terça-feira, 17 de agosto de 2021

Caminhar pelos "Segredos da Albergaria"

 


Caminhar pelos "Segredos da Albergaria" é entronizar a Natureza e a História; saber mais sobre a presença dos romanos e as marcas que nos deixaram nos seus miliários e na Geira; é saber mais sobre as histórias do contrabando, dos guardas-fiscais e das ruínas das suas casas; é conhecer o que esconde o Curral de S. Miguel com a sua ermida; é saber das pontes que foram derrubadas para defender a nacionalidade; é saber que a Ponte de S. Miguel é agora de madeira e que os restos da de pedra estão li por perto; é saber o porquê do Homem se chamar "Homem"; é saber do abrigo de montanha na Albergaria e das tendas que se montavam ali por perto; é conhecer histórias de lobos e lobisomens; dos grandes carvalhos e do rio; é conhecer os viveiros e as velhas casas dos guardas; e as histórias de Palheiros e da sua bruxa, dos seus extremistas e do fogo... é saber história... é saber.

O resto é fogo-fátuo...










Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

"Luta “pró-Parque Nacional Soajo-Gerês” para “repor a verdade”"

 


Para ler no blogue Soajo em Notícia.

"Foi instalada na Avenida 25 de Abril, vila de Soajo, na semana passada, uma tarja com a inscrição “Pró-Parque Nacional Soajo-Gerês”, sob iniciativa do movimento “Soajeiros para as Restaurações das Verdades”, que pretende alterar o nome do Parque Nacional Peneda-Gerês, por uma questão de “justiça, história e de interesse municipal”."

Fotografia: Soajo em Notícia (Facebook)

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Trilho das Silhas dos Ursos (e visita a Gamil)

(Este texto é semelhante a outro publicado a 16 de Junho de 2021)

O Trilho das Silhas dos Ursos, que se inicia junto da antiga Casa Florestal de Junceda, é um percurso de pequena rota que tem como especial interesse o testemunho das silhas dos ursos que podem ser observadas, em especial a Silha da Fraga da Estrela que se localiza num extremo do trajecto.

Segundo a informação disponível no sítio do turismo da Câmara Municipal de Terras de Bouro, "o percurso (...) desenvolve-se sobre uma das vertentes do vale da falha do Rio Gerês. Tem por tema a apicultura e a arqueologia rural. O espaço territorial que o trilho percorre é constituído por encostas íngremes e cobertas de matos, linhas de água, pequenos bosques de carvalhos, vidoeiros e azevinhos e prados de altitude gerados por depósitos glaciares, fluviais e de vertente. Neste território é frequente a observação de animais silvestres, em especial aves, sendo a águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) a mais comum.

Destacam-se ao longo do percurso dois locais com Silhas. A primeira trata-se de um pequeno muro de pedras, construído no topo de um penedo, cujo interior mantinha os cortiços das abelhas fora do alcance dos ursos (séc. XV/XVI). Enquanto a segunda Silha apresenta-se na forma de um muro circular (séc. XVI/XVII).

No interior das Silhas, dispostos em pequenos socalcos, eram colocados os cortiços das abelhas, de forma circular, feitos em cortiça e cobertos por um pequeno telhado de colmo. A localização e orientação das Silhas é sempre em encostas abrigadas dos ventos e ensolaradas. São construídas perto da água e de vastas extensões de matos e plantas melíferas."

Pode-se prolongar o percurso um pouco para lá da Fonte de Gamil e visitar o Curral de Gamil com o seu forno pastoril escondido, mas em relativo bom estado.

Mais informação sobre este percurso pode ser vista aqui e o ficheiro gpx aqui.

Ficam algumas fotografias deste percurso...








Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Paisagens da Peneda-Gerês (MXIII) - A Nevosa e o paiol

 


A Nevosa com o seu ponto mais elevado que assinala o pináculo do Parque Nacional da Peneda-Gerês e as ruínas do paiol das Minas dos Carris, Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

domingo, 15 de agosto de 2021

Um incompreensível caos

 


Há um ano, quando alertei para o lixo e para a «qualidade» do turismo que se cultivava no PNPG e mais propriamente na Serra do Gerês, recebi ameaças e frases por parte de algumas pessoas que referiam que o seu negócio teria ficado afectado e que não teriam meios de como pagar aos seus empregados e dar de comer às suas famílias.

Um ano depois, nada mudou... bem pelo contrário! Estamos bem pior...

O turismo que se pratica no PNPG, ou pelo menos nos seus locais mais procurados e mais selvajamente divulgados, é de uma qualidade medíocre, sem condições a todos os níveis. O Parque Nacional pura e simplesmente não está preparado para receber um fluxo tão grande de visitantes e estes não estão preparados para visitar o Parque Nacional. As Caldas do Gerês não podem parecer as ruas de Albufeira no estio!

O lixo continua a pejar os recantos dos locais mais visitados e a desculpa de que este aumenta porque aumenta o número de visitantes já não serve de justificação para nada! Não, não tem de haver mais caixotes do lixo! Tratem da vossa porcaria! O mesmo acontece no que diz respeito ao número de ocorrências de acidentes. Já não se trata do "síndrome Decathlon", é o "síndrome da parvoíce e estupidez". Temos um trânsito desordenado, caótico e de um estacionamento selvagem e egoísta que nada respeita! Simplesmente, não é admissível que uma família leve as suas cadeiras de praia e a sua mesa para a zona na Fecha de Barjas onde ocorrem a maior parte dos acidentes! Não é admissível que o lixo continue a pejar e a ser a paisagem da Pedra Bela! E o mesmo acontece com os acessos ao Miradouro de Fafião e no Arado! Não é admissível que a Mata de Albergaria seja um caixote do lixo a céu aberto e que a Portela do Homem seja quase um esgoto! Não é admissível mergulhar na Caniçada e sair coberto de óleo!

Ou os agentes turísticos e o PNPG se juntam para encontrar verdadeiras soluções, ou corremos o risco de perder a oportunidade de elevar o nosso turismo a níveis de qualidade internacionais e de termos um verdadeiro equilíbrio entre aquilo que se pode fazer e o que se deve preservar! No fundo, corremos o risco de perder o PNPG!

O que assistimos nos nossos dias no nosso único Parque Nacional é um incompreensível caos; uma preservação de faz de conta; umas portagens que só servem para financiar o ICNF e nada controlam ou restringem; uns especialistas que apelam à tradição, mas que só pretendem dividir com guerrilhas de bairro; uma instituição estatal que não tem capacidade de resposta para as regras que impõe; uma população amordaçada e atada que vai (sobre)vivendo no seu território; e à emergência de grupelhos que (há semelhança de um conservadorismo bacocamente radical dos anos 70) quer destruir o PNPG com as suas ideias radicais de desertificação humana!

Ousemos!

Fotografias © Leitores devidamente identificados (Todos os direitos reservados)

Veracidade

 


A propósito de notícias vazias e cheias de nada...

Em 1882, em Lomba de Pau, se avistaria pela última vez a nossa subespécie de Capra Pyrenaica, a Lusitanica. É possível ainda a observar em dois museus, um deles em Coimbra, embalsamadas. A caça excessiva foi o motivo associado à sua extinção.

Em 1992, a subespécie Capra Pyrenaica Victoriae, foi reintroduzida na Galiza, cruzando a fronteira para o nosso país e repovoando o antigo território ocupado pelo Ibex português no Parque Nacional.

O Ibex dos Pirenéus, Capra Pyrenaica Pyrenaica, conhecido como o Burcado também foi extinto em 2000, no Parque Nacional de Ordessa, em 2009 a espécie passou a inextinta por um período de 7 minutos quando uma fêmea clonada nasceu viva, morrendo derivado de uma falha nos pulmões. 

Estas duas crias extremamente saudáveis foram fotografadas por nós durante o corrente ano na serra do Gerês, esta é a nossa Capra Pyrenaica Victoriae. Este actual Ibex Ibérico não é nativo do nosso país. O seu grupo de extração provem da Serra de Gredos

Texto e fotografia da página O Gerês. Reproduzido com autorização

Paisagens da Peneda-Gerês (MXII) - Minas dos Carris

 


Para muitos, o incompreensível misticismo das Minas dos Carris, Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sábado, 14 de agosto de 2021

Vandalismo impede as carrejadas

 


Depois de um ano de trabalho voluntário por parte da comunidade local de Cabril, em prol da conservação desta tradição secular, o impensável aconteceu na nossa comunidade.

Uma atitude cobarde pela calada da noite transformou em cinzas todo o esforço desenvolvido por todos os cabrilenses.

Esta atitude miserável está a ser investigada pelas entidades competentes.

Mas como o povo de Cabril não é de desistir e ganha força perante as fraquezas, as carrejadas irão se realizar numa data a definir e contamos com todos.


Texto e fotografias: Baldios de Cabril

Paisagens da Peneda-Gerês (MXI) - Alto de Portelos (Cabeço de Coriscadas)

 


O Alto de Portelos no Cabeço de Coriscadas, Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Trilhos seculares - Na Serra do Gerês: ao Poço Azul e Arrocela

 


Nos dias do estio, o Poço Azul é um dos locais mais procurados na Serra do Gerês. Isto acontece não porque existam muitas pessoas que procuram uma verdadeira conexão com a Natureza ou porque as actividades em (ou na) montanha lhes preenchem ou as conectem com algo que as complementam de uma forma especial ou única; acontece porque a divulgação massiva destes locais os tornou pontos facebookianios ou momentos instagramáveis. No fundo, o pináculo na futilidade efémera.

Nesta caminhada estarei estado (??) uns 20 minutos no local, não mais. A maralha que foi chegando tornou-o insuportável ao ponto de ser algo vulgar... instagramável.

Sim, procuro locais que me complementem no momento e me façam sentir que este momento é especial. O resto que por ali venha é fútil.

Neste dia pretendia percorrer o Vale do Rio Conho, passando pelo Poço Azul, e depois subir a Corga Giesteira, baixando depois para o Arado. Assim, comecei a caminhada cedo e após estacionar no espaço acima da Ponte do Arado, segui pela estrada florestal até à Tribela passando pelos Cabeços de João Serra, Malhadoura e Curral dos Portos. O caminho é fácil e muito usado por quem demanda o Poço Azul. Na Tribela, segue-se agora o traçado da GR50 Grande Rota da Peneda-Gerês, descendo para a Ponte de Servas e subindo de novo para a estrada florestal, onde se caminha por umas dezenas de metros até tomar um carreiro que nos leva vale adentro na direcção da Roca de Pias que fecha o vale ao fundo.

O caminho vai-se desenvolvendo pela encosta, ora subindo, ora descendo, vencendo pequenos declives, mas indubitavelmente aproximando-se do Rio Conho, atravessando-o já perto do Poço Azul. Na lagoa natural que se forma no declive do rio, refrescamos o corpo e acalmamos a alma de um calor que se sente por entre as sombras que vão compondo o cenário que temos vindo a percorrer. Após uma paragem, e enquanto o espaço está tranquilo, conseguimos sentir a força do rio que desvanece a cada dia de Verão que passa, e o sentir da montanha que nos rodeia. Com a chegada da maralha em magotes, é hora de partir.

Era então hora de regressar ao ponto de partida e prossegui atér ao fundo do vale. Aqui, em Entre Águas onde existe um velho abrigo pastoril erradamente designado como "Rio Conho", a opção seria subir a Corga Giesteira ou a Corga das Cerdeiras, com esta a afastar-me do meu destino... Subindo a Corga Giesteira, passei pela imensidão dos espaços serranos com os colossos que se avolumavam para os lados da Rocalva. A Roca de Pias ergue-se como um titã por entre os gigantes de granito que se encorporam na paisagem à medida que o Estreito se vai afundando. O mesmo acontece com o Caucão e com o vislumbre da Roca Negra e da Rocalva que espreita em bicos de pés por entre o cinzento da paisagem composta pelo verde da vegetação do Estio. No fundo das corgas estreitas os cursos de água vão lutando por resistir ao calor que, entretanto, aperta.

O ziguezague do carreiro leva-nos a passar pelos milenários teixos que veneramos como «seres» que sempre ali estiveram, e o colo ao qual chegamos - o no qual sopra uma divinal brisa - está ocupado pelo pachorrento gado que ali encontra alívio ao calor do meio-dia.

"À sombra da Arrocela" começa-se a descer para o abrigo de resiste no topo do vale em busca da Fonte da Meda de Arrocela que ajuda a aliviar o braseiro que se vai instalando. Seguindo pelo carreiro que bordeja o vale, vamos chegando a Coriscada e depois, passando no Sobreiral, descemos para os domínios da Malhadoura, tomando a estrada florestal que nos leva ao nosso ponto de partida.

Ficam algumas fotos do dia...













Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

"Dois feridos em quedas no Parque Nacional da Peneda Gerês"

 


"Aumento de visitantes no Parque tem feito crescer o número deste tipo de ocorrências", admitiu o Comandante dos Bombeiros de Salto.

Pensar que estão em Albufeira, diz muita gente...

Notícia para ler aqui.

Fotografia: BV Salto

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Paisagens da Peneda-Gerês (MX) - Poço da Ponte Feia

 


O Poço da Ponte Feia no Rio Homem (Mata de Albergaria), Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Caminhar na Mata de Albergaria

 


Ao contrário do que se pensa, a Mata de Albergaria não está integrada numa área de máxima protecção do Parque Nacional da Peneda-Gerês, mas não deixa de ser uma das áreas mais importantes do nosso único Parque Nacional.

A Mata de Albergaria é considerada como "...um bosque climácico dominado pelo carvalho-alvarinho, mas onde surge também o carvalho-negral bem como outras espécies características dos carvalhais galaico-portugueses que constituíam a vegetação primitiva da grande parte do noroeste português.

A sua importância é atestada pela classificação como reserva biogenética pelo Conselho da Europa em 1988. Embora existam outras manchas de carvalhal importantes no Parque Nacional da Peneda-Gerês" tais como em "Castro Laboreiro, Mata do Cabril, Beredo e rio Mau – a Mata de Albergaria distingue-se pela sua extensão e por ser única em Portugal, uma dos mais bem conservadas da Península Ibérica. Ocupa uma área de 1371,3 ha na serra do Gerês, ao longo do vale do rio Homem e dos seus tributários.

Para além da sua importância como valor natural, Albergaria tem grande beleza, produto de uma combinação quase perfeita do ambiente e cores de um carvalhal maduro, ora com os cenários únicos dos cursos de água de montanha ora com as águas calmas do rio Homem na albufeira de Vilarinho das Furnas. Completa este conjunto a via romana (Geira) que a atravessa no seu percurso entre as milhas XXXI (Bico da Geira) e XXXIV (Portela do Homem)."

Assim, caminhar na Mata de Albergaria é uma experiência para todos os sentidos e se esta for feita às primeiras horas do dia, seremos testemunhas de um mundo que desperta com o fugidio correr da corça, o grasnar dos pássaros e o leve cair das folhas das grandes árvores, à medida que vamos escutando o sussurrar do Rio Homem. A imaginação liberta-se e por entre o vislumbre de pequenas fadas e ligeiros duendes, divagamos sobre a passagem das grandes legiões de Roma ou sobre a vivência de outros tempos em remotas e recônditos bosques.

Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Caminhada nocturna

 


As amenas noites de Verão são perfeitas para pequenas caminhadas nocturnas que se iniciam com o lusco-fusco do pôr-do-Sol. Caminhando pelos carreiros perto da aldeia, numa iniciativa do Parque de Campismo de Cerdeira, vai-se bordejando a albufeira de Vilarinho das Furnas lá em baixo, à medida que o contraste das encostas da Serra Amarela vai desaparecendo e os contornos da montanha fundem-se com o céu que se vai escurecendo e ficando pontilhado de estrelas.

A Oeste, a Lua e Vénus fazem o seu namoro à medida que se afundam no horizonte e as constelações ganham forma e feitio no zénite. O azul do céu transmuta-se num negrume cada vez mais profundo por vazes traçado por uma fugaz Perseida que vai anunciando de forma petulante o espectáculo da noite seguinte.

Perscrutamos o céu em busca de tímidos satélites e contam-se histórias de estrelas e planetas, nebulosas e galáxias, do passado, do presente e do futuro. As horas passam pelo passeio pela Via Láctea e chega a hora do regresso, ficando as estrelas a guardar os nossos passos pela escuridão que agora tomou conta dos seculares caminhos da Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Grupo Montanhismo PNPG - Um reconhecimento merecido

 


Quando há já muitos meses o Ricardo Guimarães me propôs fazer parte do projecto "Grupo de Montanhismo PNPG" com a ideia de que "a partilha do conhecimento preserva a história do Parque Nacional da Peneda-Gerês," não fazia a ideia da imensidão do trabalho que o esperava.

Da minha parte foi com prazer que o fui ajudando e fornecendo as informações que ajudaram a criar a página do Grupo de Montanhismo PNPG que nunca foi atrás de «likes» nem nunca se travestiu de algo oficial para atrair mais «likes».

Assim, é com enorme prazer que vejo o hercúleo trabalho do Ricardo Guimarães ser reconhecido como uma ferramenta útil para todos os que visitam o Parque Nacional da Peneda-Gerês e para aqueles que em alguns momentos podem ser a diferença entre um final feliz ou não.

Não posso deixar de fazer eco das palavras do Ricardo Guimarães sobre este reconhecimento por parte do GNR UEPS - Unidade de Emergência de Proteção e Socorro:

"É com enorme orgulho que vemos que o nosso trabalho é reconhecido por quem é mais importante e zela pela nossa segurança.

Quando este projecto foi iniciado, o único objectivo era o de ser útil para ajudar o PNPG e quem o visita. 

Esta “parceria” e a partilha de dados com GNR UEPS - Unidade de Emergência de Proteção e Socorro vem assim ajudar ao levantamento da toponímia do PNPG, contribuindo para uma resposta mais célere e eficaz dos Militares do Posto de Busca e Resgate em Montanha do PNPG no socorro, em caso de acidente ou incidente no Parque.

Esta partilha de dados não ficará por aqui tal como os nossos projectos futuros, sendo que o objetivo, é sempre contribuir de forma voluntária para o melhoramento e proteção do nosso Parque Nacional.

Por fim, deixo o agradecimento ao Sargento Ajudante Miguel Caridade do "Posto de Busca e Resgate em Montanha do PNPG" por ter iniciado esta ponte entre a GNR UEPS e o  GM-PNPG."