sábado, 14 de abril de 2018

Paisagens da Peneda-Gerês (CCXXX) - Os fabulosos Bicos Altos


Os fabulosos Bicos Altos são uma pequena série sucessiva de píncaros graníticos que embelezam um pequeno vale na extremidade Sul do qual se encontra o pequeno Curral dos Bicos Altos. Uma paisagem magnífica na Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (todos os direitos reservados)

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Café com Ciência: “Parque Nacional da Peneda-Gerês: natureza e paisagem"


No dia 27 de abril (sexta-feira) às 21.30h irá ocorrer o Café com Ciência "Parque Nacional da Peneda-Gerês: natureza e paisagem" com Doutor Paulo Pereira no Planetário - Casa da Ciência de Braga. 

"Doutorado em geologia (2007) pela Universidade do Minho, tem como principais interesses a geomorfologia, a cartografia e a geoconservação, leccionando, publicando e orientando nessas áreas. Foi bolseiro de doutoramento e de pós-doutoramento e actualmente é Professor Auxiliar do Departamento de Ciências da Terra da Universidade do Minho. Entre 2010 e 2014 fundou os projectos empresariais Geosite, Geojustiça e Firemap, relacionados com as áreas da geologia, cartografia e informação geográfica.

O Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) é a única área protegida nacional que possui a categoria de Parque Nacional, o nível mais elevado de classificação das áreas protegidas. Localiza-se na região Norte de Portugal abrangendo 5 concelhos, totalizando uma área superior a 70 mil hectares. A criação do Parque Nacional, por decreto, em 1971, teve como objetivo a realização de um planeamento científico a longo prazo, valorizando o homem e os recursos naturais existentes, tendo em vista finalidades educativas, turísticas e científicas. Actualmente é considerado pela UNESCO como Reserva Mundial da Biosfera. É uma das maiores atracções naturais de Portugal, pela rara e impressionante beleza paisagística e pelo valor ecológico e etnográfico e pela variedade de fauna."

A entrada é gratuita mas é necessária a inscrição através do email: geral@casacienciabraga.org

Lugares limitados.

A estrada da Geira Romana


Neste dia, ao passar na estrada da Geira Romana, reparei num mergulhador num destes «buracos»...

Certamente que ninguém da direcção da Câmara Municipal de Terras de Bouro deve passar por aqui... Pois, é pena!

Querem que comece já a falar da estrada entre a Portela de Leonte e a Portela do Homem, ou espero mais um bocadinho?...

Fotografias © Rui C. Barbosa (todos os direitos reservados)

Paisagens da Peneda-Gerês (CCXXIX) - Minas dos Carris


A beleza invernal das Minas dos Carris, Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (todos os direitos reservados)

Em Pitões das Júnias


Depois da Sexta-feira, dia 13, em Montalegre, é o Sábado, dia 14, em Pitões das Júnias.

Previsão meteorológica para Nevosa / Carris (13 a 21 de Abril)


Últimos dias de neve nas Minas dos Carris.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

"“Bono”, o cão que “desaparece” para guiar pessoas em pleno Parque Nacional da Peneda Gerês"



“Bono” voltou a “fazer das suas” e desapareceu durante três dias, levando a apelos na redes sociais. À semelhança da última vez, onde nos inícios de fevereiro de 2016 decidiu orientar o ultramaratonista Carlos Sá ao longo de 55 quilómetros na Serra Amarela, Bono voltou aparecer, no sítio do costume para apanhar “boleia” até casa.

Previsão meteorológica para Nevosa / Carris (12 a 20 de Abril)


A previsão meteorológica para as Minas dos Carris nos próximos dias.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Outros acessos às Minas dos Carris


Nunca é demais voltar a publicar este texto que já surgiu aqui no blogue há algum tempo (se bem que com outro título).

Nos últimos anos, as Minas dos Carris na Serra do Gerês têm-se tornado um destino, um objectivo preferido de muitos montanheiros e afins. Situadas nos píncaros geresianos, estas minas são vistas não só como um objectivo em si, mas também como um local rodeado com uma certa aura de mística e mistério, certamente devido ao seu entorno e às ruínas que tornam aquele local tão especial.,

Podemos chegar às Minas dos Carris percorrendo vários caminhos, uns mais fáceis do que outros mas sempre constituindo longas caminhadas. Antes de falar destes caminhos, convém desmitificar a situação destas minas perante o actual ordenamento do Parque Nacional da Peneda-Gerês. Muitos são aqueles que em busca de informações são mal informados tanto pelos serviços do parque nacional como dos postos de turismo da zona. Infelizmente, o facto de alguém trabalhar nestes locais não lhe garante o total conhecimento sobre os condicionalismos que são impostos à visita e acabam por mal informar os visitantes.

Assim, desde já convém referir que NÃO É PROIBIDO VISITAR AS MINAS DOS CARRIS! Este complexo mineiro não se encontram dentro da zona de protecção total do Parque Nacional da Peneda-Gerês, o que implica que não é necessária qualquer autorização para a sua visitação (para grupos inferiores a 10 pessoas). Porém, o mesmo já não acontece com alguns dos caminhos que terão de ser percorridos.

Durante a visita às ruínas convém ter extremo cuidado aos nos aproximarmos dos poços mineiros bem como de algumas ruínas, nomeadamente na lavaria. Não convém também esquecer que este é um património único e que apesar de desprezado pelo Parque Nacional da Peneda-Geres, deve ser devidamente conservado e respeitado! Qualquer acto de vandalismo ou destruição do património deve ser comunicado ao PNPG ou à GNR.

Falemos então de como chegar às Minas dos Carris. Como é óbvio existem vários caminhos para chegar ali. Destes vou indicar três opções, sendo que duas delas percorrem em parte a zona de protecção total. O que é que isto implica? Implica que caso queiram percorrer estes caminhos terão de pedir uma autorização ao Parque Nacional da Peneda-Gerês. É claro que pedindo esta autorização e caso depois esta seja recusada, certamente estarão sujeitos à fiscalização tanto do PNPG como do SEPNA. Caso não peçam a autorização e não informem o PNPG, estão a jogar uma roleta russa...

O caminho mais curto para chegar às Minas dos Carris percorre o fabuloso Vale do Alto Homem, famoso no Verão pelo Rio Homem e pelas suas lagoas naturais. O caminho tem uma extensão de cerca de 9,5 km e vai subindo a montanha. O seu estado é muito mau devido à incompreensível falta de conservação por parte do PNPG que o levou a uma degradação extrema. No entanto, não deixa de ser o caminho mais curto, apesar de penoso. Este caminho percorre a zona de protecção total quase desde o seu início até à entrada na Corga da Carvoeirinha, já quase no final do percurso.

A segunda opção será tentar chegar às Minas dos Carris passando pelas galegas Minas das Sombras. Podem iniciar a caminhada na Ermida da Nª. Sra. do Xurés (Vilaméa) e seguir a Ruta das Sombras. Ao chegar às Minas das Sombras deve-se tomar um trilho de pé posto que se inicia junto do velho barracão dos mineiros e daí atingir a fronteira na Amoreira. Seguindo o trilho em direcção ao marco geodésico dos Carris, terão de percorrer cerca de mais 2 km para chegar às Minas dos Carris. Entre a Amoreira e o marco geodésico dos Carris, estarão a percorrer a zona de protecção total. Muito azar se algum guarda aparecer por aqui, mas nunca se sabe!...

A terceira opção será utilizando o trilho que se inicia em Chã de Suzana (Xertelo) e seguir em direcção ao Castanheiro onde se pode observar os restos de mineração das Minas do Castanheiro. Percorrendo sempre em trilho de pé posto, o caminho seguirá o bordo do Vale da Ribeira das Negras em direcção aos Currais das Negras e daqui subir ao paiol ou então seguir em direcção à Garganta das Negras até atingir a linha de fronteira e depois virar à esquerda, atingindo a represa dos Carris. Uma outra opção será atravessar a Ribeira das Negras e após passar no sopé da Matança, atingir a Lamalonga e daqui subir em direcção à lavaria. Este percurso nunca entra na zona de protecção total e como tal não é necessária qualquer autorização para grupos inferiores a 10 pessoas (pois percorre em parte a zona de protecção parcial Tipo I).

É óbvio que existem outras opções (por Pitões das Júnias, pelo Vale da Abelheira, pelo Lago Marinho,  por Sáa (Galiza) ou mesmo pela cumeada de fronteira na Encosta do Sol - Vale do Homem), mas estes serão os percursos mais interessantes.

Fotografia © Rui C. Barbosa (todos os direitos reservados)

Do Linhar ao Tear | Serões à Lareira - Tourém


Em 2017, no dia 6 de Maio, com a ajuda e sabedoria da Senhora Maria das Dores de Mourilhe e da Senhora Ana do Ourives de S. Ane, semeámos linhaça no Abrigo da Garrana. 

Dessa semente lançada na terra arrincámos o linho que ripámos, macerámos e secámos. 

A 30 de setembro iniciámos os tormentos do linho na Eira do Adro do Lugar da Vila de Cabril. Maçámos, espadelámos, assedámos e fizemos as nossas primeiras estrigas prontas para carregar as rocas. 

Assim chegámos aqui, aos serões à lareira. Mais um passo na recolha e aprendizagem deste Ciclo do Linho, Património imaterial da Cultura Tradicional de Barroso.


O primeiro serão foi realizado na Residencial Geriátrica de S. Vicente da Chã. A experiência funcionou melhor do que eu esperava. Os mestres aposentados usaram das suas memórias e lembraram os tempos áureos desta prática agrícola do concelho de Montalegre.

Era preciso continuar os serões nas aldeias. Assim fiz em Salto, em Fafião, em Montalegre, em Pitões das Júnias. O programa base que propus incluía a tertúlia, a fiação (se as mulheres se animassem) e uma merenda no fim. 

Os participantes foram acrescentando as quadras, os ditos, as cantigas e, em Pitões das Júnias fez-se roda e bailarico, com abraços e risadas.

No dia 14 de abril, em Tourém, no Pátio da Maria do Padre fecharemos o primeiro ciclo do Linhar ao Tear e contamos consigo neste encontro que desejamos que seja de recolha e partilha da Cultura Tradicional de Barroso.

Se tem fuso e roca traga, se tem guitarra e concertina, realejo ou pandeireta pois que venham também. Mas acima de tudo 

Traga as suas memórias e venha partilhá-las connosco.

P.S. Na arca guardámos a baganha e a semente que nos permitirá continuar já a 21 de abril um novo Ciclo do Linho. 

E assim, o linho volta a Barroso.

Previsão meteorológica para Nevosa / Carris (11 a 18 de Abril)


Até dia 14 de Abril a neve deve marcar a paisagem das Minas dos Carris, com a chuva a surgir nos dias seguintes e havendo uma subida de temperatura.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Paisagens da Peneda-Gerês (CCXXVIII) - Outono num dia de Inverno na Primavera


Restos do Outono num dia de Inverno na Primavera de 2018 viva em terras castrejas de Castro Laboreiro, Serra da Peneda. 

Fotografia © Rui C. Barbosa (todos os direitos reservados)

Previsão meteorológica para Nevosa / Carris (10 a 18 de Abril)


Salvo alguma surpresa, estas poderão ser as últimas neves da temporada nas Minas dos Carris.

domingo, 8 de abril de 2018

Paisagens da Peneda-Gerês (CCXXVII) - Paisagem Castreja (III)


O colosso granítico da Sr.a de Anamão marca a sua presença na paisagem de Castro Laboreiro.

Fotografia © Rui C. Barbosa (todos os direitos reservados)

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Descanso


Este blogue voltará ao activo a 8 de Abril.

Fotografia © Rui C. Barbosa (todos os direitos reservados)