sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Outros lugares de Carris (XXVI)

Carris, 7 de Outubro de 2007

Como que uma guarda contra uma força invencível, a força do tempo e do esquecimento...

Fotografia © Rui C. Barbosa

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Lírio, cor

Carris, 16 de Junho de 2007

Num dia de chuva e nevoeiro, por entre a névoa surgia um lírio...

© José Afonso Duarte

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Ponte sobre o Rio Homem

Ponte sobre o Rio Homem, 1949

Esta fotografia mostra uma pequena parte da antiga ponte sobre o Rio Homem junto ao início do caminho para as Minas dos Carris. Penso que a actual ponte terá sido construída em finais dos anos 60 e a ponte anterior era de madeira. Nesta fotografia é bem visível o muro que delimitava o início do caminho para as Minas dos Carris

© Artur Batista © (Não está permitida a reprodução desta fotografia)

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Altar de Cabrões e represa dos Carris

Carris, 28 de Fevereiro de 2006

O Altar de Cabrões e a represa dos Carris... onde começa o gelo? Será necessário acontecer outra tragédia?

Fotografia © Rui C. Barbosa

domingo, 14 de outubro de 2007

Águas Chocas e Chã das Abrótegas

Carris, 7 de Outubro de 2007

Quando pela primeira vez fiz a caminhada até às Minas dos Carris uma das curiosidades que mais me intrigavam eram as histórias das velhas pontes de madeira que tinham de ser atravessadas com muito cuidado. Este cuidado era necessário devido ao facto de a madeira ser já antiga e não poder resistir à nossa passagem. Uma queda no abismo era então imaginada.

Se a ponte no sopé do Cabeço do Madorno conseguiu impressionar devido à queda que aí existe, a passagem pela Ponte das Águas Chocas (primeira imagem) e pela Ponte das Abrótegas (imagem em cima) foi quase um anti clímax. Hoje a madeira está por debaixo do cimento e as velhas histórias das quedas nas pontes de madeira estão já esquecidas.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Notas históricas (X)

Carris, 21 de Setembro de 1955

A planta de exploração da concessão mineira da Corga da Lamalonga nas Minas dos Carris.

© (Não está permitida a reprodução deste documento); Edição: Rui C. Barbosa
Fotografia © Rui C. Barbosa

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Descendo a encosta da Lamalonga

Carris, 7 de Outubro de 2007

Passando pela lavaria das Minas dos Carris começamos a descer a encosta da Corga da Lamalonga em direcção à grande escombreira das minas. Estas imagens mostram algumas áreas que se podem observar durante a descida. Na descida é curiosa a existência de dois muros que em tempos poderiam ter sido paredes de pequenas represas agora destruídas.

De notar que esta encosta constituía uma das concessões mineiras na zona dos Carris. É possível, tal como existem indicações gráficas em mapas da zona, que tivessem sido levadas acabo algumas sondagens mineiras em diversos pontos desta encosta, no entanto não se encontram quaisquer vestígios destas sondagens ou de exploração mineira na área.
Fotografias © Rui C. Barbosa

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Um minuto da caminhada até aos Carris...

Carris, 7 de Outubro de 2007

A caminhada até às Minas dos Carris percorrendo o Vale do Alto Homem pode demorar 2h 30m por um caminha hárduo e por vezes difícil. Ficam aqui 60 segundos dessa caminhada...




Vídeo © Rui C. Barbosa

Outras perspectivas dos Carris

Carris, 7 de Outubro de 2007

Outras perspectivas das Minas dos Carris...
Fotografias © Rui C. Barbosa

terça-feira, 9 de outubro de 2007

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Chegada ao Modorno

Carris, 7 de Outubro de 2007

A chegada ao sopé do Cabeço do Modorno indica aproximadamente metade da caminhada até às Minas dos Carris. Daqui a paisagem é soberda e a fotografia da praxe tira-se um pouco mais à frente...



Vídeo © Rui C. Barbosa

Salto do Lobo (II)

Carris, 7 de Outubro de 2007

A minha mais recente ida aos Carris foi com o objectivo de percorrer o interior e fotografar o Salto do Lobo, local onde terão sido levadas a cabo as primeiras explorações de volfrâmio naquela zona.

Porém, ao me aproximar da área rapidamente constatei que tentar entrar e passar pelo Salto do Lobo seria uma tarefa muito complicada. Comparando a zona com fotografias de 1941, facilmente se vê que 66 anos passados o coberto vegetal é de forma tão denso que talvez seja mesmo impossível passar por lá (ou pelo menos da forma como eu tentei). As fotografias mostram o Salto do Lobo em 1941 e em 2007. Como podem observar a diferença na vegetação é notória.

O Salto do Lobo é percorrido por um pequeno riacho que tem a sua origem na represa das Minas dos Carris e numa turfeira junto da entrada do complexo mineiro. As suas águas acabam por se juntar mais tarde ao ribeiro que percorre a Corga de Lamalonga já depois de passar pelo Salto do Lobo.

© (Não está permitida a reprodução deste documento); Edição: Rui C. Barbosa
Fotografias © Rui C. Barbosa

domingo, 7 de outubro de 2007

111!

Carris, 7 de Outubro de 2007

Algumas imagens... amanha haverá mais...
Fotografias © Rui C. Barbosa

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Casa de habitação para o pessoal superior da mina

Carris, 22 de Abril de 2007

Já aqui vos falei por várias vezes sobre um dos edifícios mais característicos existentes nas Minas dos Carris. Este edifício, que é um dos mais pequenos ali existentes, constituiu em tempos uma cozinha que ser via um outro edifício que se erguia ao seu lado. Deste edifício somente existe hoje a fundação sobre a qual assentava.

Este edifício era a casa de habitação para o pessoal superior da mina. Constava de oito habitações de dois corpos de edifícios distintos, conforme se pode constatar na imagem em cima. O edifício mais pequeno era destinado somente à cozinha (nada de capelas ou afins!!!) e dispensa e o outro edifício era utilizado para habitação contendo uma sala de jantar, sete quartos e casa de banho com retrete (!). A ligação entre os dois edifícios era feita por uma passarela.
O edifício utilizado para cozinha era constituído por alvenaria ordinária e o seu telhado era de duas águas com cobertura a lusalite. A habitação propriamente dita era composta de alvenaria somente até ao nível do pavimento, sendo as paredes acima deste nível constituídos por uma armação em madeira com revestimento exterior de lusalite e interior de madeira. A cobertura era de duas águas e fabricada em lusalite.

© (Não está permitida a reprodução deste documento); Edição: Rui C. Barbosa
Fotografia © Rui C. Barbosa