quarta-feira, 24 de junho de 2026

A Festa de S. João, o solstício de Verão e os rituais de fertilidade

 


As Festas de S. João estão inevitavelmente associadas ao solstício de Verão e aos rituais de fertilidade seguindo velhos rituais pagãos cristianizados, mas que na sua essência, reflectem os intermináveis ciclos da Natureza que também ordenam outras festividades. O mesmo se verifica nas muitas festas realizadas em todo o país, e as festividades de S. João em Campo do Gerês (e no passado, em certa medida, em Vilarinho da Furna, são um bom exemplo).

Em "Festividades Ciclicas em Portugal", de Ernesto Veiga de Oliveira (Etnográfica Press, 1995), é referido, "De entre as celebrações tradicionais do nosso actual calendário, as que se realizam em Junho, compreendidas no ciclo que leva o nome de S. João, distinguem-se e avultam pela amplitude da sua área de difusão, não só em Portugal mas em quase todos os países da Europa, em terras americanas, e até mesmo no Norte de África, em povos de cultura muçulmana (embora seja claro que cada país lhe deu uma feição própria, de acordo com a sua estrutura e com o matiz da sua cultura), pela sua feição eminentemente festiva, extrovertida e popular, e pela grande variedade de aspectos que apresentam e riqueza da sua problemática e das suas significações, nomeadamente no que se refere às virtudes das ervas, do fogo e das águas nessa noite, às fogueiras e banhos rituais, às abluções e práticas divinatórias e propiciatórias, relacionadas sobretudo com o casamento, a saúde e a felicidade. Estes aspectos aparecem geralmente associados uns com os outros, e também com elementos de natureza diversa, em si mesmos estranhos à festa; assim, por exemplo, quase todas as práticas divinatórias, profilácticas ou mágicas, específicas desta noite, articulam-se nas celebrações do fogo, da água e das ervas, donde provém a sua virtude; e há casos em que tais práticas aparecem em conexão com o parentesco cerimonial. Esses elementos constitutivos da festividade e as suas associações devem naturalmente explicar-se em função da sua natureza essencial, a partir das suas origens históricas – de resto estabelecidas conjecturalmente e sujeitas a controvérsia –, e da sua subsequente evolução, e ainda em relação com a cultura global e com as instituições específicas das várias regiões onde ocorrem; e só desse modo se poderão compreender devidamente."

As festividades de S. João estão directamente ligadas às celebrações do solstício de Verão. Ernesto Veiga de Oliveira, refere "Quanto à interpretação da festividade em função de velhos ritos solsticiais, o facto parece-nos ao mesmo tempo evidente e indemonstrável. O argumento de van Gennep – a falta de coincidência dos dois dias (21 o solstício e 24 a festa) é naturalmente susceptível de interpretações diferentes, que não atingem a teoria solsticial; por outro lado, na verdade, esta não se pode basear numa argumentação concisa. Mais impugnável é a interpretação em função de ritos propriamente solares, visto que na verdade a quase totalidade dos costumes que desencadeiam forças benéficas ou divinatórias têm lugar expressamente antes do nascer do Sol. Como nota van Gennep, contrariamente à teoria solar, vê-se que «os raios do Sol do S. João podem ser nocivos, seja durante todo o dia, seja quando nasce, visto que as ervas mágicas devem-se colher antes que eles as toquem e façam evaporar o orvalho da noite sagrada»; e o mesmo sucede em relação às águas em geral."

Por seu lado, Jorge Dias em "Vilarinho da Furna - Uma Aldeia Comunitária" (Porto, 1948), refere "No S. João as moças sabem ler nas águas prognósticos de casamento, para isso deitam-lhe à noite um ovo, e conforma os desenhos que este fizer na água, assim será o seu destino. O orvalho da noite de S. João dá beleza aos jovens e vigor aos velhos, e muitos esfregam-se com ele pela manhã cedo, antes do sol nascer."

Com o passar dos tempos, as festividades de S. João tornam-se em festas populares que, por vezes, vão perdendo o seu significado diluido na efemeridade dos tempos modernos. Porém, nas pequenas localidades e aldeias, a sua essência milenar mantém-se, mesmo que cristianizada, ao ritmo das noites quentes de Verão, das fogueiras, das danças e de todo o significado místico a ela associado.

Fotografia © Buen Camino

As danças em Vilarinho da Furna

 


Na noite de S. João em Campo do Gerês, a festa foi inicialmente animada com a actuação do Rancho Falclorico de Guardenha que presenteou a vasta assistência com várias danças típicas do Minho.

Não me recordo de escutar histórias de um grupo de danças em Campo do Gerês, mas recordei-me de uma passagem do livro "Vilarinho da Furna - Uma Aldeia Comunitária", de Jorge Dias, que é dedicada às danças que se faziam na aldeia mártir (e, penso eu, que seriam semelhantes no Campo do Gerês).

Jorge Dias refere, "as danças conhecidas em Vilarinho são as três, talvez, mais populares de todo o Minho: o malhão, a cana verde e o vira. Não é aqui lugar para fazer a descrição dessas danças que, aliás, não são executadas com o brilho que lhe conhecemos noutras regiões. O vira, que é uma dança muito espalhada, tem contudo variantes, dançando-se às vezes, na mesma terra, de duas maneiras. A melodia do vira é a mesma usada para o fandango e para a jota noutras regiões do Alto Minho ("A Poesia na dança e nos cantares do Povo Português", Pedro Homem de Melo, Porto, 1941), mas os passos e as figuras coreográficas variam dumas danças para as outras, e de região para região. Em Vilarinho dança-se o chamado vira do Gerês. Os pares colocam-se todos em bicha, uns atrás dos outros, ficando à esquerda a fila dos homens, que dão a direita à mulheres.

Depois, segundo o ritmo da música, os pés fazem os movimentos habituais desta dança, virando-se os homens e as mulheres uns para os outros, outras vezes ficando todos virados para a fila, deslocando-se toda a coluna para cima e para baixo, de tempos a tempos, conforme as voltas da música. Se bem que seja uma dança bonita, quando bem dançada, não tem o brilho do vira solto e individual, que representa quase um diálogo coreográfico entre o homem e a mulher; por vezes, uma espécie de luta amorosa, em que o homem procura conquistar o seu par, excedendo-se em elegância e beleza, defendendo-se esta com desdém, apoiado numa não menor leveza de movimentos.

Em Vilarinho, ao contrário do Minho da ribeira, só a mocidade dança. Depois duma certa idade, a austeridade de carácter impede as pessoas de se entregarem a esses prazeres profanos. Mas a mocidade terá que pagar o seu tributo aos deuses da terra, e quando a ocasião se presta, depois duma festa qualquer, em que os ânimos dos pais estão mais tolerantesm lá se organiza uma dança, e os pares rodopiam livres e contentes ao som dos instrumentos tradicionais."

Texto extraído de "Vilarinho da Furna - Uma Aldeia Comunitária" (Jorge Dias, Porto, 1948)

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCCII) - A velha Fonte de Leonte

 


Nos nossos dias, encontramos quase no início da estrada que liga a Portela de Leonte à Portela do Homem, uma fonte que está identificada como "Fonte de Leonte". Esta fonte foi criada pelos Serviços Florestais após a abertura da estrada que a partir de 1942/1943 ligou a velha Estrada Real à Mina do Salto do Lobo.

Porém, já nos finais do século XIX existiu uma outra "Fonte de Leonte" situada no velho caminho que ligava a Portela de Leonte (e a recém criada Casa do Guarda de Leonte) à Albergaria, onde também foi construída uma Casa do Guarda. Essa fonte ainda lá está, um pouco abaixo da Casa Florestal de Leonte e muito próxima da actual estrada. A identificação com as letras M e N indica a Mata Nacional (do Gerês).

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

terça-feira, 23 de junho de 2026

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCCI) - Trincheira defensiva na Albergaria

 


Por entre a vegetação na Mata de Albergaria, surge um peculiar aglomerado de rochas arredondadas provenientes do leito do Rio Maceira e que no princípio do século constituiram parte da trincheira defensiva contra as incursões monárquicas de Paiva Couceiro na Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Decorrem as obras de pavimentação da Estrada da Geira (Mata de Albergaria)

 


Com um atraso em relação ao previsto, decorrem agora a bom ritmo as obras de pavimentação da Estrada da Geira que liga a Guarda (Campo do Gerês) à Albergaria, Serra do Gerês.

Nesta fase inicial, a pavimentação - colocação de calçada em granito - decorre nas proximidades da ponte sobre o Rio Maceira.







Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCC) - Vidoal invernal

 


Nestes dias de calor, a memória do Prado do Vidoal numa paisagem invernal na Serra do Gerês a 17 de Janeiro de 2026.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Minas dos Carris, 22 de Junho de 2026

 


A paisagem vista das Minas dos Carris ne tarde do dia 22 de Junho de 2026, com o Pico da Nevosa e a Garganta das Negras. 

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados) via Carlos Araújo / EMC

domingo, 21 de junho de 2026

A «silly season» e o "vale tudo" no Parque Nacional

 


E pronto! Somos mais uma vez chegados àquela altura do ano em que (ainda mais) "vale tudo" na agora instalada «silly season» no Parque Nacional da Peneda-Gerês!

O que a cada dia se constata - se bem que também não é necessário chegarmos a esta altura do ano para tal - é que o Parque Nacional da Peneda-Gerês continua ao abandono e parece que isso se nota cada vez mais.

Apesar das muitas declarações e do espalhafato de prémios inúteis dados a quem pouco se interessa por isto, a realidade é cada vez mais óbvia: o Parque Nacional morreu ou está em finados.

Ao Parque Nacional falta tudo! Falta ordenamento (quase a cumprir dois anos desde que a consulta pública ao novo Regulamento terminou e nada se vê). Falta vigilância (continua-se com 12 - serão 12? - Vigilantes da Natureza para uma área de cerca de 70.000 ha e não cobrem somente isso). Falta empatia com as populações (a relação entre as populações e o ICNF/PNPG não sai da desconfiança mútua num sentimento que se arrasta há décadas). Falta protecção do Parque (os sinais dos furtivos e as declarações inflamadas contra o lobo acicatam a má relação entre quem quer proteger e quem quer viver). Falta uma real política de prevenção e compensação dos «ataques» do lobo (toda a gente tem culpa no cartório - as medidas de protecção dos animais que pastam nas serranias são escassas e as compensações do Estado são demoradas e irrisórias). Falta educação (a grande maioria de quem visita o Parque Nacional não sabe o que é e, quando sabe, não respeita as regras do jogo... basta ver facebooks, instagrams e tiktoks).

A fotografia em cima ilustra o cenário que se vai viver nos próximos três meses. Apesar da Estrada da Geira estar encerrada e com sinais de proibição de circulação tanto na Albergaria, como na Guarda (Campo do Gerês), o chico-espertismo nacional fala sempre mais alto e à medida dos umbigos que por cá visitam. É também a prova de que a vigilância não é efectiva e quando falo de "vigilância" não me refiro apenas e só à dúzia de Vigilantes da Natureza que o ICNF dedica ao nosso único Parque Nacional (e que nesta altura do ano passam grande parte do seu tempo a «vigiar» banhistas).

Já há muito que na vila do Gerês deveriam existir e ser visíveis a presença da Guarda Florestal que efectivamente possa auxiliar os Vigilantes da Natureza na tarefa de proteger o Parque Nacional. Por outro lado, o patrulhamento deve também ser complementado pela presença dos militares da força regular da GNR ou dos membros do Grupo de Resgate de Montanha, e este patrulhamento deve ser feito a pé, percorrendo nesta altura as zonas mais procuradas pelos banhistas (sim, não me venham dizer que são verdadeiros montanhistas ou quem realmente gosta de desfrutar da Natureza que faz os atropelos à protecção do Parque Nacional da Peneda-Gerês)!

E não! Não se deve, nem se pode fechar os olhos aos atropelos e às regras que aqui existem durante todo o ano e que na «silly season» são esquecidas por conveniência de hoteleiros ou restauração sazonal. Há quem todo o ano conviva com essas regras e nem por isso merece uma discriminação positiva!

Finalmente, "o respeitinho é muito bonito!" e quem cá vive não está cá como "índios numa reserva"! As aldeias do Parque Nacional são sítios onde vive gente, aliás, o Parque Nacional da Peneda-Gerês existe como tal porque vive gente cá dentro e essa gente tem e deve ser respeitada. As ruas das nossas aldeias não são os mictórios das vossas noites de copos, não são o recreio das vossas crianças barulhentas, não são os sítios onde tudo se pode. 

Sobre a fotografia em cima feita da Estrada da Geira que se encontra encerrada ao trânsito e o desrespeito pela sinalética existente: "acho que este descaramento bem merece. Espero que estes dois levem uma lembrança quando voltarem. Passaram por mim a alta velocidade e ainda tive de comer o pó deles. Mais à frente, encontrei os carros estacionados mesmo em frente à obra, e a tripulação a caminhar com cestos em direção à casa florestal da Albergaria."

Avante!

Fotografia © Leitor devidamente identificado (Todos os direitos reservados)

Grandiosas Festas de S. João em Campo do Gerês

 


No dia 23 de Junho, pelas 16h00 dar-se-á inicio à Festa de São João Baptista na mais bela aldeia do Gerês - o Campo do Gerês, com musica pela tarde, dando o inicio do churrasco pelas 18h00 e que durará pela noite dentro.

Às 21h30 terá inicio da actuação do Rancho Falclorico de Guardenha, e de seguida - pelas 23h00 - terá início a actuação da banda, Memorias Band, onde não faltará musica popular portuguesa e não só!

A Junta de Freguesia copnvida todos a visitar o Campo do Gerês para grande diversão, onde não faltará um bom convivio com bebidas, água, refrigerantes, cerveja, vinhos brancos e tintos e claro não podia faltar as barriguinhas, febras, crioulos e as famosas sardinhas...

DIVULGUEM COM OS VOSSOS AMIGOS.

Como vêem temos tudo, fica a faltar só a vossa presença!

A Organização agradece o apoio, da Câmara Municipal de Terras de Bouro, Junta de Freguesia de Campo do Gerês e da associação de Compartes do Campo do Gerês.

sábado, 20 de junho de 2026

Festas em honra de São João da Fraga - Pitões das Júnias

 


Pitões das Júnias prepara-se para dois dias repletos de alegria, convívio e tradição. 

A 26 e 27 de Junho, a aldeia veste-se a rigor para celebrar o São João da Fraga.

​Aqui está o programa completo para não perder nenhum momento: haverá música, animação e o tradicional convívio no carvalhal.

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Minas dos Carris, 18 de Junho de 2026

 


A paisagem vista das Minas dos Carris em finais de tarde do dia 18 de Junho de 2026, com o Pico da Nevosa e a Garganta das Negras. 

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados) via Carlos Araújo / EMC

Serra do Gerês - Da Fonte de Lamas ao Campo do Gerês pelo Zanganho e Gamil

 


Esta caminhada levou-me desde a Fonte de Lamas até ao Zanganho, Junceda e Gamil, antes de terminar no Campo do Gerês ao longo de uma manhã a prometer o calor que se instalaria à tarde.

Estes dias de canícula nascem sempre com manhãs onde o ar fresco nos anima a caminhar, mas aos primeiros raios de Sol, surge a sensação de que a coisa não será sempre assim. Resta-nos a satisfação das sobras e dos locais onde a brisa nos refresca a pele que vai encharcando a roupa. Memorizamos os locais onde a água brota, refrescante, e faz reviver o corpo. 

A caminhada começaria - coma já começara tantas vezes - junto da Fonte de Lamas próximo do Lameirão. A tranquilidade da manhã é acompanhada pelo som caótico dos chocalhos, numa música contemporânea que ali faz de banda sonora da natureza. Seguindo o caminho florestal, passaria junto da velha e triste Casa Florestal de Lamas, continuando encosta abaixo até chegar à Estrada Panorâmica das Voltas de S. Bento (Estrada de Lamas) não muito longe da Quelha da Buraca. Mais adiante, e por entre o lento balançar da ramada, tomei o traçado da Grande Rota da Peneda-Gerês que me levou a passar no Campo de Futebol da Pereira (a Chã da Pereira, local do antigo Viveiro Florestal da Pereira) e seguir para a Fecha do Zanganho (Cascata do Zanganho ou Cascata das Caldas) que deixava saudade dos dias mais chuvosos, pois encontrava-se quase exangue de água.




Seguindo pela estrada marginal, em breve ligava com o traçado do Trilho dos Miradouros para iniciar a longa subida para a Junceda.

A 25 de Outubro de 2023, havia feito este mesmo percurso e na altura escrevia, "desta vez fiquei espantado pelo trabalho de combate às mimosas que está a ser realizado naquelas encostas por parte do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas. A silvicultura não será o meu forte, mas penso que este será um trabalho a longo prazo onde se começou a combater as árvores já de maior porte (...). Ao longo da subida, pode-se notar o esforço já realizado e que certamente será estendido até à Junceda, onde as mimosas estão a crescer a olhos vistos." Desenganem-se!

Passando a parte inicial daquela parte do traçado, vemos o efeito da não continuação dos trabalhos de combate às mimosas. O resultado é que estas surgiram com mais força ainda e o local está de novo coberto de invasoras. Acho que em tempos alguém referiu que este teria sido apenas um teste, mas lembro-me que aquando de umas comemorações do aniversário do PNPG se ter referido um investimento neste combate. Como referi há pouco, "as mimosas ganham sempre!"




A chegada à Chã de Junceda trouxe um certo alívio do calor com a refrescante água da Fonte de Junceda. Havia pensado baixar para a aldeia de S. João Batista do Campo do Gerês seguindo o traçado da Grande Rota da Peneda-Gerês, porém decidi enveredar pelo Curral de Gamil, passando pelo vale do Meio e Manga da Tojeira (agora, surgiu por lá uma placa a assinalar o "Prado de Tojeira", aprendemos sempre...), baixando à Boca do Rio e seguindo pela Fonte de Gamil até ao curral. 

A parte final do percurso fez-se descer às Vitoreiras e seguir, através de velhos apiários (colmeais), para o Campo do Gerês. 







Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Postais do PNPG (CCLXVII) - "Termas do Gerez - Portugal"

 


Este postal data da segunda metade do século XX e é composto por uma série de fotografias datadas da primeira metade desse século. Podemos ver a "Cascata das Caldas" (Cascata do Zanganho), a Curva da Morte (na Preguiça), a Fenda da Calcedónia e o Jardim da Colunata.

O postal foi endereçado para Lisboa desde o Hotel Universal a 22 de Julho de 1972.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

terça-feira, 16 de junho de 2026

Interrupção do trânsito entre Ermida e Fafião

 


O Município de Terras de Bouro informou que a circulação de trânsito entre Ermida (Terras de Bouro) e Fafião (Montalegre) será interrompida entre os dias 17 e 26 de Junho de 2026, no horário das 08h00 às 18h00, devido às obras a decorrer no âmbito da empreitada “Ordenamento da Visitação nas Cascatas de Barjas”.

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCXCIX) - A Roca das Cabritas

 


A Roca das Cabritas, Serra do Gerês, realça-se paisagem entre Fafião e Pincães para quem percorre a Grande Rota da Peneda-Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)