segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCCXXXIII) - Lavaria Velha

 


A Lavaria Velha da Mina do Salto do Lobo foi construída em 1943, sendo mais tarde - nos anos 50 - substituída pela Lavaria Nova situada no topo da Corga de Lamalonga, Serra do Gerês. Esta, iria operar até 1974.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Minas dos Carris, 24 de Agosto de 2026

 


A paisagem vista das Minas dos Carris na manhã do dia 23 de Agosto de 2026 é bem diferente da registada no dia anterior, com as pesadas nuvens a bloquear a paisagem do Pico da Nevosa e da Garganta das Negras. 

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados) via Carlos Araújo / EMC

domingo, 23 de agosto de 2026

Minas dos Carris, 23 de Agosto de 2026

 


A paisagem vista das Minas dos Carris na manhã do dia 23 de Agosto de 2026, com o Pico da Nevosa e a Garganta das Negras. 

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados) via Carlos Araújo / EMC

sábado, 22 de agosto de 2026

Outros trilhos - Trilho do Rio Mouro (PR11 MLG)

 


Os rios são um dos traços mais marcantes das nossas paisagens. Este trilho, que tem início junto à antiga escola primária de Cousso, desenvolve-se ao longo do vale do Rio Mouro, atravessando as aldeias de Cousso, Gave e Parada do Monte.

O Rio Mouro nasce na localidade de Lamas de Mouro, percorre cerca de 30 quilómetros até desaguar na margem esquerda do Rio Minho, na localidade de Ponte de Mouro, concelho de Monção. No seu trajeto, propicia um contacto interessante com um rico e vasto património natural e paisagístico, sustentado em águas cristalinas, límpidas e refrescantes e pontuado por locais paradisíacos que apelam à contemplação e ao descanso. Seguindo as orientações, a descida permite chegar mais próximo das margens do rio, onde se destaca toda a riqueza da sua vasta galeria ripícola e uma grande biodiversidade. Ao longo do seu percurso, o Rio Mouro, forma um Vale, talhado maioritariamente sobre solos graníticos, com encostas de acentuadas pendentes, humanizadas desde a sua base até ao topo. A sua importância, desde tempos recuados, no auxílio à subsistência das populações é atestada na humanização dos solos das aldeias que nele se aninham e que possuem um impressionante conjunto de socalcos. Os socalcos agrícolas são estruturas que contrariam a natureza dos declives e permitem ao homem desenvolver as atividades agrícolas nos locais mais inóspitos. Surgem a eles associados as culturas do milho, a vinha (ramada) e uma intensa policultura de hortícolas variadas.







A valorização e preservação destas paisagens é essencial para a prevenção de riscos naturais. Já em Parada do Monte, não deixe de recuperar energias junto à Capela da Sra. da Vista e Sr. dos Aflitos, também conhecida por minhoteira onde pode desfrutar de um local tranquilo com contacto direto com o rio e onde o som da água e a sombra fresca convidam a momentos de relaxamento e a retemperar forças. Depois de atravessada a ponte pedonal da Minhoteira, o trilho leva-o de regresso ao ponto de partida através de dois passadiços de visita obrigatória.

Texto extraído daqui!

Traçado em gpx e kml

Mapa (PT)
























Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

403... Sombras e Carris

 


Uma visita à Mina Mercedes As Sombras e às Minas dos Carris tirando partido de um dia no qual as temperaturas foram «amenas», sem ter a sensação de um calor tórrido que massacrou a terra nos dias anteriores.

A paisagem típica do estio encontrava-se «queimada» pelo Sol, com as nascentes de água quase todas secas - excepção a uma abundante nascente perto da Cabana da Calballosa e da Casa da Illeira, no caminho florestal que me levaria até ao início da subida final para as velhas minas galegas.

A passagem de fronteira fez-se na Portela da Amoreira, ladeando o marco geodésico dos Carris a Poente. Passando as velhas sanjas mineiras, a paisagem das Minas dos Carris surgiu com os tons típicos do estio.

Após um descanso e repasto junto da represa das Minas dos Carris, iniciei o regresso passando pelo local da velha estação meteorológica e segui em direcção ao Salto do Lobo, tomando o velho caminho mineiro através do Vale do Alto Homem até à Portela do Homem.

Foi mais um dia de montanha a provar que o excesso de turismo ou de visitantes na Serra do Gerês por esta altura do ano, apenas de limita aos locais promovidos pelos interesses turísticos instalados. Ao longo do dia, e antes de chegar à Portela do Homem, apenas vi duas pessoas, o que mais uma vez deita por terra o mito do excesso de visitantes na área de mabiente natural.

Ficam algumas fotografias do dia...





































Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)