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domingo, 24 de maio de 2026

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCLXXXIX) - Abrigo tosco no Salto do Lobo

 


Em 1941 as montanhas geresianas eram percorridas a pente fino na busca do volfrâmio. Em muitos locais o ouro negro acabaria por ser descoberto por entre o desespero dos dias de uma miserável existência. No entanto, a esperança de uma vida melhor desvanecia-se quando tamanho do filão não passava de pequenas amostras.

Tal não aconteceu no Salto do Lobo onde o filão era suficientemente grande para uma exploração economicamente viável e que mais tarde levaria às Minas dos Carris. No entanto, os primeiros meses ou a estadia de muitos nos píncaros serranos era passada em pobres abrigos de pedra solta à mercê dos elementtos.

Descoberto em Junho de 1941, o volfrâmio do Salto do Lobo levou ao aparecimento de muitos abrigos toscos e muito possivelmente, as paredes que restam do abrigo que surge na imagem podem ter sido ali colocadas por esses dias.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Paisagens da Peneda-Gerês (MDCXXVI) - Abrigos nas Minas dos Carris

 


Contam-se às dezenas os abrigos de pedra solta existentes em torno das concessões mineiras na área do marco geodésico dos Carris. O seu número - e as suas diferentes formas - provam que aquele lugar foi palco de várias actividades que marcaram a paisagem; para além da mineração, a carvoaria, o pastoreio e o contrabando, utilizaram aquelas paragens para sustento dos povos serranos. 

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quarta-feira, 15 de maio de 2024

Terá existido um forno pastoril nos Prados da Messe?

 


Uma questão que por vezes me intriga, é o facto de em alguns currais encontrarmos diferentes tipos de abrigos pastoris.

Especulando sobre a possível utilização histórica destes abrigos, havia considerado que os fornos pastoris - singelas construções de pedra tipo 'iglu' cobertas com torrões de terra - representariam uma segunda fase de utilização histórica dos abrigos pastoris.

Na Serra do Gerês podemos distinguir três tipos distintos de abrigos pastoris: as palas - abrigos naturais que tiram partido de grande pedras inclinadas que proporcionam um abrigo dos elementos, os fornos pastoris e as cabanas em pedra - pequenas edificações com duas águas cobertas em telha.

Estes abrigos podem ser vistos nos múltiplos currais existentes na Serra do Gerês e em alguns, por exemplo, no Curral de Gamil temos a presença de um forno pastoril e de uma pala nas proximidades. A sua ocupação pode ter sido simultânea ou diferenciada no tempo, podendo o forno pastoril representar uma construção e utilização posterior à pala.

Noutros currais temos a presença somente do forno pastoril (Mijaceira, Espinheira, Lomba de Pau, etc.) ou da cabana (Teixeira, Malhadoura, Camalhão, Prados da Messe, etc.).

Apesar de haver cabanas com uma datação que nos permite saber o ano da sua construção ou restauro (por exemplo, a cabana do Prado do Vidoal acima da Portela de Leonte), a maioria destes edifícios não se encontra datada ou existe qualquer referência à sua construção. Sabemos que alguns já existiam e eram utilizados em orincípios do século XX, tal como atesta a fotografia em baixo onde podemos ver a cabana do Curral de Vilar da Veiga (ou de Leonte de Cima), que ainda hoje podemos observar.


Outros currais mostram vestígios de velhos abrigos pastoris há muito abandonados. Por exemplo, no curral do Prado, parecem existir rochas numa disposição que me leva a crer da existência muito antiga de um abrigo (forno) pastoril que foi substituído pela actual cabana. Noutros currais (Lameirinha, Bebedoiro, Rebolo da Porca, Bruzaleite, etc.) as ruínas dos velhos fornos pastoris por vezes passa, despercebidas, cobertas pela vegetação e esquecimento.

Assim, com todos estes vestígios sempre me questionei se nos Prados da Messe teria em tempos existido um forno pastoril, isto é, uma edificação tipo 'iglu', que mais tarde foi substituída por uma cabana?

No seu livro "Gerez - Notas Etnográficas, Arqueológicas e Históricas" (Coimbra, 1927), Tude de Sousa faz um breve resumo dos abrigos existentes na Serra do Gerês, escrevendo o seguinte relativamente à sua distribuição geográfica, "Vilar da Veiga, quási todos de pedra e telha, tem os fornos dos currais dos prados da Messe, do Conho, de Leonte de Cima, e outros, tendo caído em desuso os da Mijaceira e Vidoeiro, por estarem cortados e devassados agora pela estrada pública para a fronteira (...)."

Ora, Tude Sousa não faz qualquer diferenciação entre o 'forno pastoril' e a 'cabana pastoril', referindo-se de forma geral a 'fornos' sejam eles cobertos de terra ou feitos em pedra e telha.

Um caso que considero de interessante análise, é o Curral dos Prados da Messe. Actualmente, o curral é servido por uma cabana com duas divisões, sendo no entanto a divisão Poente a mais recente e construída com as pedras que foram retiradas das ruínas da antiga casa florestal existente nas proximidades.

A questão que se coloca é: terá existido algum forno pastoril nos Prados da Messe antes da construção da cabana pastoril? De facto, por detrás do actual abrigo - e se olharmos com atenção - parece existir uma disposição circular de pedras e a certo ponto o que parece ter sido a entrada para um abrigo.





No livro "Mata do Gerês" (Tude Martins de Sousa, 1926, regente florestal à época) o seu autor refere (pag. 132), "Não havendo nenhuma casa, ou abrigo, para o pessoal florestal na extensa zona da serra alta, desde a Pedra Bela aos Prados, havia sido solicitada a construção de uma pequena casa no curral dos Prados, que foi feita neste ano (1908).

Sendo certo que nenhuns trabalhos haviam sido ainda por ali realizados, não era menos certo que aquela parte da serra era de elevada importância, por ser um dos mais aproveitados centros de pastoreação dos gados vizinhos e ainda por ter a curtas distâncias bons núcleos de arborização espontânea.

Ao mesmo tempo, aproveita-se a oportunidade de prestar um bom serviço aos vezeiros de Vilar da Veiga, a quem o usufruto do curral pertence e cujas boas relações de vizinhança convém absolutamente manter, proporcionando-se lhes melhor acolhida do que a que o seu forno lhes dá, o que se fez, destinando-se-lhes metade da referida casa, que em Setembro ficou já concluída."

Sabemos então que em Setembro de 1908 foi terminada a construção da casa dos Serviços Florestais nos Prados da Messe. No entanto, e com o turvar da memória desses tempos e não havendo testemunhos orais transmitidos às gerações seguintes, não é possível indicar se o referido abrigo foi alguma vez utilizado pelos vezeireiros do Vilar da Veiga e, também importante, quando deixou de ser utilizado?

Teria esta casa substituído um forno pastoril ou a cabana pastoril já existiria na altura? A cabana pastoril terá sido construída com as pedras de um possível forno pastoril mais antigo e que tenha sido alagado? Se foi utilizada, porque não se conservou a casa dos Serviços Florestais para utilização destes ou pelos pastores? Porque foi abandonada?

Os fornos pastoris da Serra do Gerês, bem como os seus congéneres que podemos encontrar nas outras serras do Parque Nacional da Peneda-Gerês, são um património edificado que deveria ser preservado como uma memória da presença milenar do Homem nestas serranias.

Para terminar, deixo as palavras de Tudo de Sousa em 1927, "O forno dos pastores gerezianos, ligado ao regimen comunalista e pastoril que os seus povos têm, é bem ainda, pelo espírito ancestral que representa, o espêlho liso da tradição em que aquela gente, sequestrada do mundo, vivia noutras eras a vida de paz, a vida simples de fraternidade e de amor, que os novos tempos e as civilizações novas lhes vão dia a dia enfraquecendo e quebrando.

Conservá-lo, é conservar e respeitar uma típica característica geral do passado."

Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

O abrigo pastoril de Lamas



A consulta da literatura sobre a Serra do Gerês permite-nos ter um conhecimento mais detalhado sobre as características que marcam esta serra e as suas gentes, diferenciando-a de uma forma peculiar.

Sabendo que a ocupação do território é milenar, o Homem foi-se adaptando às suas características e moldando-a às suas necessidades. Apesar de haver nos nossos dias quem queira expulsar as gentes destas paragens, a verdade é que a sua História está gravada na paisagem.

A «redescoberta» do abrigo pastoril de Lamas foi algo que me trouxe uma certa satisfação após ver pela primeira vez a fotografia que encima esta publicação. Apesar de próximo de um ponto de passagem para o Miradouro da Boneca, o abrigo está quase tomado pela vegetação, mas a sua visita é possível por entre algumas arranhadelas nas pernas...




O texto a seguir foi publicado a 7 de Maio de 2013 após a identificação clara da localização do abrigo.

A 7 de Março de 2013 publiquei neste blogue o artigo "Cabana abrigo na Serra do Gerês" no qual perguntava a localização do abrigo pastoril representado na fotografia em cima. A única descrição que tinha referia que o abrigo se encontrava "pouco depois do antigo observatório, no cimo da vertente Norte do Vale do Gerez."

Ora, nesta descrição há algo que não batia certo, pois o Vale do Gerês tendo uma orientação Norte - Sul não tem vertente Norte, somente a vertente Nascente (Este) e Poente (Oeste). No entanto, a primeira parte da descrição levava-nos a apontar para uma localização «acima» da Pereira onde se localizava o antigo observatório (sendo o novo observatório localizado na Pedra Bela).

Estando lançado o desafio, passados dois meses parece que este está resolvido tal como se pode constatar na fotografia comparativa em baixo enviado enviada pelo Paulo Figueiredo e que nos mostra o abrigo pastoril existente em Lamas não muito longe do trajecto do Trilho dos Miradouros. As semelhanças entre os dois abrigos são óbvias apesar de haver uma diferença de cerca de 80 anos entre as duas imagens.

A última fotografia mostra-nos o abrigo visto de um ângulo diferente dos anteriores. 



Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
Fotografia © Paulo Figueiredo 
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Curral de Cabanas Novas


O Curral de Cabanas Novas (também designado como Curral do Conde de S. Lourenço), pertencente aos baldios de Cabril, encontra-se a caminho das Minas dos Carris, na Chã das Abrótegas, não muito longe do curral com este nome. 

Quando visitamos os currais de montanha, o seu abrigo pastoril (seja em forma de forno pastoril ou de pequena cabana) é a principal característica que os distingue. De facto, e de forma geral, encontramos um abrigo pastoril em cada curral.

Curiosamente, em Cabanas Novas encontramos quatro destes abrigos a pouca distância do muro do curral. As seguintes fotografias mostram esses abrigos...










A seguinte fotografia mostra a posição relativa dos abrigos em relação à delimitação do Curral de Cabanas Novas...


Talvez seja por esta razão que o curral tem a sua designação: terão alguns destes abrigos sido construídos já depois da delimitação do curral?

Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sábado, 27 de julho de 2019

Paisagens da Peneda-Gerês (CCCXCII) - Abrigos serranos


A área envolvente ao marco geodésico dos Carris é abundante em abrigos toscos que não se destinavam à pastorícia, revelando assim outras actividades que decorreram em tempos idos naquela zona da Serra do Gerês tais como a carvoaria, a mineração ou o contrabando.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Os fornos - o abrigo pastoril na Serra do Gerês


O abrigo pastoril na Serra do Gerês é uma das características da arquitectura popular e rural que mais impressiona aqueles que demandam as lonjuras e profundezas serranas. Muitos destes abrigos mantêm a sua constituição original, enquanto que outros foram abandonados e substituídos por edifícios que fogem da traça original do abrigo pastoril geresiana, apesar de, talvez, oferecer maior conformo a quem os utiliza.

Memória singular da Serra do Gerês, a recuperação de muitos destes abrigos pastoris, denominados 'fornos', deveria ser uma «obra» prioritária de conservação do Parque Nacional da Peneda-Gerês. Porém, a verdade é que o Parque Nacional põe inúmeras barreiras à recuperação deste singelos pequenos edifícios. Como disse Tude de Sousa, "Conservá-lo, é conservar e respeitar uma típica característica geral do passado."

Nos nossos dias estes abrigos poderiam ter outras funções, nomeadamente de abrigo no caso de situações de resgate na montanha, tal como foi o caso de uma ocorrência em Fevereiro de 2016.

Tude de Sousa, no seu livro "Gerez - Notas Etnográficas, Arqueológicas e Históricas"- publicado em 1927 - faz-nos uma interessante descrição dos abrigos pastoris existentes na Serra do Gerês:

"(...)

Para o estadio em cada curral tem o pastor, como já dissemos, o seu fôrno, ou cabana, onde se recolhe e abriga. São construções tôscas, ligeiras, de pedras sêcas, mal dispostas geralmente, umas revestidas e outras não de torrões, tapando os intervalos. Cobertas umas de telhas redondas, à portuguesa; cobertas outras de torrão, guarnecendo pedras largas e delgadas.


As suas dimensões e capacidade não são grandes: 2 a 2,50 metros de alto, por 2,50 e 3 metros de comprido, com as portas baixas, por onde o homem passe curvado e por elas não entre o gado. Três a seis, ou oito pessoas, é o máximo que nelas caberão.


A cobertura de uns fornos é redonda, aguçada; a de outros com armação em duas águas.


O pavimento coberto de fetos ou mato meúdo para amaciar a dormida e junto da porta, do lado de fora, em muitos formos, a pia, ou pias, cavadas na rocha firme, ou móveis, para a comida e bebida do cão, inseparável companheiro e amigo da montanha. A porta de serventia, única, tapada apenas por alguns gravetos de mato ou ramaria, indicadores só de uma linha de respeito.


O travejamento é tôsco, como a construção em que se emprega, e fornecido sempre pelos carvalhos mais próximos, que os há com fartura na serra, brotando e crescendo com espontânea pujança naquele solo abençoado.


Esta habitação e os costumes que descritos ficam, são mais ou menos comuns a todos os povos da serra, e não só so de Vilar da Veiga, pelo que, a não ser com alguma variação menor, se encontra nos homens e nos usos de Rio Caldo, de Covide, de S. João do Campo e Vilarinho, de Cabril e de Pitões e por aí fora, até termos de Suajo e Londodo, por um lado; até termos de Barroso e Montalegre, pelo outro.


Segue um ensaio de distribuição geográfica:


Perto da Galiza, o curral da Amoreira, gereziano português, mas no usofruto dos gados e dos vizinhos do lado de lá, um dos maiores da serra, de pedra e de torrão.


Na chã do Carvalho e nos Prados Caveiros dois de pedra e terra, pertencentes a Vilarinho e mais de pedra e telha em S. Miguel e Albergaria, e outros mais.


S. João do Campo tem o seu forno de pedra e telha no curral de Leonte de Baixo, e outros, de um e outro tipo dispersos.


Vilar das Veiga, quási todos de pedra e telha, tem os fornos dos currais dos prados da Messe, do Conho, de Leonte de Cima, e outros, tendo caído em desuso os da Mijaceira e Vidoeiro, por estarem cortados e devassados agora pela estrada pública para a fronteira, e Rio caldo tem o Vidoal, de pedra e telha, ao subir de Leonte e antes de chegar à Borrageira.


Esta é a habitação da serra, único refúgio noutros tempos, com alguma para natural, de quem por lá deambulava, simples caminheiro, contrabandista, ou pastor, hoje já acompanhado pelos numerosas casas da guarda florestal, quebrando a solidão da floresta e das fragas.


O forno dos pastores gerezianos, ligado ao regimen comunalista e pastoril que os seus povos têm, é bem ainda, pelo espírito ancestral que representa, o espêlho liso da tradição em que aquela gente, sequestrada do mundo, vivia noutras eras a vida de paz, a vida simples de fraternidade e de amor, que os novos tempos e as covilizações novas lhes vão dia a dia enfraquecendo e quebrando.


Conservá-lo, é conservar e respeitar uma típica característica geral do passado.


(...)"

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

domingo, 16 de agosto de 2015

História por descobrir na Serra do Gerês


A cada nova caminhada que faço pela Serra do Gerês, sou presenteado com «descobertas» novas que me envolvem mais na paixão por aquele espaço.

Por vezes, basta sair uns metros dos usuais caminhos e logo surgem vestígios que me fazem procurar saber mais sobre a ocupação daquele território, sobre os nomes dos lugares e das coisas, sobre a história daquelas gentes e sobre o porquê, um dia, alguém ter tido a necessidade de se abrigar com aquele amontoado de pedras.

Há muito por descobrir na Serra do Gerês...

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

terça-feira, 7 de maio de 2013

Cabana abrigo na Serra do Gerês (II)


A 7 de Março de 2013 publiquei neste blogue o artigo "Cabana abrigo na Serra do Gerês" no qual perguntava a localização do abrigo pastoril representado na fotografia em cima. A única descrição que tinha referia que o abrigo se encontrava "pouco depois do antigo observatório, no cimo da vertente Norte do Vale do Gerez."

Ora, nesta descrição há algo que não batia certo, pois o Vale do Gerês tendo uma orientação Norte - Sul não tem vertente Norte, somente a vertente Nascente (Este) e Poente (Oeste). No entanto, a primeira parte da descrição levava-nos a apontar para uma localização «acima» da Pereira onde se localizava o antigo observatório (sendo o novo observatório localizado na Pedra Bela).

Estando lançado o desafio, passados dois meses parece que este está resolvido tal como se pode constatar na fotografia comparativa em baixo enviado enviada pelo Paulo Figueiredo e que nos mostra o abrigo pastoril existente em Lamas não muito longe do trajecto do Trilho dos Miradouros. As semelhanças entre os dois abrigos são óbvias apesar de haver uma diferença de cerca de 80 anos entre as duas imagens.

A última fotografia mostra-nos o abrigo visto de um ângulo diferente dos anteriores. 



Fotografia: © Rui C. Barbosa

Fotografia: © Paulo Figueiredo 
Fotografia: © Rui C. Barbosa

quinta-feira, 7 de março de 2013

Cabana abrigo na Serra do Gerês

Datada de 1935, esta fotografia mostra um abrigo então existente "pouco depois do antigo observatório, no cimo da vertente Norte do Vale do Gerez."

Alguém sabe localizar este local?

Fotografia: © Rui C. Barbosa

Abrigo na Calcedónia

A legenda original desta fotografia de 1935 refere "Outra cabana abrigo - uma das raras bem conservadas, no sopé dos rochedos da Calcedónia".

Alguém quer tentar encontrar este abrigo e tirar uma fotografia para se fazer a comparação do seu estado actual?

Fotografia: © Rui C. Barbosa

domingo, 9 de novembro de 2008

Abrigos de Montanha (II)

Carris, 26 de Outubro de 2008

Nesta fotografia podemos ver um dos exemplares dos muitos abrigos de montanha rudimentares que existem na área das Minas dos Carris. A sua catalogação é mais um prjecto individual que deverei terminar nas próximas semanas.

Fotografia: © Jorge Cardoso