sábado, 30 de agosto de 2008

O fim das concessões mineiras em Carris (V)

Carris, 6 de Julho de 1987

Num dia triste com a notícia da perpetuação da vergonha que se vive em Barrancos por estes dias, decidi não fazer mais uma subida às Minas dos Carris devido à constante ameaça de chuva e mau tempo. Fica assim adiada para uma próxima data...

Entretanto continuo com este série de entradas no blogue que estão relacionadas com o debate sobre o futuro das Minas dos Carris que teve lugar em 1986 e 1987. A 6 de Julho de 1987 a Secretaria de Estado da Industria e Energia (SEIE) envia um conjunto de informações a pareceres técnicos relativos às Minas dos Carris à Secretaria de Estado do Ambiente e Recursos Naturais (SEARN). Estes pareceres estão datados de 7, 20 e 21 de Maio de 1987.

Um dos pareceres enviados à SEARN refere que "A DGGM não deverá (...) entrar em acções que não respeitem os legítimos direitos e expectativas dos concessionários actuais. Neste sentido deverá apoiar as acções (...) com a perspectiva de que os custos que daí resultem para a Direcção do Parque Nacional da Peneda-Gerês são os necessários custos indirectos para a conservação e preservação daquele local".

Na informação que acompanha os pareceres enviados é referido que: "(...) considerando que a exploração mineira da área do Parque pode não significar forçosamente incompatibilidade com o seu equilíbrio ecológico e paisagístico, a posição assumida pela PNPG deverá ser apreciada tendo em atenção o (...) parecer da DSRP, independentemente do facto de as concessões poderem vir a passar para a titularidade do Estado, por via da caducidade das mesmas".

Fotografia: © Rui C. Barbosa

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

O fim das concessões mineiras em Carris (IV)

Carris, 23 de Janeiro de 1987

Depois da missiva enviada pelo Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) para a Direcção Geral de Geologia e Minas (DGGM) a propósito das diferentes concessões que constituíam as Minas dos Carris, esta elaborou uma comunicação ao Director de Serviços de Administração Industrial onde refuta alguns pontos que haviam sido referidos na carta do PNPG. Parecia assim que se entrava numa pequena disputa relacionada com o facto se me manter em aberto a possibilidade de as concessões não serem extintas e de no futuro poderem ser concessionadas novamente dependendo das condições internacionais dos mercados de volfrâmio, opinião esta totalmente em choque com os pontos de vista do PNPG.

A comunicação, assinada pelo Eng. Fernando Nascimento Fonseca, começa por referir que as conclusões e recomendações dadas pelo então Director do PNPG no documento denominado "Nota de Reunião", não poderiam ter sido feitas a partir das conclusões das 1ª Jornadas de Geologia Regional pois, segundo o autor da comunicação, depois de consultar com diversos oradores presentes nessas jornadas nenhum deles se recordava de ter focado a problemática das minas metálicas na área do parque nacional.

Por outro lado, desmonta a relação que havia sido estabelecida entre a abertura das minas e os interesses de alguns meios na abertura permanente da fronteira da Portela do Homem. o autor refere que o trânsito para uma mina de volfrâmio seria "...incomparavelmente menor do que o de qualquer estrada..." não sendo assim legítima a associação dos diferentes tipos de trânsito.

É também referido que devido às então condições de mercado do volfrâmio era impossível fazer uma previsão acerca da data em que seria possível recomeçar os trabalhos nas concessões em questão. Esta situação era agravada pelo facto de haver uma necessidade da criação de infra-estruturas devido ao estado de degradação ou à inexistência das mesmas no terreno. Curiosamente é também referido que as Minas dos Carris se encontram numa faixa já proveniente de Espanha a partir das Minas das Sombras e que toda aquela região estava insuficientemente estudada (!).

Em conclusão é referido que apesar de as explorações no passado não revelarem jazigos com grandes reservas, a área referida tinha potencialidades e que merecia ser estudada. Por outro lado, refere que não deveriam ser tomadas medidas que de qualquer das formas impedissem opções futuras...

Fotografia: © Rui C. Barbosa

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Abrigos de Montanha

Carris, 26 de Abril de 2008

Entre os dias 25 e 27 de Abril de 2008 teve lugar a Iª Arqueoexpedição às Minas dos Carris. Um dos objectivos dessa expedição era o de catalogar e referênciar os muitos abrigos de montanha tradicionais que existem na zona dos Carris.

Nos trabalhos que foram levados a cabo, mas que ainda estão incompletos, foram referênciados 25 edifícios ou estruturas que serviam de abrigo entre o Salto do Lobo, a Corga da Carvoeirinha e a parte superior da Corga da Lamalonga. A distribuição dos abrigos encontra-se representada na seguinte fotografia obtida a partir do Google Earth e onde foram assinaladas as localizações dos mesmos:

Dos abrigos referênciados, 52,2% são do Tipo 1, isto é com a típica forma em igloo ou em abobada de uma só divisão que encontramos na Serra do Gerês e em outras montanhas nacionais; 39,1% são do Tipo 2, tendo uma forma hortogonal de uma só divisão; e 8,7% são do Tipo 3 com uma forma em igloo ou em abobada com duas divisões.

Na sua grande maioria, e como seria de esperar, estes abrigos encontram-se em estado de ruína avançada (79,2%) com 4,2% das estruturas num estado considetado degradado e 16,2% encontram-se relativamente conservados.

Relativamente aos materiais com que são construídos, 96,0% dos abrigos são construídos em pedra (graníto) o material por excelência, enquanto que 4,0% são construídos com outros materiais.
Num futuro próximo irei tentar terminar este trabalho pois penso ser um trabalho importante para a compreensão daquela zona da Serra do Gerês.

Fotografias: © Rui C. Barbosa

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

O fim das concessões mineiras em Carris (III)

Carris, 2 de Janeiro de 1987

No dia 2 de Dezembro de 1986 tem lugar na cidade do Porto uma reunião entre a Direcção Geral de Geologia e Minas (DGGM) e o então Director do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) para debater assuntos relacionados com as concessões mineiras localizadas na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês. Desta reunião foi emitido um parecer por parte do parque nacional que indica que as concessões mineiras que constituem as Minas dos Carris, a concessão do Borrageiro e a concessão de Lomba / Cadeiró "...estão localizadas em zonas de interesse ecológico..." e que "...seria de evitar o seu desenvolvimento futuro". Isto é referido na Informação n.º S-67 do PNPG de 16 de Dezembro de 1986 cuja cópia é enviada ao Secretário de Estado da Energia pela Secretaria de Estado do Ambiente e dos Recursos Naturais a 2 de Janeiro de 1986.

É de salientar que todas as concessões existentes (949 - Borrageiro, 2234 - Salto do Lobo, 2806 - Corga das Negras, 3120 Lamalonga 1, 2807 - Castanheiro e 3212 - Lomba / Cadeiró) se encontravam com a sua lavra ilegalmente suspensa. Porém, por esta altura havia já uma forte intenção de se reatar a exploração de volfrâmio nas Minas dos Carris (Salto do Lobo, Lamalonga 1 e Corga das Negras) e nas Minas do Borrageiro.
Juntamente com a Informação S-67 são enviadas cópias de dois documentos, sendo um de origem não identificada (mas provavelmente datado de 1978) e um outro que constitui uma nota de reunião proveniente da DGGM. O primeiro documento conclui que deverão ser feitos reforços "...no sentido da não entrada em laboração das minas dos Carris..." que "...só poderão resultar em benefício para o Parque Nacional da Peneda-Gerês". O documento proveniente da DGGM e elaborado pela Jurista Cristina Lourenço, faz um pequeno resumo dos pontos principais da reunião de teve lugar a 2 de Dezembro de 1986 e de seguida descreve o então estado das diferentes concessões mineiras incluídas na área do parque nacional (referindo também as concessões 2648 - Froufe e 3101 - Sobredo, já na altura abandonadas, e 2738 - Carvalhal, que seria alagada pela então futura barragem do Lindoso). O documento conclui com duas possíveis soluções para as concessões mineiras referidas: a) a possibilidade de se declarar a caducidade das concessões e o seu abandono no caso de não surgir um novo pedido de suspensão de lavra; b) a obtenção de um acordo entre o PNPG e as concessionárias no sentido de estas requererem o abandono das concessões.

Fotografias: © Rui C. Barbosa

terça-feira, 26 de agosto de 2008

O fim das concessões mineiras em Carris (II)

Carris, 29 de Outubro de 1986

O dia 29 de Outubro de 1986 deverá ter sido um dia solitário em Carris. Um local onde já dominavam as ruínas que conhecemos, a degradação ia-se instalando. Porém, as Minas dos Carris eram um tema sério nos corredores da decisão do Parque Nacional da Peneda-Gerês e os passos para o seu final (que há muito já chegara) iam sendo dados.

Em 1986 tiveram lugar as "1ªs Jornadas de Geologia Regional" das quais, segundo os técnicos do parque nacional, saiu uma conclusão importante: que a exploração das minas de volfrâmio dentro da área do Parque Nacional da Peneda-Gerês não deveria ser prosseguida, recomendando-se a compra pelo estado dessas concessões.

Nesta data o Parque Nacional da Peneda-Gerês informou o Presidente do então Serviço Nacional de Parques, Reservas e Conservação da Natureza (SNPRCN), que concordou com a conclusão e solicita um contacto com a Direcção Geral de Geologia e Minas para desencadear o processo final de extinção das concessões.

Não deixa de ser interessante que ao se propor a compra das concessões se especifique que o objectivo é o de evitar "...degradações futuras" das "...conhecidas minas dos Carris...". A Direcção Geral de Geologia e Minas (DGGM) é informada do despacho do Secretário de Estado do Ambiente e dos Recursos Naturais, Carlos Pimenta, a 5 de Novembro de 1986 e a reunião é agendada pela DGGM para as 15h30 do dia 27 de Novembro do mesmo ano. Em carta enviada SNPRCN a 18 de Novembro, é referido que a reunião servirá para "...abordar o assunto relativo às concessões mineiras situadas na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês...".

Fotografia: © Rui C. Barbosa

O fim das concessões mineiras em Carris (I)

Carris, 30 de Dezembro de 1986

Em certo dia tive a oportunidade de visitar a sede do Parque Nacional da Peneda-Gerês em Braga e após alguns minutos sai de lá com uma pergunta à qual aparentemente descobri a resposta escondida em vários documentos que marcam o fim das concessões mineiras em Carris.

Estranhava o facto de haver entre os funcionários do parque nacional uma opinião tão negativa acerca das Minas dos Carris! Na altura perguntava-me o porquê de tal acontecer? Após ler alguns documentos e pareceres datados de 1987, fico com a impressão que existe como que uma posição de arrogância de alguns funcionários mais antigos, uma arrogância que se ganha quando se tem uma vitória numa luta travada numa altura em que a preservação do ambiente não parecia aceitar limites. Isto não quer dizer que eu seja a favor de uma reabertura das minas, é óbvio que não (!) e deduzir isso destas palavras só vem confirmar a posição radicalmente endémica que assume. Infelizmente, na pressa de se impedir as concessões, o Parque Nacional não foi capaz de pensar em destino melhor a dar às estruturas que sobraram da exploração mineira e numa atitude a que já nos habituou, deixou que a degradação tomasse conta dos Carris. Como em tudo o que corre mal neste país, quem tomou uma decisão errada nunca será penalizado por isso...

Assim, para muitos nas secretarias do parque nacional, Carris é local proscrito... uma zona que deveria ser varrida do mapa (tal como tem vindo a ser) e que deveria ser deitada aos abismos do esquecimento... até que alguém se lembre de novo...

Este é então um debate que se iniciou em Dezembro de 1986 quando é solicitada ao então Secretário de Estado da Industria e Energia, a suspensão da lavra para 1987 tal como se pode ler no documento em cima reproduzido...

Fotografia: © Rui C. Barbosa

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

O volfrâmio da Cidadelha

Cidadelha, 25 de Agosto de 2008

No passado dia 20 de Agosto e antecipando a minha visita à concessão da Cidadelha na Serra do Gerês, fiz uma pequena introdução utilizando os parcos elementos históricos disponíveis pois mesmo os registos oficiais pouca ou nenhuma informação possuem.

Hoje finalmente decidi-me a visitar aquela concessão. Para ser franco não esperava nada de especial, talvez um ou outro local de sondagem que teria dificuldade em localizar, pois aparente a empresa Prominas, uma espécie de «sucessora» da Sociedade das Minas do Gerês, Lda., teria feito naquele local algumas prospecções para avaliar a viabilidade económica da concessão em finais dos anos 70 ou princípios dos anos 80.

A caminhada até Cidadelha não foi muito longa tendo início perto do Penedo Redondo e seguindo em direcção às Minas do Borrageiro. Aqui segui o trilho ali existente e que passa no sopé do promontório granítico não longe das referidas minas e ao lado do Borrageiro 2º (1274 metros). O trilho entra no Corgo das Mestras e passa pelo jovem Rio da Pigarreira, seguindo depois em direcção ao Corgo da Arrocela. Numa zona plana entre os dois corgos, o trilho pretendido flecte timidamente para o lado direito. Aqui, o caminhante mais distraído irá confundir com o trilho principal que segue em direcção aos Prados da Messe. Há então que ter cuidado e prestar atenção às velhas mariolas no lado direito do pequeno planalto e que nos levam até ao topo do Corgo de Arrocela. Ao entrar já na parte superior do corgo veremos ao fundo o Alto de Cidadelhe, tal como é designado na edição mais recente (trabalhos de campo de 1996) da Folha n.º 31 da Carta Militar de Portugal editada pelo Instituto Geográfico do Exército.

A partir de certo ponto o trilho acompanha o pequeno riacho até nos levar a dois paradisíacos prados. A partir daqui e em direcção à Cidadelha ter-se-á de percorrer em corta mato. Ao entrar no topo do Corgo de Arrocela e olhando em direcção à Cidadelha é logo visível uma escombreira, primeira sinal de que aquele lugar teria sido palco de muito mais do que apenas simples sondagens. Com a aproximação à zona tornou-se evidente a amplitude da exploração de volfrâmio que ali teve lugar. Estabelecendo uma comparação com a concessão do Castanheiro, Cidadelhe parece ter tido muito mais volfrâmio. São visíveis vários locais onde a direcção do filão é bem estabelecida e em algumas zonas a sua profundidade terá atingido os 2 metros. As escombreiras têm um tamanha razoável para uma concessão que aparentemente não teve viabilidade. De salientar que os éditos de concessão para a zona de Cidadelha foram pela primeira vez solicitados pela Sociedade Mineira dos Castelos, Limitada, a 22 de Julho de 1941 e foram atribuídos a 9 de Maio de 1947 (Processo 1:280-B e Registo n.º 19). Os registos históricos posteriores estão aparentemente perdidos mas é de supor que a concessão pudesse ter sido atribuída posteriormente à Sociedade das Minas dos Gerês, Limitada.
Cidadelhe constituiu assim uma verdadeira surpresa pois como referi não esperava encontrar sinais visíveis de qualquer actividade mineira na zona. Como nota interessante é de referir que no local podem ser observados os restos do que aparentemente são abrigos de montanha muito semelhantes aos que existiram em tempos no Salto do Lobo e na zona dos Carris e cuja catalogação será finalizada no dia 30 de Agosto.
E assim se encontra mais uma peça no puzzle da história mineira na Serra do Gerês...

Fotografias: © Rui C. Barbosa

Notas históricas (XL)

Carris, 5 de Julho de 1943

A 5 de Julho de 1943 a Sociedade Mineira dos Castelos, Lda. solicitava ao Ministro da Ecónomia que lhe fosse passado o alvará de concessão da mina Corga das Negras I.

Fotografia: © Rui C. Barbosa

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Limpar Carris? (VIII)

Carris, 10 de Agosto de 2008

Hoje foi enviada uma carta para a Direcção do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) dando conhecimento da intenção que existe em se proceder à limpeza da zona das Minas dos Carris.

Como os leitores deste blogue sabem a data escolhida para a acção de limpeza foi o dia 20 de Setembro. Assim, e por já nos encontrarmos a menos de um mês dessa data, penso que será a melhor altura para os diferentes grupos envolvidos e pessoas a nível individual decidirem da sua participação. Será necessário estabelecermos um limite de participantes para não tornarmos a acção de limpeza uma ofensa ímpar à área protegida.

Quem quiser pode divulgar a acção de limpeza pelos seus grupos mesmo ainda não havendo um conhecimento oficial por parte do PNPG (porém como este é um blogue em vigilância permanente, certamente que o PNPG saberá da nossa intenção...). Convinha que tivessemos uma noção acerca do número de pessoas disponíveis para a acção de limpeza. Quem quiser inscrever-se em nome individual pode enviar um email para o autor deste blogue, mas peço que só o faça se tiver a certeza absoluta que poderá participar na acção "Limpar Carris 2008".

Fotografia: © Rui C. Barbosa

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Cidadelha

Cidadelha, 28 de Outubro de 2007

Na Serra do Gerês foram várias as concessões mineiras atribuídas a quando da descoberta de volfrâmio na zona dos Carris, nomeadamente no Salto do Lobo. Na altura deu-se uma verdadeira corria às concessões e a zona da Cidadelha foi uma delas.

Situada no início da Corga da Arrocela, a Cidadelha é um pico que atinge os 1467 metros de altitude. Para lá da Torrinheira (1456 metros), encontra-se ao lado do trilho que liga os Prados da Messe e o maciço granítico do Borrageiro 1º, já muito proximo das Minas dos Borrageiro (ou Borrageiras como era designado a quando da sua exploração no início do século passado).

Apesar de se encontrar num local isolado, surgiram por vezes sugestões de que ali poderia haver algum tipo de construção antiga devido à designação do local.

Os éditos de concessão para a zona de Cidadelha foram pela primeira vez solicitados pela Sociedade Mineira dos Castelos, Limitada, a 22 de Julho de 1941 e foram atribuídos a 9 de Maio de 1947 (Processo 1:280-B e Registo n.º 19).

Mais recentemente, nos anos 70, foram feitas novas sondagens tendo em vista a criação de um complexo mineiro que iria abranger as Minas dos Carris, Cidadelha, Arrocela e as Minas do Borrageiro, com a criação de uma estrada a ligar estas zonas através da Serra do Gerês.

Fotografia: © Rui C. Barbosa

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Garranos em Carris (II)

Carris, 10 de Agosto de 2008

Uma série de fotografias obtidas na minha mais recente caminhada às Minas dos Carris. Uma manada de garranos com algumas crias, pastavam serenamente junto do edifício da antiga secretaria / cantina.

Fotografias: © Rui C. Barbosa