domingo, 9 de abril de 2023

Serra do Gerês - Entre o Campo do Gerês e o alto da Picota

 


Pequena caminhada matinal que nos proporciona vastos horizontes por entre a Serra do Gerês e a Serra Amarela, a subida à Picota é uma experiência para todos os sentidos.

Com os seus 824 metros de altitude, a Picota é um alto situado perto do Campo do Gerês, Serra do Gerês. Situado fora dos limites do Parque Nacional da Peneda-Gerês, a partir de lá tem-se uma vista privilegiada sobre a aldeia que se abriga a partir do Assento, agachada na vertente das encostas que descem do Pinhote. Por outro lado, a imensidão da albufeira da Barragem de Vilarinho das Furnas torna-se num desenho pintado a azul por entre a rudeza das serras. A albufeira está ali, aos nossos pés, sofrendo o castigo de inundar Vilarinho da Furna e agora jaz, a albufeira, aprisionada entre as vertentes da Amarela e do Gerês.~


O caminho inicia-se no Cimo da Portela, Campo do Gerês, e toma um carreiro florestal que atravessa um bosque. Após algumas centenas de metros, a vegetação mais alta desaparece e entramos nas encostas mais íngremes e pedregosas do Vale Tejo através dos velhos carreiros do pastoreio. A trepada à Picota desafia os sentidos quando se caminha pelo estreito carreiro escondido por entre as pequenas fragas graníticas. O caminho leva-nos perto do muro que divide as freguesias de Campo do Gerês e Covide, virando a Nascente já quase no final da subida.

Ao longo da trepada, onde todo o cuidado é pouco devido à natureza da rocha e à inclinação, as vistas sobre o Vale do Rio Homem, a Serra Amarela e a albufeira da Barragem de Vilarinho das Furnas, são soberbas! No alto o cenário alarga-se para as vertentes da Serra do Gerês e para a Veiga de S. João aos pés do Campo do Gerês, para onde se vai descer passando por Cobras Sombras.










Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sábado, 8 de abril de 2023

Trilhos seculares - A longa Escaleira

 


Esta é a adaptação de um texto que já foi anteriormente publicado aqui neste blogue, mas adaptado a este magnífico dia de caminhada entre Cabril e o Lago Marinho, subindo a longa Escaleira.

Desta vez a subida foi na companhia de diversas pessoas que sentem a montanha de forma distinta. É sempre bom partilhar emoções e sensações através dos carreiros seculares que aos poucos (ainda) vou desbravando pela Serra do Gerês. Vemos e (acima de tudo) sentimos a montanha de maneira distinta e esta troca de visões e emoções faz-nos crescer.

O desafio da Escaleira está sempre lá, a olhar para nós todas as vezes que passamos Cabril a caminho das terras altas de Xertelo ou para rumarmos a paragens cada vez mais embrenhadas em Trás-os-Montes. A parede não é inexpugnável, mas aquelas vertentes quase a prumo escondem os velhos carreiros seculares que os pastores, carvoeiros, contrabandistas e apanhistas das terras de Cabril desbravaram por entre as dobras do granito, aproveitando os patamares que a orografia lhes foi concedendo.


Com o passar dos anos, estes trilhos vão-se enchendo de vegetação e esquecimento que esconde a história daquelas gentes que foram fazendo as tréguas possíveis com a serra que os mira de forma silenciosa. É como um Adamastor adormecido que ali se ergue, imponente, rude e sem misericórdia para quem o desafia, pensando que - mesmo que o suba - o terá vencido. Não, a montanha apenas teve compaixão por quem a venera e respeita.

É assim a subida da Escaleira iniciando no lugar de Cabril; algo que se deve fazer com respeito e em profunda veneração pela sua imponência que se agiganta a cada vislumbre das paredes alcantiladas da Surreira do Meio-Dia.

Iniciando o dia em Cabril, continuamos por Cavalos para o Rio Cabril, passando por Porto de Chãos, Chão e atravessamos o rio no Pontelhão. Daqui, seguimos para o Carvalhal onde se toma um carreiro que lentamente nos vai levar a ganhar altitude até chegar à Laje da Ponte, empinando serra acima até chegar ao Vale da Escaleira, seguindo pelas Lajes da Escaleira para a Chã da Escaleira e Chã das Edras, passando nos Picotos para o Vale Pedra Cavalos. Toda esta subida deve ser feita com cuidado e apreciando a paisagem que se afunda atrás de nós. O vislumbre das paredes da Surreira do Meio-Dia merece paragens contemplativas e o mesmo se deve fazer para o Vale do Rio Cabril, no qual os pequenos lugares e a paisagem humana se vai desenhando com menos detalhe à medida que ganhamos altitude. As paisagens são únicas e deslumbrantes, e mesmo o Fojo de Xertelo nos vai parecer como que apenas um estranho e alienígena desenho na vertente da montanha.

O carreiro pelo Vale Pedra Cavalos vai-nos levar a cruzar o estradão da EDP (que termina no Porto da Laje), descendo depois ligeiramente para os Currais de Virtelo. O carreiro vai sendo assinalado pelas altas mariolas que eventualmente nos levam até ao Lago Marinho.



Segundo Carlos M. Ribeiro (que o refere como 'Lagoa do Marinho'), o Lago Marinho está "(...) situada no sector sudeste da Serra do Gerês, dentro da bacia de drenagem do ribeiro do Couce (afluente do rio Cabril), a Lagoa do Marinho é uma área endorreica - o escoamento das águas faz-se através de uma depressão interior, sem saída para o mar. 

Parte da sua área envolvente está ocupada por uma moreia terminal em forma de arco. Para os menos conhecedores da matéria, as moreias são um amontoado de sedimentos com diversas dimensões, que foram transportados e acumulados pelo glaciar à frente e aos lados da língua glaciar, até quando e onde este se fundiu. Quando observadas ao pormenor, permitem a reconstituição do movimento glaciar, e são um indicador fundamental dos limites de máxima extensão da glaciação. Significa isto que, o limite de um dos glaciares que ocupou a Serra do Gerês, foi a Lagoa do Marinho. 

Com uma orientação nne-ssw, esta é ocupada por uma turfeira com cerca de 100 metros de comprimento por 50 metros de largura. A título de curiosidade, as turfeiras são habitats naturais de elevado valor biológico que ocorrem em biótopos permanentemente encharcados. São consideradas um dos maiores reservatórios de carbono do planeta, e a acumulação do CO2 é vista como uma das alternativas para atenuar o aquecimento global - na sua maioria são atapetadas por musgos (género Sphagnum), onde coexistem também bolas de algodão (Eriophorum Angustifoliumas), Urzes (Calluna Vulgaris), Tojos (Ulex Minor) e plantas insectívoras como a Orvalhinha (Drosera Rotundifolia). 

Topograficamente, esta lagoa posiciona-se dentro de uma área de relevo aplanado sobre um substracto granítico a cerca de 1200 metros de altitude. A esta altitude, ainda que relativamente baixa, e na presença de uma maior concentração de raios ultra-violetas e de uma menor poluição atmosférica, o azul do céu já é dominante (...)."

Após uma visita ao Lago Marinho, descemos então para o Abrigo de Lagoa, local de uma paragem para o almoço e merecido descanso após tremenda trepada desde Cabril. O silêncio profundo da montanha envolve o visitante que se deixa embalar pelo ocasional soprar do vento e por um estranho calor de Inverno que nos aquece a pele ainda com a memória das primeiras horas gélidas da manhã em terras de Cabril.

Eventualmente, é então hora de encetar o regresso, seguindo em direcção a Lagoa e tomando o estradão no sentido descendente. Nas proximidades da Roca Alta, seguimos então por um velho carreiro que nos levou a passar por Lajes de Lagoa, seguindo então pelo Couçadoiro, Teixinhal, Curral do Carvalho, Penedo do Encosto e Porto Tapado. Caminha-se por pequenos vales e corgas que impedem o correr do vento e consequentemente da brisa fresca de uma tarde de Inverno, aumentando a sensação de calor fazendo despir os corpos. Chegando a Porta Fernandes, temos já o vislumbre de Taboucinhas.

Taboucinhas guarda a história do "Ti" Secundino. Na verdade, ninguém sabe dizer de onde veio o "Ti" Secundino, apesar de ainda existir muita gente que o conheceu. Dizem que apareceu em Cabril com uma filha, pois antigamente aparecia assim muita gente que ficava a dormir nos palheiros. Havia muitos pobres, muita gente a fazer esse modo de vida. Ninguém sabia qual era a terra dele, alguns dizem ser de Cabeceiras, outros de Fafe e ainda aqueles que afirmam ser de Celorico. Veio para Cabril como resineiro e acabou por ficar, fixando residência no lugar de Cavalos, no sítio da Balteira e por lá ficou, até que teve a possibilidade de comprar uma parcela de terreno a comissão fabriqueira de Cabril. Porém, o pedaço de terreno era muito longe das aldeias, demasiado longe, e estava localizado em Taboucinhas, mesmo no começo da serra. Isso não o desanimou o "Ti" Secundino, que murou o pedaço de terreno, cavou, lavrou, procurou água, fez duas poças, construiu casa.

O homem passou a morar em Taboucinhas, cultivava batatas e milho na sua época, couves, vinho, tinha árvores de fruto, chegou a criar porcos e galinhas. Apesar de ter a residência na aldeia de Cavalos, o "Ti" Secundino e o seu burro, só desciam quando as condições eram muito adversas.

Com a morte do "Ti" Secundino, tudo em Taboucinhas e na sua "mini" branda morreu. A casa acabou por arder, restam as paredes. As cerejeiras caíram, as vides morreram, as couves e as batatas deram lugar a silvas, tojos e fetos, sinais do tempo...

Após um curto descanso em Taboucinhas, inicia-se a jornada final até Cabril, descendo pela Corga do Gavião, Gavião, Cavada, Queixadoiros, Buracos e Azerim, através de uma refrescante sombra proporcionada pelo arvoredo que nos fez ter uma trégua do Sol. Descíamos então pela Encosta do Carvão para o Carvalhal - por onde havíamos passado de manhã - e enveredamos por São Ane, atravessando o Rio Cabril e finalmente chegando ao nosso ponto de partida depois de uma jornada de 16,9 km com 941 metros D+.

Ficam algumas fotografias do dia... 






Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

"O único destino de montanha do país..."

 


Vale tudo para atrair o turismo ou este é apenas uma demonstração da ignorância sobre a geografia de Portugal?

Ver aqui ao minuto 00:15.

Onde fica o Pico, o ponto mais alto de Portugal? Onde ficam as Serras da Peneda, do Soajo, Amarela e Gerês, que compõem o único Parque Nacional de Portugal? Ficará Montesinho em Espanha? E o Alvão e o Marão, são na Grécia? Portugal continental é uma extensa planície com um furúnculo no meio?

Compreende-se que os ensinamentos possam ter sido do tempo do Estado Novo onde nos diziam que só tínhamos uma montanha, uma só praia (nos Algarves), uma só música (o deprimente fado) e que tudo o resto era uma paisagem que pouco interessava, para além de Lisboa, mas referir que a Serra da Estrela é "o único destino de montanha do país..." revela uma ignorância que grassa numa certa massa empresarial do país.

Felizmente o país mudou, pena que a mentalidade e o conhecimento de alguns empresários não tenha acompanhado a evolução dos dias.

Porém, isto pode ainda ser um sintoma de algo mais grave: que o turismo de Portugal e de muitas zonas do país continua a ser medíocre, agarrado a velhos paradigmas, costumes e hábitos difíceis de eliminar... que o devem ser, de vez!

Fotografia © RTP (Todos os direitos reservados)

Paisagens da Peneda-Gerês (MDLXII) - A Roca das Pias e o Quinão do Meio

 


Ao contrário do que os velhos paradigmas do Estado Novo e a ignorância de empresários e responsáveis pelo turismo do centro ainda querem fazer querer, Portugal é um país com várias montanhas e na Serra do Gerês elas adquirem uma personalidade e mistério que falta àquela que ainda insistem em referir como única montanha nacional.

A paisagem da Roca das Pias e do Quinão do Meio não passa despercebida a quem percorre as distâncias que bordejam a mais bela serra do país.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sexta-feira, 7 de abril de 2023

Paisagens da Peneda-Gerês (MDLXI) - A Escaleira e a Surreira do Meio-Dia

 


Nas magníficas paisagens da Serra do Gerês, os altos alcantilados da Surreira do Meio-Dia espreitam sobre a paisagem das encostas da íngreme Escaleira. 

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quinta-feira, 6 de abril de 2023

Paisagens da Peneda-Gerês (MDLX) - O abrigo pastoril do Curral das Cortes

 


O velho abrigo pastoril do Curral das Cortes, memória dos dias das vezeiras na Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quarta-feira, 5 de abril de 2023

Paisagens da Peneda-Gerês (MDLIX) - O carvalho de Viseu

 


O magnífico carvalho na Chã de Viseu, Serra do Gerês, com a sua nova folhagem de Primavera.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

terça-feira, 4 de abril de 2023

Arranjo da Parede das Mestras

 


Os Baldios de Cabril e Pincães vão proceder ao arranjo da Parede das Mestras numa acção para a qual todos estão convidados.

A inscrição deve ser feita até ao dia 6 de Abril através do correio eletrónico baldiosdecabril@gmail.com.

segunda-feira, 3 de abril de 2023

Paisagens da Peneda-Gerês (MDLVIII) - A ruína do 'Ti Secundino'

 


A ruína da casa do 'Ti Secundino' em Taboucinhas, permanece como uma memória silenciosa da ocupação dos diversos espaços da Serra do Gerês.

Segundo o relato de Ulisses Pereira, ninguém sabe dizer de onde veio o 'Ti Secundino', "...apesar de ainda existir muita gente que o conheceu. Dizem que apareceu em Cabril com uma filha, pois antigamente aparecia assim muita gente que ficava a dormir nos palheiros. Havia muitos pobres, muita gente a fazer esse modo de vida. Ninguém sabia qual era a terra dele, alguns dizem ser de Cabeceiras, outros de Fafe e ainda aqueles que afirmam ser de Celorico. Veio para Cabril como resineiro e acabou por ficar, fixando residência no lugar de Cavalos, no sítio da Balteira e por lá ficou, até que teve a possibilidade de comprar uma parcela de terreno a comissão fabriqueira de Cabril. Porém, o que o pedaço de terreno era muito longe das aldeias, demasiado longe, e estava localizado em Taboucinhas, mesmo no começo da serra. Isso não o desanimou o "Ti" Secundino, que murou o pedaço de terreno, cavou, lavrou, procurou água, fez duas poças, construiu casa.

O homem passou a morar em Taboucinhas, cultivava batatas e milho à época, couves, vinho, tinha árvores de fruto, chegou a criar porcos e galinhas. Apesar de ter a residência na aldeia de Cavalos, o "Ti" Secundino e o seu burro, só desciam quando as condições eram muito adversas.

Com a morte do "Ti" Secundino, tudo em Taboucinhas e na sua "mini" branda morreu. A casa acabou por arder, restam as paredes. As cerejeiras caíram, as vides morreram, as couves e as batatas deram lugar a silvas, tojos e fetos, sinais do tempo."

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

domingo, 2 de abril de 2023

Trilhos PNPG - Grande Rota da Peneda-Gerês (Etapa 19 - De Pitões das Júnias a Tourém)

 


Nas etapas da Grande Rota da Peneda-Gerês (GR50), a Etapa 19 foi uma das primeiras que percorri ainda o traçado não estava completamente marcado. Neste dia, decidi regressar às paisagens entre Pitões das Júnias e Tourém.

O texto a seguir é retirado da página da Grande Rota da Peneda-Gerês, e relata as Etapas 19. O texto é editado quando necessário.


A etapa desenvolve-se entre Pitões das Júnias e Tourém, percorrendo cerca de 12,5 km entre as duas aldeias do Barroso. É uma etapa internacional, uma vez que inclui um troço por território galego. Realiza-se inteiramente por carreiros, caminhos florestais e agrícolas, percorrendo as alturas do planalto. Não existem serviços de apoio entre as duas aldeias. Convém fazer um abastecimenmto adequado antes de iniciar a etapa cujo percurso integra troços muito expostos, sem cobertura florestal, em particular na parte espanhola.

Após visitar Pitões das Júnias, a partida faz-se no largo da antiga escola primária, passando depois o Largo do Eiró e seguindo pela Rua do Outeiro em direção a Norte. Após passar a Padaria de Pitões - não se esqueçam do abastecimento de bolas de Berlim da D. Gracinda (importante!), desviamos no primeiro caminho à esquerda e continuamos cerca de 1,8 km por um caminho florestal que atravessa uma zona de carvalhal. Quando alcançamos a estrada asfaltada, passamos a ponte de guardas metálicas e tomamos o caminho à direita, seguindo a Chã do Ribeiro de Valongo em direção à Portela de Pitões. Neste troço atravessamos um mosaico agroflorestal e zonas de matos, onde ocorrem também pequenas áreas higroturfosas (turfeiras), formando em conjunto um complexo de habitats muito rico em biodiversidade.


Na Portela de Pitões, onde o marco 67 assinala a fronteira entre Portugal e Espanha, temos oportunidade de apreciar o contraste entre os picos graníticos da serra do Gerês e o relevo suave do planalto da Mourela. Encontramos também uma anta, um monumento fúnebre do período do Neolítico, que evidencia a antiguidade da ocupação humana desta região.

Continua-se agora pelo troço espanhol da etapa, seguindo para Este pelo caminho florestal que nos encaminha até ao Alto do Pisco, onde a rota atinge o seu ponto mais alto (1284 m). Neste local encontra-se um albergue espanhol, infelizmente abandonado.


Seguimos pelo caminho florestal, de vista desafogada, desviando próximo do Alto do Padinho para entrar novamente em solo português, junto ao marco 78. Continuamos em caminho florestal em direção a Tourém e, pouco a pouco, começamos a ver a aldeia, cercada pelo extenso mosaico de campos, lameiros e bosques de carvalho.

A entrada em Tourém faz-se por um caminho agrícola, passando a calçada junto à Igreja de São Pedro. Depois do um primeiro núcleo de casas e do Forno Comunitário, seguimos por um caminho empedrado que atravessa parte da zona agrícola, passando em frente da antiga corte do boi povo, atualmente convertida em pólo do Ecomuseu de Barroso. Continuamos e rapidamente chegamos ao Largo do Outeiro, onde terminamos a caminhada. 

Em Tourém não se deixe de visitar a aldeia, percorrendo as suas ruas estreitas entre o casario de granito. A aldeia conta com algum comércio e serviços de apoio, nomeadamente alojamento turístico, café snack-bar e mercearia.
















Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Paisagens da Peneda-Gerês (MDLVII) - Forno do Povo de Tourém

 


Agora utilizado de forma ocasional, o Forno do Povo de Tourém é inteiramente construído inteiramente em pedra, sendo um dos elementos do património construído que melhor demonstra as antigas tradições e a forma de vida comunitária do povo do Barroso. 

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sábado, 1 de abril de 2023

Paisagens da Peneda-Gerês (MDLVI) - Alto do Padinho

 


Nos limites da nacionalidade e extrema de Tourém, o Alto do Padinho - Serra do Gerês - encontra-se ao lado do traçado da Grande Rota da Peneda-Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)