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sábado, 7 de janeiro de 2023

Paisagens da Peneda-Gerês (MCDLXXXIII) - O canastro, a Veiga de S. João e a Curvaceira

 


A geada matinal na Veiga de S. João, Campo do Gerês, serve como pano de fundo a um dos canastros (espigueiros) seculares ali existentes, tendo em último plano a silhueta da Curvaceira.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Paisagens da Peneda-Gerês (MCCCXCVIII) - Espigueiro em Paradela

 


Os motivos decorativos e a utilização de cores sobressaem na decoração exterior deste espigueiro em Paradela.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

terça-feira, 12 de abril de 2022

Paisagens da Peneda-Gerês (MCCLXIII) - Espigueiro na Sra. da Peneda

 


Os espigueiros são um elemento humano sempre presente na paisagem da Serra da Peneda.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Paisagens da Peneda-Gerês (MVI) - O Espigueiro e a nuvem

 


Numa simbiose de tons de cinza, o espigueiro e a nuvem na aldeia de Outeiro, Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

domingo, 18 de julho de 2021

Património soajeiro vandalizado

 


A fotografia que ilustra esta publicação é um reflexo das atitudes de muitos que visitam o nosso Parque Nacional.

A vandalização de propriedade alheia é quase um acto comum e diário neste território que, pertencendo a todos, é acima de tudo dos que ali vivem.

O conjunto único dos espigueiros de Soajo estão classificados como Imóvel de Interesse Público desde 1983 e constituem motivo de orgulho para as gentes daquela vila. Motivo de visita de dezenas de milhares de pessoas durante todo o ano, foram, no entanto, a tela da estupidez de uns quantos.

O dano é, obviamente, reparável pela troca da parte vandalizada do espigueiro, mas mostra a forma como uma parte dos visitantes do PNPG ainda vê este espaço, algo distante e longínquo, olhando-o quase sem interesse e sem lhe dar o devido valor.

Educação cívica precisa-se... e talvez quatro chapadas também...

Fotografia © Isabel Sousa (Todos os direitos reservados)

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Paisagens da Peneda-Gerês (DCCCXLV) - Cruz em espigueiro (Germil)

 

A profunda religiosidade das gentes serranas observa-se na forma como utilizavam os símbolos cristãos em todos os aspectos do seu dia-a-dia. Símbolo incontornável nos espigueiros presentes em muitas aldeias do Parque Nacional da Peneda-Gerês, tal como Germil - Serra Amarela, a cruz protegia-os e resguardava-os de toda a maldição

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Paisagens da Peneda-Gerês (DCCXCV) - Espigueiros de Soajo (III)

 


Apenas comparável aos conjuntos de espigueiros de Lindoso e Parada de Lindoso, é o peculiar e único conjunto de espigueiros na vila de Soajo.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

domingo, 8 de março de 2020

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Os espigueiros do Campo do Gerês


Os espigueiros (canastros) do Campo do Gerês.

Nas palavras de Jorge Dias, "Os canastros são construções em pedra  com paredes e portas de ripas de madeira, que assentam em quatro, seis ou mais pilares de pedra com discos de pedra na parte superior, para impedir o acesso aos roedores, que são ávidos de cereais.

Estes canastros, ou espigueiros, costumam ter uma cruz de pedra e desenhos geométricos com data em que foram feitos ou restaurados (em geral meados do séc. XVIII). Destinam-se a guardar as espigar de milho, que assim se conservam melhor, e que vai sendo malhado segundo as necessidades de consumo.

Os canastros são comuns a uma grande área do noroeste peninsular e são sobretudo frequentes nas províncias de Galiza, Astúrias, Minho, Douro Litoral, Beira Alta e Beira Litoral. Defende-se que os canastros possa ter uma origem antiquíssima, supondo-se que remonte à época pré-romana, e talvez seja uma derivação das construções lacustres. Como o nome indica, o canastro, nesta região, foi primitivamente uma construção de varas entrelaçadas para os mesmos fins dos canastros actuais.

É possível que a construção em pedra e madeira se fosse estendendo a uma área cada vez maior acompanhando a difusão do milho."



























Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sábado, 7 de setembro de 2019

terça-feira, 20 de novembro de 2018

terça-feira, 25 de julho de 2017

Paisagens da Peneda-Gerês (CXCI) - Espigueiros de Soajo


Ex-libris por excelência da vila de Soajo, os seus espigueiros constituem um monumento à ligação do Homem à sua terra.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sábado, 27 de agosto de 2016

Paisagens da Peneda-Gerês (XXXIX) - Espigueiros de Soajo


Implementados num maciço granítico junto da vila, o conjunto característico dos espigueiros de Soajo, juntamente com o seu singelo pelourinho e as suas casas de granito, é um dos postais ilustrados do Alto Minho cuja municipalidade "...é mencionada nas Inquirições Gerais de 1258, ordenadas por D. Afonso III. Também o Rol dos Besteiros do Couto, datado do reinado de D. Afonso III ou D. Dinis, faz referência ao Julgado de Soajo. Ainda em 1283, na Chancelaria de D. Dinis (1279-1325) na Torre do Tombo, encontra-se o documento respeitante a solução de em pleito ocorrido no Município de Soajo."

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

domingo, 14 de setembro de 2014

Espigueiros do Lindoso


A vila do Soajo é famosa pelo seu belo iconográfico conjunto de espigueiros que caracterizam a paisagem desta pitoresca vila minhota. Porém, viajando mais acima no vale do Rio Lima, chegamos à aldeia do Lindoso que para além de um castelo que serviu em tempo como defesa avançada da nacionalidade perante as ameaças castelhanas, possui um imponente conjunto de 50 espigueiros que forma a eira da aldeia.

Estas construções datam dos séculos XVII e XVIII, além de um ou outro mais recente. Os espigueiros são construções em pedra que têm como função secar o milho, protegendo-o também da investida dos roedores através da sua construção elevada. A secagem do milho é feita recorrendo a fendas nas paredes laterais que permitem a arejamento do seu interior durante os meses de Inverno.




































Fotografias © Rui C. Barbosa