Mergulhado no silêncio e na névoa que turva a memória dos Homens, um dos abrigos pastoris dos currais que existem nas Negras mostra os sinais do abandono de décadas na Serra do Gerês.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
Mergulhado no silêncio e na névoa que turva a memória dos Homens, um dos abrigos pastoris dos currais que existem nas Negras mostra os sinais do abandono de décadas na Serra do Gerês.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
Aproximando-se a passos largos no calendário, os sinais da chegada do Outono estão já por todo o lado na Serra do Gerês. O Curral de Biduíças apresenta-se com manto de merendera montana (noselha ou quita-merendas) anunciando os dias que se encurtam.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
Devido a trabalhos de pavimentação no Caminho Florestal entre o Cruzeiro do Campo do Gerês e a variante Zanganho / Batoca, dar-se-á a interrupção da circulação de trânsito entre o entromcamento com a variante de Chã de Ermida e o Miradouro do Mirante Velho.
A interrupção ocorrerá nos dias 14, 17 e 18 de Setembro de 2026, entre as 8h00 e as 18h00.
Imagens: Município de Terras de Bouro
As VII Jornadas Técnicas Sobre os Carvalhos terão lugar entre 23 e 25 de Outubro de 2026, em Campo do Gerês, Terras de Bouro.
Da sua apresentação, "Com a duração de 3 dias, a VII edição das Jornadas terá o Restauro Ecológico como tema e realizam-se nos dias 23, 24 e 25 de outubro de 2026, em Campo do Gerês, Terras de Bouro, em pleno coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês, às portas da Mata da Albergaria, cuja riqueza natural é única. Os participantes, oradores e convidados são recebidos no Campo do Gerês, para partilharem a sua experiência e conhecimento através de apresentações, debates, degustação de produtos locais e momentos didáticos.
Como a floresta não se vive em sala, o programa inclui visitas à floresta onde os participantes têm oportunidade de assistir a palestras em anfiteatros naturais, identificar espécies, e, por vezes, ações de plantação e colheita de sementes, entre outras atividades, destacando-se nesta edição de 2026 uma atividade prática de restauro ecológico.
Se na floresta autóctone se gera uma multiplicidade de valores económicos, sociais e ambientais, o que se pretende com estas Jornadas é dar a cada participante essa mesma experiência."
Mais informações, programa e inscrições aqui!
O Curral de Fechinhas perante a imensidão de Velas Brancas, Serra do Gerês.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
Devido à construção da Rede Pedonal entre o Zanganho e a Batoca, irá proceder-se à interrupção da circulação de trânsito entre o entromcamento do "caminho florestal Zanganho / Campo do Gerês" e o início do núcleo habitacional de Pedrogo.
A interrupção ocorrerá entre 10 de Setembro e 6 de Novembro de 2026.
Imagens: Município de Terras de Bouro
Notícia d'O Amarense para ler aqui.
"Uma turista brasileira, de 40 anos, que se perdeu esta terça-feira num trilho do Parque Nacional da Peneda-Gerês foi resgatada pelos Bombeiros de Salto, encontrando-se em boas condições de saúde."
Fotografia: O Amarense
Os currais de montanha nas serranias do Parque Nacional serão o melhor exemplo do aproveitamento e adaptação das gentes serranas num ambiente mais hóstil. O Curral de Rocalva, Serra do Gerês, tal como muitos outros, surge como um oásis no meio de um mar de granito, permitindo a guarda das vezeiras nos dias de estio.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
Notícia d'O Minho pelo jormalista Pedro Luís Silva, para ler aqui!
"Duas crias de águia-real, nascidas no Parque Biológico de Gaia, no âmbito de um programa de conservação desta espécie ameaçada, vão ser libertadas no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG)."
Fotografia: ICNF
A circulação de trânsito estará condicionada entre os dias 8 e 11 de Setembro de 2026, no período entre as 8h00 e as 18h00, para trabalhos de pavimentação da estrada que liga o Cruzeiro (Campo do Gerês) e o Zanganho ("Caminho Florestal Cruzeiro Campo do Gerês - variante Zanganho/Batoca"), mais concretamente "entre o entroncamento com a variante de Chã da Ermida e o Miradouro Mirante Velho."
Imagens: Município de Terras de Bouro
A Ponte Feia liga as duas margens do Rio Homem, Serra do Gerês, junto da Milha XXXIII da Geira Romana.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
Notícia d'O Amarense para ler aqui.
"Uma pessoa sofreu uma queda numa zona do Parque Nacional da Peneda-Gerês, em Vilar da Veiga, no concelho de Terras de Bouro, tendo sido necessário realizar uma operação de resgate devido ao difícel acesso ao local."
Fotografia: (via) O Amarense
A tranquilidade da capra pyrenaica na Serra do Gerês.
Vídeo © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
A fotografia é datada de Agosto de 1951 e esconde alguns detalhes interessantes.
Estavamos no início da segunda fase de exploração mineira nos píncaros da Serra do Gerês. A Sociedade das Minas dos Castelos, Lda. havia deixado de laborar no complexo mineiro já desde 1945 e as instalações estariam «abandonadas» desde então.
Surgia a Sociedade das Minas dos Gerez, Lda. que, composta por quatro sócios, havia conseguido o acesso às concessões mineiras ali existentes e era necessário preparar as instalações para uma nova fase de exploração onde esta seria mais intensa e proveitosa.
Os edifícios que são visíveis na fotografia iriam sofrer algumas alterações. Por exemplo, o edifício que vemos do lado esquerdo e que teve uma "tripla utilização como pequeno refeitório, cantina e recepção do minério", sendo inicialmente apresentado como "edifício de escritórios e cantina destinado ao gabinete técnico, gabinete de administração, depósito de minério, cantina e respectivo escritório" e seria modificado na sua estrutura exterior com a abertura de uma porta onde na fotografia se vê uma janela.
O mesmo aconteceria nos edifícios contíguos, "que constituíam quatro casas de habitação, nas quais ainda são visíveis algumas lareiras e vestígios das paredes de estuque que definiam as várias divisórias das casas. A primeira casa sofreu remodelações no princípio dos anos 50. Estes edifícios foram originalmente propostos como camaratas para os guardas e serviçais e foram construídos com paredes de alvenaria ordinária com uma espessura de 0,40 metros e com uma divisória do mesmo material de 0,20 metros. Compostos por duas divisórias, a dependência menor era destinada a camaratas dos guardas enquanto a de maiores dimensões era destinada a uso exclusivo dos serviçais. O telhado, de duas águas, era coberto a telha lusalite."
A fotografia mostra ainda uma parte do Posto de Socorros (ou enfermaria) e em último plano os armazéns ali existentes.
Fotografia © Paulo Gaspar / Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
O Rio Homem precipita-se no Poço da Ponte Feia junto da milenar via romana que atravessa a Serra do Gerês.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)