão ganhando, acabam por ter a obrigação de divulgar os verdadeiros nomes (topónimos) serranos em vez dos «topónimos comerciais» como já lhes chamam, como se de alguma forma isso viesse a alterar o crasso erro!

Vem isto (mais uma vez) a propósito da designação 'Cascata do Tahiti' para designar a Fecha de Barjas / Cascata das Várzeas.

Ainda recentemente, a versão mais actual do mapa do Parque Nacional da Peneda-Gerês da Adventure Maps vem ajudar na má informação em relação a este mesmo assunto designando como "Cascata Tahiti" a Fecha de Barjas / Cascata das Várzeas!! Não, não há desculpa!

O amplo acesso actual à informação poderia ajudar a preservar estes nomes. Porém, quando a preguiça, o facilitismo e a ânsia do lucro falam mais alto do que a preservação deste património, a tarefa não é fácil!

Já «toquei» neste assunto várias vezes...

- Município de Terras de Bouro não conhece o seu território?

'Portugal Tourism' e o Tahiti

- Toponímia geresiana - memórias históricas sob ameaça

- De ignorância em ignorância até à vitória final

- Também tu, GERESÃO?

- Má informação... ou simples ignorância

A cascata chama-se Fecha de Barjas!

Fecha de Barjas versus Cascata do Tahiti

- 'Portugal Tourism' e o Tahiti

Num destes textos, escrevo que "A toponímia geresiana é um manancial rico em nomes e designações que nos ajudam a compreender a vida do homem serrano desde os tempos imemoriais. Gravado na memória dos mais velhos e com poucos trabalhos de preservação desta toponímia, corre-se o risco de se perder um tesouro valioso que torna a Serra do Gerês (e as outras serras do Parque Nacional) como um poço sem fim para a descoberta.

Há já muito tempo que as cartas militares deixaram de ser uma referência para a memória e registo destas designações. Se em 1949 ainda se fizeram trabalhos de campo nos quais os contactos com as gentes locais tiveram um papel interessante na elaboração das cartas militares, os trabalhos mais recentes (nomeadamente as cartas de 1995) mostram um grande descuido no registo e localização de algumas características geográficas.

Por outro lado, a atribuição de designações que não correspondem à realidade, vão com o tempo adquirindo uma sobreposição sobre as verdadeiras designações de algumas zonas do Gerês. talvez a mais «famosa» de todas seja a designação 'Cascatas do Tahiti' para designar a Fecha de Barjas. Não são poucos aqueles que surgem nos postos de informação turística (quer da Câmara Municipal de Terras de Bouro quer do Parque Nacional da Peneda-Gerês) a solicitar informações sobre a sua localização. No entanto, o problema parece estar no facto de as fontes de informação turística poderem estar a perpetuar a utilização desta designação errada e o mesmo parece acontecer com alguns naturais da região que utilizam esta mesma designação, esquecendo-se assim do verdadeiro nome daquela zona. (...).

Não existe qualquer designação 'Cascatas do Tahiti' e a toponímia geresiana é demasiado rica para que se venha a perder devido à imposição de nomes que em nada estão ligados à vida serrana e que com o passar do tempo impliquem a perda de um património valiosíssimo para a caracterização daquelas paragens."


E sim, irei voltar a este tema sempre que necessário na incessante tarefa de preservar um património que é de todos.

domingo, 24 de novembro de 2019

A propósito de placas...


Na zona onde mais acidentes ocorrem em todo o Parque Nacional da Perneda-Gerês, é assim que os visitantes tratam as placas de aviso de perigo.



Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)