quinta-feira, 16 de julho de 2026

"Bloco quer conhecer parecer do ICNF e medidas de proteção ambiental para a etapa que atravessa a Mata de Albergaria"

 


Notícia do jornal Terras do Homem pelo jornalista Pedro Antunes Pereira, para ler aqui.

"A realização de um evento com a dimensão logística da Volta a Portugal que envolve centenas de veículos, equipas, organização, forças de segurança, comunicação social e um elevado número de espectadores levanta preocupações quanto aos impactes sobre os habitats naturais, as espécies protegidas, o património arqueológico e o risco acrescido associado ao período de elevado perigo de incêndio."

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

De velhos mitos



Conhecer a História é compreender o território.













Conhecer a História é não alimentar falsos mitos.

Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Uma prenda de um amigo

 


Quando fazia parte das filieras do Agrupamento XIX - S. Vicente, Braga, do Corpo Nacional de Escutas, um dos locais com que mais frequência visitávamos era a Serra do Gerês.

Nos idos dos 90, olhar para a carta militar n.º 31 era como viajar com a imaginação através de montes e vales. Os nomes que iam surgindo ao longo das nossas viagens imaginárias, levavam-nos para aventuras sem fim e transportavam-nos para «grandes conquistas» por entre as serranias desconhcidas.

Uma viagem ao Gerês e a emoção da chegada à vila termal ou à aldeia do Campo do Gerês, era o início de uma aventura que nos levava a zonas «quasi» selvagens. Explorar o Vale do Homem, caminhar nas planuras da Messe, mergulhar nas águas do Arado, calcorrear as ruelas escuras dos povoados ou aventurar-nos pelo desconhecido da Serra Amarela, criavam memórias que ainda perduram e perdurarão.

O Parque Nacional e o contacto com as suas gentes era uma ocasião para tudo aproveitar, conhecer e absorver. Por isso, coleccionávamos tudo o que podíamos encontrar, desde o pequeno osso ou um pequeno ramo no qual inscrevíamos a data da aventura, até um parafuso enferrujado das minas perdidas na vastidão da serra, passando pela documentação impressa sobre o Parque Nacional.

Ontem recebi uma prenda de um amigo dessas aventuras calcorreadas com botas de biqueira de aço ou com as «botas da tropa» do irmão mais velho, calçando as meias de lá religiosamente compradas na vila do Gerês e carregando as pesadas mochilas e tendas de lona ao longo de longos quilómetros.

As fotografias, que vão existindo, parecem começar a desbotar e a perder a cor, mas a memória destes momentos encontra-se sempre viva e clara... "às bezes!"

Um abraço!

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCCXVII) - O Curral das Abrótegas e Carris

 


O marco geodésico dos Carris (na extrema da freguesia do Campo do Gerês) surge como um pequeno ponto no horizonte nesta fotografia que tem em primeiro plano o abrigo pastoril do Curral das Abrótegas, Serra do Gerês. Faltando-lhe a cobertura de torrões de terra, este abrigo pastoril é um magnífico exemplo dos velhos abrigos de falsa cúpula existentes um pouco por todo o território do Parque Nacional da Peneda-Gerês.

O Curral das Abrótegas é também conhecido como o "Curral do Armando Espada", sendo um de dois currais existentes na Chã das Abrótegas (o outro é o Curral de Cabanas Novas - ou Curral do Conde de São Lourenço).

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

"O Gerês não tem de escolher entre Natureza e desenvolvimento"

 


O Vereador da Câmara Municipal de Terras de Bouro, António Cunha, publicou na rede social controlada pela Meta, a sua opinião sobre a passagem da Volta a Portugal em Bicicleta pela Mata de Albergaria... 

"Terras de Bouro precisa do turismo e o turismo precisa de promoção. Felizmente, essa promoção pode e deve ser compatibilizada com a preservação do património natural. Quem me conhece sabe que jamais defenderia qualquer iniciativa que colocasse em causa os valores ambientais do Parque Nacional da Peneda-Gerês."

O texto completo pode ser acedido aqui.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)


quarta-feira, 15 de julho de 2026

"ICNF diz que não lhe cabe multar quem ignora restrições no Gerês, onde GNR identificou 47 pessoas nas Sete Lagoas"

 


Notícia do Observador para ler aqui.

A presidente da Câmara de Montalegre defende a aplicação de multas para resgates em zonas de alerta de incêndio devido ao incumprimento das regras. O ICNF diz que não lhe cabe aplicar sanções.

Fotografia © Pedro Sarmento Costa/LUSA

V Encontro de Escaladores no Campo do Gerês


No fim de semana de 26 e 27 de Setembro de 2026, vai realizar-se o 5° Encontro de Escaladores do Campo do Gerês!

Em breve mais novidades, informações e a abertura das inscrições!

Falta de água na "serra alta"

 


A pouca quantidade de chuva que tem caído nos últimos meses, não foi suficiente para renovar os aquíferos a maior altitude na Serra do Gerês.

Muitas das nascentes ou fontes encontram-se com pouco caudal e a recolha de água dos ribeiros pode ser problemática, pois com a presença das vezeiras na serra, a qualidade é duvidosa que mesmo as pastilhas purificadoras e desinfectantes ou os filtros de água poderão não ser suficientes para a tornar potável.

Por exemplo, se em 2025 a Fonte do David - nas Minas dos Carris - acabaria por secar em meados de Agosto, no corrente ano a fonte já quase não tem água, que cai a gotas e em breve estará seca. Para quem caminha pelo Vale do Alto Homem, a única fonte é a Fonte da Abilheirinha, no início do percurso. A Fonte da Portela do Homem apresenta um escasso caudal.

O mesmo se verifica noutras fontes (na zona do Arado, Vale do Rio Conho,) com pequenos ou inexistentes caudais, e mesmo algumas estando já secas (a caminho de Pradolã, logo após Pousada; e a Fonte do Curral de Rocalva).

Para as grandes travessias (por exemplo, Prados da Messe para Borrageiros), existe água na Fonte de Premuinho (a poucas dezenas de metros do Curral de Premuinho) e possivelmente (com pouco caudal) haverá água na Fonte de Arrocela (perto das velhas minas). Para a travessia para Pitões das Júnias aconselha-se que levem pelo menos 3 litros de água, pois não há fontes ou nascentes de confiança disponíveis.

Caso tenham alguma informação sobre as fontes ou nascentes com «bom» caudal ao longo dos percursos, por favor compartilhem?!

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Sobre os «polémicos» resgates, os custos dos mesmos, da responsabilidade individual e a gestão do Parque Nacional

 


Os resgates que ocorrem na Serra do Gerês (os outros não merecem tanta divulgação mediática) são sempre tema nos dias de Verão ou quando a meteorologia brinda a paisagem com os dias soalheiros.

A cada resgate surge uma legião de impertigados a exigir o pagamento dos mesmos, seja em que circunstância ocorram; desde "ovelhas não são para mato" até a "irresponsáveis", lê-se de tudo. O cenário é o reflexo do tipo de sociedade na qual nos tornamos: ódiosa, mal formada e informada, cada vez mais dependentes de uma IA que, eventualmente, nos vai dominar, mas que para muitos será uma ferramenta de conhecimento vazio e ôco.

A situação é tal que o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Salto, Hernâni Carvalho, «se viu obrigado» a publicar um interessante esclarecimento na sua página da rede social Facebook...

De forma resumida:

1) "Eu não acompanho a ideia de que as pessoas que são socorridas no Parque Nacional da Peneda do Gerês, tenham de pagar multas ou custos Associados ao Socorro. Em Portugal, o socorro é gratuito e não pode ser diferente para os visitantes deste Parque. (...) ninguém paga uma ambulância que leva um cidadãos alcoolizado ao hospital. Portanto, no Parque, há-de ser como é no resto do País."

2) "Eu não tenho nenhum interesse que as pessoas que não cumprem as declarações de alerta, ou o regulamento do Parque, sejam multadas. (...) Aquilo que defendo, é mais responsabilidade individual, atitudes preventivas que visem a segurança coletiva e previnir acindetes. Defendo sim, que as entidades que têm responsabilidade de ordenar o território, tivessem mais informação disponível, portas e pontos físicos de difusão de informação oficial e uma malha de vigilantes que, no território, informassem as pessoas."

3) "(...) quem não respeitar o PNPG e as suas gentes, não o merece conhecer."

4) "Assumo que sou mais um apaixonado do Parque Nacional da Peneda do Gerês. Gostava de ver este diamante bruto melhor gerido, não só com respeito pela natureza e por este património natural ímpar, mas sobrerudo com mais respeito por quem lá vive. (...) ...mas não me canso de dizer que o Parque tem uma ausência de estado grotesca nalguns aspetos, como este, e excesso de estado e de zelo em outros, que só o prejudicam."

A declaração completa pode ser lida aqui.

Fotografia © Hernâni Carvalho (Todos os direitos reservados)

A Volta a Portugal no Gerês

 


Um evento como a Volta a Portugal em Bicicleta é inegavelmente um meio de promoção do território a nível nacional e internacional.

De facto, aproximando-se da sua centésima edição, até se questiona como não correu mais cedo por estas paragens? A resposta é óbvia: a Volta passa em locais onde o financiamento existe e não é pelos «lindos olhos do Gerês» que ela vem para cá.

Tornando-se a polécima do momento, o traçado da Volta quer levá-la a cortar a Mata de Albergaria, Reserba Biogenética declarada pela UNESCO, verdadeiro coração e razão de ser do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG). Em dois ou três dias já se escreveu o essencial sobre as razões pelas quais não deve (e não pode) passar pela Mata de Albergaria: a Volta é essencialmente uma "enorme comitiva composta por dezenas e dezenas de automóveis da organização, das equipas, da comunicação social, das forças de segurança e de assistência, para além do inevitável afluxo de espectadores", acrescentando helicópteros a baixa altitude. Se a passagem é fugaz, a presença de milhares de pessoas num espaço limitado como é a Mata de Albergaria, a "área ecologicamente mais sensível do único Parque Nacional português" é razão suficiente para ter "bom senso" e determinar um percurso alternativo para a Volta que pode, seguramente, promover de melhor forma o concelho e o Parque Nacional.

Volta a Portugal em Bicicleta em Terras de Bouro e na vila do Gerês, óbviamente que sim! A passar na Mata de Albergaria, óbviamente que não!



Questiona-se também como é que se chegou a este traçado para a Volta em Portugal em Bicicleta sabendo de antemão que: 

- 1) atravessa uma zona sensível do Parque Nacional,

- 2) sabendo que o Plano de Ordenamento do PNPG não o permite,

- 3) sabendo que o traçado seria polémico e que estaria sugeito a "constrangimentos".

Quem aconselhou a Organização da Volta em Portugal em Bicicleta 2026 e que garantias foi dada à Organização de que tal seria possível? Porque se apela a uma minimização de "constrangimentos"? Porque é que o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas - ICNF - (supostamente) não foi consultado antes da divulgação do evento a 9 de Julho de 2026?

O que é a Mata de Albergaria? A Mata de Albergaria é uma extensa área florestal, localizada na zona central do PNPG ocupando uma área superior a 1.500 hectares, ao longo do Vale do Rio Homem. Tendo resistido a séculos de desflorestação por incêndios frequentes e pastorícia, a Mata de Albergaria é hoje um testemunho único dos bosques que outrora cobriam o noroeste da Península Ibérica: o carvalhal galaico-português. Representa o único carvalhal maduro de carvalho-alvarinho (Quercus robur) existente em Portugal. Os restante bosques de carvalho existentes em Portugal são de menor dimensão e, sobretudo, muito mais jovens. 



O Parque Nacional da Peneda-Gerês está no limite, sem financiamento, sem Vigilantes da Natureza, ao abandono, mal tratado, enfim «sem rei, nem roque». Tal como referiu Hernani Carvalho, o Parque Nacional "tem uma ausência de estado grotesca nalguns aspetos, (...), e excesso de estado e de zelo em outros, que só o prejudicam" e citando Miguel Brandão Pimenta, "a legislação ambiental é invocada para limitar os cidadãos, mas pode ser ignorada quando estão em causa grandes eventos."

Define-se "Parque Nacional" como uma área que contenha maioritariamente amostras representativas de regiões naturais características, de paisagens naturais e humanizadas, de elementos de biodiversidade e de geossítios, com valor científico, ecológico ou educativo. A classificação de um parque nacional visa a proteção dos valores naturais existentes, conservando a integridade dos ecossistemas, tanto ao nível dos elementos constituintes como dos inerentes processos ecológicos, e a adopção de medidas compatíveis com os objetivos da sua classificação.

A autorização da passagem deste evento pela Reserva Biogenática da Mata de Albergaria por parte do ICNF é uma verdadeira machadada na sua autoridade e deita por terra qualquer credibilidade e autoridade na gestão do PNPG, com as óbvias graves consequências de daí advêm.

O Parque Nacional é de todos, "vamos juntos" protegê-lo!

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

"A Volta a Portugal em Bicicleta Invade o Nosso Único Parque Nacional"



Comunicado da FAPAS sobre a possibilidade da Volta a Portugal em Bicicleta passar pela Mata de Albergaria na sua edição de 2026.

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A FAPAS - Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade, vem manifestar a sua profunda preocupação com as recentes notícias da passagem, no próximo dia 13 de Agosto, da Volta a Portugal em Bicicleta 2026 no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), classificado pela UNESCO como Reserva Mundial da Biosfera.

Nada nos move contra a Volta a Portugal, mas muito nos mobiliza em defesa do nosso único Parque Nacional: a biodiversidade, a paisagem, a cultura local, o turismo rural, entre muito outros valores que o Parque Nacional deve acautelar.

O site oficial da Volta a Portugal indica que a 7.ª etapa partirá de Vieira do Minho, passará pela Caniçada, Rio Caldo e Vila do Gerês, subirá à Portela de Leonte pela EN308-1 e atravessará depois a Mata da Albergaria, pela estrada florestal até à Portela do Homem. 

Não serão só os ciclistas a atravessar a Mata de Albergaria, uma das áreas mais sensíveis do PNPG, mas também uma numerosa e ruidosa comitiva de acompanhamento constituída por automóveis, motos, altifalantes, sirenes, espectadores, etc.

Depois de inúmeras atrocidades feitas e tentadas no PNPG faltava esta atividade, de resto sujeita a parecer do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), entidade que gere o PNPG.

Esta área protegida rege-se pelo Plano de Ordenamento do Parque Nacional da Peneda-Gerês (POPNPG) aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 11-A/2011 de 4 de fevereiro.

Ora esse Plano determina, no seu Artigo 8.º (Actos e actividades condicionados) que "[...] na área de intervenção do POPNPG ficam sujeitos a parecer do ICNB, I. P., os seguintes actos e actividades, quando realizados em áreas sujeitas a regimes de protecção [como é o caso da Mata de Albergaria]: "e) A prática de actividades desportivas e recreativas não motorizadas [...] bem como a realização de eventos desportivos ou recreativos, [...] excepto se previstas na Carta de Desporto de Natureza;", o que não acontece.

Não faltam locais montanhosos em Portugal onde esta competição se poderia realizar, mas acetaram logo numa área protegida, o que mostra, por um lado, a profunda iliteracia ambiental e, por outro, o enorme recuo das medidas e ações de conservação da natureza

A FAPAS solicita à Senhora Ministra do Ambiente e ao ICNF que divulguem publicamente o parecer que o ICNF deu (se é que deu!) sobre esta a travessia da Mata de Albergaria pela ruidosa Volta a Portugal em Bicicleta 2026.

É que, se o ICNF não deu parecer, então a situação é mais grave!

terça-feira, 14 de julho de 2026

"A Volta a Portugal não está acima da lei", um texto de Miguel Brandão Pimenta

 


O site oficial da Volta a Portugal 2026 é claro: a 7.ª etapa partirá de Vieira do Minho, passará pela Caniçada, Rio Caldo e Vila do Gerês, subirá à Portela de Leonte pela EN308-1 e atravessará depois a Mata da Albergaria, pela estrada florestal até à Portela do Homem. 

Não passará apenas o pelotão. Segui-lo-á uma enorme comitiva composta por dezenas e dezenas de automóveis da organização, das equipas, da comunicação social, das forças de segurança e de assistência, para além do inevitável afluxo de espectadores. Tudo isto no coração da área ecologicamente mais sensível do único Parque Nacional português.

Esta decisão é incompreensível. E é ainda mais grave porque o Plano de Ordenamento do Parque Nacional da Peneda-Gerês é claro ao não permitir a realização de provas desportivas na Área de Protecção Parcial, onde se integra a Mata da Albergaria.

Portugal tem milhares de quilómetros de estradas e inúmeras alternativas para traçar uma etapa da Volta. Não havia qualquer necessidade de fazer passar a prova precisamente pelo sector mais sensível e mais protegido do Parque Nacional, que é simultaneamente Reserva Biogenética da Europa.

A passagem da Volta em Albergaria será um lamentável retrocesso e mais um sinal de que a legislação ambiental é invocada para limitar os cidadãos, mas pode ser ignorada quando estão em causa grandes eventos.

O ICNF e a organização da Volta a Portugal têm o dever de esclarecer publicamente em que disposição legal fundamentam esta decisão. Se a lei permite esta etapa, indiquem o artigo. Se não permite, expliquem por que razão entendem não estar obrigados a cumpri-la.

Fotografia © Miguel Brandão Pimenta (Todos os direitos reservados)

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCCXVI) - Cancela

 


As paredes aprumadas do maciço de Cancela são aqui fotografadas na descida do Vale do Alto do Homem após a passagem do Modorno, Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

"Volta a Portugal quer entrar no coração do Gerês, mas ICNF ainda não aprovou a etapa"

 


Notícia do jornal PÚBLICO pela jornalista Andrea Cunha Freitas para ler aqui.

Passagem inédita pela Mata de Albergaria, uma das áreas mais sensíveis do Parque Nacional da Peneda-Gerês, gera contestação. Autoridade ambiental confirma que processo está em análise.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Postais do PNPG (CCLXXII) - "GEREZ - Estrada para as Salas"

 


Um aspecto da estrada para as Salas que liga as Caldas do Gerês ao Campo do Gerês, num postal da primeira metade do século XX.

O postal (não circulado) é uma edição Neogravura, Lda (Lisboa) e baseado numa fotografia da Foto Zalez (Edição Loja Espanhola).

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)