O Município de Terras de Bouro anunciou o prolongamento do período de interrupção do trânsito entre o Zanganho e a Batoca.
Fotografias © Município de Terras de Bouro
O Município de Terras de Bouro anunciou o prolongamento do período de interrupção do trânsito entre o Zanganho e a Batoca.
Fotografias © Município de Terras de Bouro
A última luz de um dia de Outono ilumina a face Poente do Pé de Salgueiro, Serra do Gerês.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
A paisagem da Garganta das Negras e Nevosa vista das Minas dos Carris na manhã do dia 6 de Novembro de 2026.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados) via Carlos Araújo / EMC
Devido ao facto de um camião TIR estar a bloquear a via (EN308-1) em ambos os sentidos desde a tarde do dia 5 de Novembro de 2026, a estrada entre o Vidoeiro (Caldas do Gerês) e a Portela de Leonte encontra-se temporariamente encerrada.
A grua que deveria proceder a trabalhos de «remoção» da galera do veículo, ainda não havia chegado ao local da ocorrência às primeiras horas da manhã do dia 6 e não há previsão de quando a via estará aberta.
Até 10 de Dezembro decorre o Ciclo de Conferências Online sobre Cogestão de Áreas Protegidas.
É uma iniciativa com a qual se pretende promover uma plataforma de partilha e aprendizagem entre pares, com:
– transferência de conhecimento;
– o reforço do saber-fazer em cogestão;
– a construção de referências comuns de boas práticas.
Ao longo de 4 sessões online, os oradores convidados vão partilhar casos práticos e haverá múltiplas oportunidades de reflexão e discussão.
Mais informações aqui!
Descendo para Fechinhas desde o Lameiro da Mourisca, as paisagens de Outono embelezam o cenário imponente da Serra do Gerês nas Velas Brancas.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
Notícia da Rádio Montalegre pela jornalista Maris José Afonso (via Facebook)...
Tourém recebe esta quarta-feira, 4 de novembro, uma sessão pública para dar a conhecer os resultados mais recentes das investigações arqueológicas realizadas no Acampamento Romano do Alto da Raia. Entre os achados está uma moeda romana do século I antes de Cristo e será também apresentada uma reconstrução tridimensional que procura mostrar como seria aquele espaço há cerca de dois mil anos.
A iniciativa é promovida pelo Município de Montalegre, em parceria com a ERA Arqueologia e a Junta de Freguesia de Tourém, no âmbito de um projeto financiado pelo programa europeu Interreg Espanha/Portugal, integrado no projeto Gerês-Xurês Mais Sustentável.
Em declarações à Rádio Montalegre, o arqueólogo João Fonte explicou que o programa começa durante a tarde com uma visita ao sítio arqueológico, estando depois prevista, ao final do dia, uma apresentação aberta à população na Junta de Freguesia de Tourém.
“Vamos apresentar os principais resultados das últimas intervenções que fizemos no acampamento militar do Alto da Raia”, explicou.
Entre os elementos encontrados nas escavações, João Fonte destaca uma moeda romana que remonta ao século I antes de Cristo.
Os trabalhos permitiram igualmente aprofundar o conhecimento sobre a organização do antigo acampamento, tendo sido escavada uma das entradas da estrutura.
“Fizemos uma intervenção mais ampla que nos permitiu escavar, por exemplo, uma das entradas em clavícula do acampamento e obter mais alguma informação”, referiu.
RECONSTRUÇÃO MOSTRA COMO SERIA O ACAMPAMENTO HÁ DOIS MIL ANOS
Um dos elementos que será apresentado à comunidade é uma reconstrução virtual em três dimensões.
“Fizemos também a reconstrução 3D do acampamento, com vídeo, que vamos apresentar à população”, adiantou João Fonte.
O objetivo é permitir que o público compreenda melhor aquilo que hoje permanece no terreno, mostrando uma hipótese de como o acampamento militar romano poderia ter sido há cerca de dois mil anos.
A investigação do Alto da Raia começou há vários anos. João Fonte recorda que o sítio foi identificado no âmbito de um projeto europeu de investigação dedicado à presença militar romana no Noroeste da Península Ibérica.
Uma primeira intervenção arqueológica, apoiada pelo Município de Montalegre, permitiu confirmar que se tratava efetivamente de um acampamento militar romano.
Depois dessa primeira fase, os investigadores aguardaram novo financiamento para regressar ao local e aprofundar os trabalhos.
A atual intervenção permite agora reunir os resultados das escavações, os novos achados e a reconstrução digital do sítio, colocando esse conhecimento à disposição da comunidade local.
A sessão pública pretende assim aproximar os habitantes de Tourém de um património arqueológico existente no próprio território e divulgar uma parte da história da presença romana no concelho de Montalegre.
Fotografia © Rádio Montalegre (Todos os direitos reservados)
As cores de Outono embelezam parte da Costa de Bargiela na Mata de Albergaria, Serra do Gerês. O alto da Corneda «fecha» o cenário à distância no lado esquerdo da imagem.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
Segundo informou a Delegação de Rio Caldo da Cruz Vermelha Portuguesa, no dia 1 de Novembro de 2026 ocorreu um resgate de dois praticantes de "desportos radicais que se encontravam encurralados entre duas formações rochosas, na zona da Cascata do Arado."
Para o local foram mobilizadas duas ambulâncias, contando ainda a operação com a intervenção da equipa de resgate em montanha da GNR - Unidade de Emergência de Proteção e Socorro sediada nas Caldas do Gerês.
"Após a avaliação no local e a identificação por parte das autoridades, as vítimas recusaram o transporte para o Hospital de Braga."
Fotografia © CVP Rio Caldo (Todos os direitos reservados)
Com a sua extensa área de pastoreio abrangendo a Serra Amarela e a Serra do Gerês, Vilarinho da Furna chamava-lhe "o que está mais alto", o curral existente nos Prados Caveiros é hoje um mundo de silêncio e de tranquilidade onde o lume e o borralho já não crepitam dentro do seu abrigo alagado à sombra do Cabeço do Cantarelo.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
Um pouco por todo o Parqque Nacional da Peneda-Gerês vão surgindo os seus habitantes de Outono.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
O Município de Melgaço promove no dia 14 de Novembro de 2026 um workshop sobre cogumelos, inserido na iniciativa “Castros de Leitura“.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
A actividade contempla uma saída de campo na vila de Castro Laboreiro, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, orientada pelo técnico de micologia Carlos Venade.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Os participantes terão a oportunidade de conhecer in loco as diferentes espécies de cogumelos da nossa região, aprender sobre a sua recolha e potencial gastronómico, e compreender o papel indispensável que os fungos desempenham no equilíbrio dos ecossistemas terrestres.
Programa:⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
09h45 – Receção aos participantes (Biblioteca / Centro de Informação de Castro Laboreiro)
10h00 – Passeio micológico
13h00 – Almoço livre
14h30 – Workshop “Micologia Prática”
15h30 – Encerramento
As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias até ao dia 12 de Novembro (vagas limitadas a 20 participantes). Inscrições através do formulário disponível aqui!
Descendo a Costa do Murjal surge-nos a imponência da silhueta do Pé de Cabril imprimida pelo fulgor do Sol poente de Outono na Serra do Gerês.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
A paisagem vista das Minas dos Carris no primeiro dia de Novembro de 2026.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados) via Carlos Araújo / EMC
A 16 de Outubro, havia referido que se assinalava dois anos desde o encerramento da Consulta Pública relativa ao novo Plano Especial do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PEPNPG) e Regulamento de Gestão. Até então, nafa «havia sido feito».
O último dia do mês de Outubro de 2026, fica marcado pela divulgação da notícia de que (finalmente) o Governo (!) havia aprovado o PEPNPG!
Sobre este tema em questão, e sem saber o que lá contém (para lá da usual propaganda e aproveitamento político do momento), não me posso pronunciar. Nesta altura apenas refiro que durante dois anos tivemos (e de facto - nesta data, ainda temos) uma página do portal Participa dedicada à Consulta Pública do PEPNPG, que em nada informou a sociedade civil sobre o andamento do processo. Ao longo de dois anos nunca foram disponibilizados os "Documentos de Acompanhmento" e, nesta fase, nem mesmo os "Documentos de Encerramento".
Não estou a dizer que as contribuições das 157 participações não foram tidas em conta neste processo. Apenas refiro que - e como vem sendo apanágio desta governação - a relação directa entre a tutela e os cidadãos neste processo foi nula. Os participantes e os cidadãis não têm de estar à espera de notícias por parte dos canais de propaganda política e a relação entre a Sociedade Civil e o Governo não pode apenas ser uma relação de «bastonada». Afinal, para que serviu a Discussão Pública?
Assim, que o PEPNPG bem como o Regulamento de Gestão forem publicados em Diário da República, saberemos o seu conteúdo.
De forma geral, o que as notícias referem é que o PEPNPG estabelece novas regras de gestão e proteção do território do nosso único parque nacional, com o objetivo de conciliar a conservação dos valores naturais com as necessidades das populações, das autarquias e das atividades económicas tradicionais, estabelecendo "um enquadramento renovado para a proteção do território, com regras mais claras para a realização de intervenções, a manutenção de infraestruturas essenciais e o desenvolvimento de atividades compatíveis com os objetivos de conservação da natureza."
Nas notícias divulgadas não deixa de ser curiosa a referência a uma situação «problemática» relacionada com o autocaravanismo! Onde?
Aprovado o PEPNPG, questiona-se como é que estas novas regras serão implementadas e, acima de tudo, como é que será feita a vigilância do território no que diz respeito à implementaçao destas novas regras? Será reforçada a vigilância? Os 12 Vigilantes da Natureza serão transformados em super-Vigilantes? Será criada uma pastilha para tornar as pessoas que visitam e vivem no Parque Nacional mais conscientes do seu valor? Será melhorada a relação entre o PNPG e as populações locais? O PNPG ficará mais consciente das necessidades das populações locais? Ou será que ainda se vai facilitar mais as violações à protecção da Natureza?
Ficamos a aguardar o texto do Plano Especial do Parque Nacional da Peneda-Gerês e do respectivo Regulamento de Gestão.