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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCXX) - A Corneda e as Fragas de Corneda

 


Vestida de Inverno, por estes dias na Mata de Albergaria as brumas dançam entre o arvoredo conferindo um ambiente pesado e húmido numa Natureza que se regenera. A paisagem é composta por ramos despidos, densos sons dos inúmeros cursos de água que descem as encostas e engrossam os rios. A Corneda eleva-se vigilante, descendo por entre o freguedo onde se escondem os tesouros que valorizam aquele espaço na Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Paisagens da Peneda-Gerês (MDLXV) - Corneda e as Fragas da Corneda

 


A Corneda e as Fragas da Corneda com vestes de Outono na Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCCLXIV) - A Corneda e as Fragas de Corneda

 


A Corneda e as Fragas de Corneda num ambiente de misticismo na Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCXCII) - "A grandeza da montanha é do tamanho do nosso assombro"

 


Não tenho muitas palavras para descrever esta fotografia que será, sem dúvida, a minha fotografia de 2024. Na imensidão granítica dos grandes espaços, o Pé de Cabril surge a coroar o conjunto de emoções que aqui se criaram neste momento contemplativo da Serra do Gerês. O alto de Corneda define parte da encosta da margem esquerda da Corga de Cagademos ao se despenhar nas Fragas de Corneda, escondendo partes da Mata de Albergaria que se embrulha em pequenas corgas e vales inacessíveis.

Para mim, uma fotografia que revela a grandeza da Serra do Gerês. Uma grandeza que não se mede em termos físicos, mas sim pelas emoções que nos provoca a cada momento que a percorremos e onde a sua grandeza é definida pelo tamanho do nosso assombro.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quinta-feira, 18 de abril de 2024

Paisagens da Peneda-Gerês (MXXXL) - Corneda e as Fragas da Corneda

 


A Corneda e as Fragas da Corneda com a sua roupagem de Primavera na Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sábado, 2 de dezembro de 2023

Paisagens da Peneda-Gerês (MCCXXXVIII) - Varziela e Fragas de Corneda

 


Paisagem de fim de Outono na Serra do Gerês com as Fragas de Corneda a fechar a Corga de Cagademos e as cores outonais da Varziela.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

terça-feira, 28 de novembro de 2023

Trilhos seculares - Carris de Maceira e Lomba de Pau

 


A caminhada foi-se fazendo aos sons do Outono que se agarra aos seus últimos dias, numa metamorfose invernal que eventualmente chegará.

Com a dança das nuvens e o ir e voltar das névoas, a paisagem ora se mostrava, ora se escondia. Os tons de cinza num dia soturno faziam com que o verde que resiste surgisse num pálido mostrar do que já foi em dias idos de Primavera e Verão. Estes são os dias do recolhimento e dos serões à lareira, escutando a chuva a embater nas vidraças e o vento que assobia pela chaminé.

Os dias escurecem cedo e por alguma razão, o meu relógio interno acorda-me cedo. Lá fora é ainda sempre escuro e o silêncio preenche a aldeia. São os dias do recolhimento, dos serões à lareira e do ambiente quente das casas, mas há sempre quem queira desafiar este conforto...


Mais uma vez, das centenas já este ano, botas calçadas e mochila pronta. A caminhada seria curta, por isso o manjar era coisa pouca, sem esquecer o costumeiro café que se faz na montanha.

A «viagem» para a Portela de Leonte fez-se pela Estrada Panorâmica das Voltas de São Bento. A Estrada da Geira está, como hei-de dizer, miserável, sendo poucos os pedaços sem gigantes crateras que põem à prova a suspensão dos mais incautos. Quando chegar o Verão quem de direito irá reparar a estrada, os que por cá ficam que se lixem... na verdadeira acepção da palavra porque já não há paciência para politiquices.

Carro parado na Portela de Leonte e começa a jornada, seguindo pela «estrada privada do Estado sob gestão do ICNF» até atingir a ponte sobre o Rio Maceira, virando à direita e entrando no Vale do Rio Maceira. Este troço de carreiro dá-me sempre a sensação de estar a entrar numa parte selvagem da Serra do Gerês, apesar de tão próxima da estrada. Equipado para o frio, pois a chuva ainda se mantinha longe, paro na ponte da madeira que atravessa para a margem direita do Maceira e decido tirar o casaco. Bem mais confortável fiquei, sem a sensação de um escaldão nas costas.



A passagem pelo Curral de Maceira, guardado pelas altas paredes do vale que se afunila a Nascente, mostra-me a subida para as Tábuas. É uma subida que se faz a passo lento com várias paragens para apreciar o deambular das nuvens malucos que correm vale fora e vale acima. O vale, este, fica cada vez mais fundo à medida que se sobre e a paisagem se alarga para o Pé de Cabril que luta por se manter à tona do mar de nuvens que o abraça. Em breve, estou na chã que antecede a subida para Carris de Maceira e o olhar alarga-se para os tons escuros da Mata de Albergaria. O manto de Outono vai desaparecendo aos poucos, dando lugar às árvores despidas e adormecidas para o Inverno.

Subo então para o curral a pouca distância, seguindo na vertente da Corga de Cagademos voltada às Fragas da Corneda e ao longe vislumbro o primeiro rebanho de cabras-montesas do dia. Atentas à minha breve passagem, mantêm-se seguras à distância com o macho dominante nas suas cores de Inverno fitando os meus passos. Estes, levaram-me então ao Curral de Carris de Maceira com o topo do Pé de Medela a espreitar para lá das faldas da serra que ali se encrespa num nervoso granítico miudinho.


Ao longo da caminhada, a chuva havia-se mantido afastada. As nuvens, no seu ir e voltar, iam tornando o ambiente mais ou menos húmido, mas a certa altura - quando o nevoeiro encobriu por completo a paisagem e os vales se transformaram em paredes impenetráveis - lá começou a cair. O abrigo relativo de Carris de Maceira foi de curta duração, pois com a chuva viria também um vento frio.

O segundo rebanho de cabras-montesas escondia-se pelas fragas quando comecei a acelerar o passo para chegar ao abrigo da Lomba de Pau, percorrendo a Corga dos Cântaros e ladeando o cabeço do mesmo nome até atingir o Vale da Lomba de Pau. A chegada ao Curral da Lomba de Pau foi já em chuva abundante e o abrigo deu-me a sensação de uma mansão na qual saboreei um magnífico café feito na hora. Pequenos prazeres.

Enquanto saboreava o café, a chuva acabaria por acalmar, fazendo-se sentir por breves aguaceiros que traziam - de quando em vez - umas gotas mais grossas que se faziam escutar de forma grave no impermeável.

O regresso ao ponto de partida fez-se seguindo para a Chã das Gralheiras e Lamas de Borrageiro, descendo depois para a Chã da Fonte e Preza, e continuando para o Vidoal e Chã do Carvalho, percorrendo a magnífica calçada da Encosta do Murjal e o carreiro até à Portela de Leonte.

Ficam algumas fotografias do dia, enquanto a chuva foi deixando...














Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sábado, 21 de outubro de 2023

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCXCIX) - A Corneda e as Fragas de Corneda

 


A Corneda e as Fragas de Corneda, vistas desde a Mata de Albergaria, são uma épica paisagem na Serra do Gerês

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Paisagens da Peneda-Gerês (DCCXLV) - Corneda e Fragas de Corneda

 


A misteriosa Corneda e as Fragas de Corneda, Serra do Gerês, são embelezadas pelas cores de Outono das faias vistas desde o Peito de Escada.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Paisagens da Peneda-Gerês (DCCXL) - Pé de Medela e as Fragas de Corneda

 


Os tons de Outono nas Fragas de Corneda, Serra do Gerês,  dão um colorido especial ao Pé de Medela.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

terça-feira, 3 de novembro de 2020

Paisagens da Peneda-Gerês (DCCXXXVIII) - Serra do Gerês outonal

 


Desde as alturas do Pé de Medela e ao promontório da Corneda, pelas Fragas da Corneda ao longo dos bosques de faias de Leonte pela Mata de Albergaria, a beleza da paisagem outonal da Serra do Gerês está nos olhos e no sentir de quem a vê...

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)