terça-feira, 7 de julho de 2026

"Incêndio no Gerês teve origem em três locais: “É um prejuízo ambiental grande para o parque nacional”"

 


Notícia d'O Minho para ler aqui.

O incêndio que lavra em Xertelo, Montalegre, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, teve origem em três locais distintos, está a ser combatido por 104 operacionais e nove meios aéreos e está a ceder aos meios.

Fotografia: Bombeiros de Portugal / Facebook

Incêndio no PNPG (Sete Lagoas, Cabril) - Actualização

 


Continua a lavrar com intensidade o incêndio florestal que se iniciou às 20h58 do dia 6 de Julho de 2026, na zona das Sete Lagoas (Xertelo, Cabril).

Pelas 17h00 o incêndio estava a ser combatido por 97 operacionais, apoiados por 22 viaturas e 5 meios aéreos.

Terras de Bouro dá início ao programa "Voluntariado Jovem para as Florestas"

 


O Município de Terras de Bouro informou que foi iniciado, à semelhança dos anos anteriores, o programa Voluntariado Jovem para as Florestas.

Este projecto surge no âmbito das candidaturas para a juventude do Instituto Português do Desporto e Juventude, sendo que estas ações são levadas a cabo para promover práticas no âmbito da proteção da natureza, florestas e respetivos ecossistemas.

A abertura oficial do programa, que irá contar com cerca de 11 voluntários, decorreu a 6 de Julho na Câmara Municipal de Terras de Bouro, na presença do Presidente do Município, Manuel Tibo e do Vice-Presidente, Adelino Cunha e, para além das boas-vindas, foram referidos uma vez mais os objetivos desta ação:

• Promover práticas de voluntariado jovem no âmbito da preservação da natureza, florestas e respetivos ecossistemas;

• Promover a aquisição de competências transversais no âmbito da participação e cidadania junto dos/as jovens;

• Sensibilizar as populações em geral para as práticas que promovam a descarbonização da sociedade, tornem a economia circular e valorizem os territórios;

• Sensibilizar a comunidade para a preservação da natureza e para o seu papel na qualidade de vida;

• Prevenir os incêndios florestais e outras catástrofes com impacto ambiental;

• Sublinhar a importância de uma participação ativa na prevenção e na solução dos problemas ambientais;

• Mobilizar para a criação de valores e práticas ambientais, individuais e coletivas, sociais e institucionais e de sã relação com o território;

• Promover uma cultura de corresponsabilidade em termos de sustentabilidade.



Como tem vindo a acontecer nas edições anteriores, esta iniciativa representa um contributo importante para a proteção do património natural do concelho, envolvendo os mais jovens numa participação ativa em prol do ambiente.

Ao longo das próximas semanas, os voluntários desenvolverão ações de sensibilização e vigilância, reforçando a prevenção de incêndios florestais e promovendo uma cultura de cidadania, responsabilidade ambiental e valorização do território, contribuindo para a preservação de um dos mais importantes patrimónios naturais de Terras de Bouro. 

Fotografias © Município de Terras de Bouro (Todos os direitos reservados)

"Céu de Verão" na Porta do Mezio

 


O Verão começou. E com ele chegam as noites que nos fazem parar, respirar fundo e olhar para as estrelas.

No dia 11 de Julho a APEXSKIES convida-o a viver uma experiência única na Porta do Mezio. Entre constelações, histórias milenares e observações através de telescópios, terá a oportunidade de descobrir alguns dos tesouros que iluminam o céu de verão.

Mais informações e inscrições aqui!

"Bombeiros combatem incêndio em área sensível no Parque Nacional Peneda-Gerês"

 


Notícia do jornal PÚBLICO pelo jornalista Andrea Cunha Freitas pela ler aqui.

Fogo continua activo na zona das Sete Lagoas, em Cabril. Ocorrência surge após aviso sobre o risco da presença de dezenas de pessoas em zona proibida do Gerês feito no dia anterior, no domingo.

(a imagem em cima mostra o aspecto da Garganta das Negras e Pico da Nevosa em resulado do fumo deste incêndio) 

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados) via Carlos Araújo / EMC

Incêndio no PNPG (Sete Lagoas, Cabril)

 


Um novo incêndio florestal deflagrou na zona das Sete Lagoas, Serra do Gerês.

O incêndio foi declarado às 20h58 do dia 6 de Julho de 2026 e está a ser combatido por 41 operacionais, apoiados por 9 viaturas e 1 meio aéreo.

A Estação Meteorológica Experimental dos Carris captou a imagem da nuvem de fumo resultante do incêncio.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados) via Carlos Araújo / EMC

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCCXI) - O Covelo

 


Terminada a subida da encosta Norte do Cabeço do Redondelo, Serra do Gerês, entramos no profundo Covelo que nos leva ao topo do cabeço e nos proporciona caminho para Gamil.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

"Resgates em Cabril expõem riscos da circulação em zonas interditas"

 


Notícia da Rádio Montalegre pela jornalista Maria José Afonso.

Duas operações de resgate em apenas dois dias, na zona das Sete Lagoas, em Cabril, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, voltam a chamar a atenção para os riscos associados à circulação em áreas de montanha, sobretudo num período de severidade meteorológica e de elevado risco de incêndio rural.

No sábado, os Bombeiros Voluntários de Salto participaram no resgate de 19 cidadãos espanhóis, entre os quais uma mulher grávida com ferimentos. A operação contou ainda com meios dos Bombeiros de Vieira do Minho, INEM, SIV de Montalegre e Grupo de Resgate e Montanha da GNR/UEPS.

No domingo, uma jovem de 19 anos sofreu uma queda na mesma zona, obrigando a nova intervenção dos Bombeiros Voluntários de Salto.

À Rádio Montalegre, Hernâni Carvalho, comandante dos Bombeiros Voluntários de Salto e presidente da Federação Distrital dos Bombeiros de Vila Real, alertou para a complexidade das ocorrências em Cabril, devido aos acessos difíceis, aos trilhos exigentes e às condições próprias do Parque Nacional.

O responsável lembra que, em locais como as Sete Lagoas, onde existe praticamente um único trilho de acesso, a presença de dezenas de pessoas pode dificultar qualquer operação de evacuação, sobretudo em caso de incêndio.

Hernâni Carvalho defende maior cultura de risco, cumprimento das restrições em vigor e uma visitação mais organizada no Parque Nacional, com controlo, informação, sinalética, presença no terreno e acompanhamento dos grupos.

O comandante alerta ainda que operações desta dimensão mobilizam muitos meios de socorro, durante longos períodos, retirando capacidade de resposta a outras ocorrências.

As autoridades apelam ao cumprimento das regras e à adoção de comportamentos preventivos, de forma a proteger visitantes, população e operacionais.

Imagem ilustrativa

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Questionário "Partilhar Território: Pessoas, Gado e Fauna Selvagem"

 


Este questionário integra um estudo sobre a coexistência entre pessoas, gado e fauna selvagem, com foco especial na Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés (RBTGX).

Para os que vivem, trabaham ou conhecem bem a região do Gerês‑Xurés: a tua voz importa.

O Gerês‑Xurés é de todos, mas nem sempre é dado a compartir o mesmo espaço. Para compreender melhor como as pessoas, o gado e a fauna salvagem convivem nesta Reserva da Biosfera Transfronteiriça, o Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet (Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra) da Universidade de Coimbra, está a desenvolver o estudo Compartir Territorio no marco dum projecto de doutoramento.

Se tens uma ligação com esta região, a tua opinião e experiência são fundamentais.

Concellos incluídos:

Espanha: Lobios, Entrimo, Muíños, Lobeira, Calvos de Randín e Bande.

Portugal: Melgaço, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Terras de Bouro e Montalegre.

O questionária é voluntário, totalmente confidencial e só leva uns minutos.

ES – https://ls.uc.pt/index.php/225711?lang=es

PT – https://ls.uc.pt/index.php/225711?lang=pt

Novo resgate põe a nu miséria do Parque Nacional

 



O dia 5 de Julho de 2026 foi marcado por um novo resgate na Corga de Sobroso (Sete Lagoas), Serra do Gerês, quando uma jovem de 19 anos sofreu uma queda no leito do rio.

Esta foi a segunda ocorrência em 24 horas na mesma zona ("Bombeiros em operação de resgate de 19 pessoas", pelo jornalista Pedro André Mendes, 4 de Julho de 2026), apesar de estar em vigor um estado de alerta durante o qual está proibido o acesso às zonas florestais assim definidas nos respectivos planos municipais.

A verdade, é que a situação não é nova e verifica-se todos os anos em condições semelhantes: simplesmente, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e o Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) não têm meios para proceder a uma vigilância efectiva de todo o território da área protegida. De facto, com uma área de cerca de 70.000 hectares existem apenas 12 Vigilantes da Natureza para cobrir essa área e cuja função não se limita à área do PNPG. Apesar do apoio que posssa vir das equipas de Sapadores Florestais, é manifestamente insuficiente e põe a nu as condições miseráveis do PNPG.

A situação do resgate vem despoletar o desconforto de algumas entidades encarregadas dos resgates, com o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Salto, Hernâni Carvalho, a referir que "todos os dias temos tido situações destas," segundo noticia A Voz de Trás-os-Montes na sua edição digital ("Jovem de 19 anos resgatada nas Sete Lagoas apesar da proibição de acesso", pelo jornalista Pedro André Mendes, 5 de Julho de 2026).

Recorde-se que devido às condições meteorológicas extremas, foi declarada a situação de alerta em todo o território nacional continental entre as 00h00 do dia 3 de Julho e as 23h59 do dia 6 de Julho, estando proibido o acesso a espaços florestais, sendo proibido circular ou permanecer em zonas florestais, caminhos rurais ou vias que as atravessem.

No entanto, e com excepção da estrada que liga a Portela de Leonte e a Portela do Homem, não existe um controlo efectivo no acesso às diversas zonas florestais e mesmo na Portela do Homem assistiu-se à tentativa de entrada nesses espaços por parte de visitantes que, estacionando no lado galego da fronteira, tentam aceder às zonas ribeirinhas nas proximidades.

Mesmo o controlo da interdição no acesso à Mata de Albergaria está a ser feito pelos elementos contratados para a cobrança da taxa de acesso àquela zona, tal como testemunhei na manhã do dia 4 de Julho.

O Parque Nacional deveria ser dotado de um sistema de aviso semelhante ao que existe em zonas de montanha e através do qual se poderia informar os visitantes das condições que iriam encontrar. Por exemplo, à saída das Caldas do Gerês na direcção da fronteira ou à saída do Campo do Gerês em direcção à Mata de Albergaria, deveria existir uma sinalética electrónica com a informação sobre o estado do acesso, informação essa que teria utilidade tanto no Verão como no Inverno em dias de nevada ou de frio «extremo». Na Serra da Estrela existe uma informação simples que mostra a interdição (ou não) das vias de acesso à Torre. Porque não um sistema semelhante no PNPG?

Por outro lado, porque (aparentemente) nunca se viu uma coordenação entre o ICNF e a GNR para a vigilância do PNPG? Porque é que o PNPG não está dotado de elementos da Guarda Florestal no terreno? Porque é que - apesar de ser aconselhado - o ICNF não coloca a informação sobre as coimas em caso de desrespeito pelas regras de visitação? Talvez seja hora de efectivamente se passar dos conselhos aos actos e começar a responsabilizar quem desrespeita as regras de visitação e por parte de quem tenha uma actuação negligente.

Sabemos que a maior percentagem do turismo no PNPG nesta altura do ano provém dos visitantes que não querem visitar o PNPG, mas sim pretendem fazer praia na montanha ("Parque Nacional da Peneda-Gerês: não se pode ir para o Gerês como se vai para a praia", pelas jornalistas Patrícia Carvalho e Teresa Pacheco Miranda, 3 de Agosto de 2020 - exclusivo a assinantes). Apesar da consciência e da percepção do perigo das zonas ribeirinhas ter (aparentemente) aumentado, todos os anos se repetem as situações de quedas nas lagoas e lá vão surgindo as típicas notícias dos "resgates no Gerês". O trabalho de consciencialização deve ser feito por todos: ICNF, associações de promoção do território, hoteleiros, postos de turismo, etc. No entanto, o problema só se irá resolver quando os banhistas tiverem respeito por eles próprios e tomarem medidas preventivas para evitar o acidente. Tendo em conta o estado actual da consciencialização da sociedade, temo que o problema se irá agravar nos próximos anos.



A protecção do Ambiente e da Natureza em Portugal nunca foi a primeira, segunda ou mesmo terceira prioridade para os sucessivos governos nacionais. As áreas protegidas sobrevivem com escassos orçamentos que não lhes permite cumprir com os objectivos para as quais foram criadas. No caso do PNPG - que deveria ser a jóia da coroa da protecção da Natureza no nosso país e que aguarda há quase dois anos pelo novo Regulamento de Gestão e pelo seu Programa Especial - os sinais do seu definhamento estão todos aí para os que quiserem ver.

Relembro a catástrofe que atingiu o PNPG em Agosto de 2025 no qual um incêndio florestal dizimou quase por completo a Serra Amarela sem que o Governo fosse capaz de resolver a situação com um efectivo reforço de meios. Seguiu-se a visita da ministra e tudo ficou na mesma. O que se assistiu não foi um filme de catástrofe, foi a destruição de um território vivo; não foi apenas "mato", foi bosque, foi floresta, foi a natureza e foi o sustento de muitas pessoas. Ardeu por culpa da negligência.

Sem um verdadeiro reforço e uma mudança de paradigma na protecção da Natureza em Portugal, temo que estejamos a assistir aos últimos dias do Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Fotografia © Paulo "No Gerês" Figueiredo (Todos os direitos reservados)

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCCX) - O Pinheiro da Cigarra e o cume de Borrageiros

 


No topo da Corga das Mestras surge o tronco seco do Pinheiro da Cigarra enquadrado com o cume do colosso de Borrageiros, Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

domingo, 5 de julho de 2026

Começou a ser cobrada a taxa de acesso à Mata de Albergaria

 


O primeiro fim-de-semana de Julho marcou o início da cobrança da taxa de acesso à Mata de Albergaria no Verão de 2026 (na verdade, começou a ser cobrada a 1 de Julho).

A cobrança da taxa de acesso manter-se-á até 30 de Setembro no período entre as 11h00 e as 18h00.

Por lei, o dia 1 de Junho assinalou o início do período durante o qual o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) pode cobrar a taxa de acesso à Mata de Albergaria, Serra do Gerês. Este período mantém-se até 30 de Setembro.

Esta taxa de acesso aplica-se aos veículos motorizados, tendo um valor de €1,50 por dia.

Segundo a Portaria n.º 31/2007, de 8 de Janeiro, que veio fixar a taxa de acesso, esta tem por objectivo assegurar a preservação dos frágeis ecossistemas que caracterizam a Mata de Albergaria ao se aplicar medidas que passariam pela sustentabilidade da gestão dos recursos naturais, sujeitando a sua utilização ao pagamento de uma taxa de acesso, segundo o princípio do utilizador-pagador.

Nos termos da Portaria n.º 39/2011, de 18 de Janeiro, são isentos do pagamento da taxa de acesso por viaturas motorizada à área abrangida pela Reserva Biogenética da Mata de Albergaria:

a) Os condutores que sejam residentes ou naturais do concelho de Terras de Bouro, mediante a apresentação de documento comprovativo da sua naturalidade ou residência;

b) Os condutores que sejam residentes no restante território abrangido pelo Parque Nacional da Peneda -Gerês, mediante a apresentação de documento comprovativo da sua residência;

c) Os condutores que sejam residentes no município espanhol de Lobios, mediante a apresentação de documento comprovativo da sua residência;

d) As viaturas ao serviço do Parque Nacional da Peneda- Gerês ou do Parque Natural da Baixa Limia - Serra do Xurés;

e) As viaturas de outras entidades no exercício de funções de policiamento ou fiscalização e de prevenção de incêndios.

O acesso à Mata de Albergaria é condicionado entre as 9h30 e as 19h00 com a existência de três pontos de controlo/cobrança na Portela de Leonte, Portela do Homem e Bouça da Mó. 

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sábado, 4 de julho de 2026

Resgate na Serra do Gerês

 


Segundo noticia a Rádio Montalegre através das suas redes sociais, "Os Bombeiros Voluntários de Salto e de Vieira do Minho estão a participar numa operação de resgate de 19 cidadãos de nacionalidade espanhola, nas Sete Lagoas, em Cabril, no Parque Nacional da Peneda Gerês.

A operação conta ainda com o apoio da ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Montalegre, do INEM, e do Grupo de Resgate e Montanha da GNR/UEPS.

Segundo os Bombeiros de Salto, entre as vítimas encontra se uma mulher grávida com ferimentos. Os 19 cidadãos já foram localizados e estão a ser assistidos no local pelos operacionais."

O resgate terá ocorrido supostamente após uma queda por parte de um dos elementos do grupo.

Fotografia (meramente ilustrativa) © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCCIX) - As Albas e os Prados da Messe

 


As Albas e os Prados da Messe, Serra do Gerês, vistos à chegada vindo do Rendeiro.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Postais do PNPG (CCLXXI) - "Grande Hotel Ribeiro"

 


O Grande Hotel Ribeiro é o tema deste postal ilustrado cuja sua edição deverá datar dos princípios do século XX, sendo uma edição da Photographia Nacional - Braga & Gerez.

Segundo Vicente Craveiro Martins, no seu livro "Grandes Hotéis das Caldas do Gerês - História Social e Arquitectónica da Hotelaria Geresiana" (Município de Terras de Bouro, 2016), o Grande Hotel Ribeiro foi construído entre 1889 e 1890, sendo criado por António Joaquim Martins Ribeiro e por Francisco José da Silva, "o Botequim". Porém, esta inauguração reflecte as alterações ao projecto inicial criado em 1882 e inaugurado em 1883/1884 ("O Gerês de Bouro a Barroso - Singularidades Patrimoniais e Dinãmicas Territorias", Rosa Fernanda Moreira da Silva, Edições Afrontamento - 2011).

O hotel seria destruído a 15 de Abril de 1997 por um violento incêndio.



Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)