segunda-feira, 25 de junho de 2018

"Contra o fim do mundo"


Por sétimo ano nos dias 26 e 27 de maio tiveram lugar as Jornadas galego-portuguesas de Pitões das Júnias, organizadas pelo grupo de trabalho Desperta do teu sono, a Academia Galega da Língua Portuguesa e a Junta de freguesia de Pitões das Júnias.

Para ler aqui.

Fotografia: http://pgl.gal/author/Maria_Dovigo/


Paisagens da Peneda-Gerês (CCXLVIII) - Mata do Beredo


São de fantasia e sonho os carreiros na Mata do Beredo, Serra do Gerês, onde moram as fadas e duendes da nossa imaginação.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

domingo, 24 de junho de 2018

Recordando os topónimos Admeus e Adpropeixe


Há já muitos anos aqui e aqui, tentei saber algo mais sobre os topónimos Geresianos de Admeus e Adpropeixe.

Fica aqui uma tentativa de explicação destes nomes por parte de José Cunha-Oliveira no seu blogue  toponímia galego-portuguesa e brasileira:

Desafia-me Rui C. Barbosa para esclarecer a origem dos topónimos Admeus e Adpropeixe, em Vilar da Veiga, Terras de Bouro, região da serra do Gerês. conheço bem a região, mas não encontro caminho andado que me permita chegar seguramente ao significado dos referidos topónimos.


Posso tentar uma proposta de "decifração". admitamos que Admeus e Adpropeixe estão pela forma "A de Meus" e "A de Propeixe", formas vulgares na toponímia para designar "a [aldeia] de...". nesse caso, resta-nos "decifrar "Meus" e "Propeixe". Quanto a "Propeixe", parece admissível a evolução a partir de um antropónimo "Propitius" (Propício) na forma genitiva "propitii". referir-se-ia, assim, a uma aldeia, herdade ou território que teria pertencido a alguém com esse nome, "Propício". Teríamos de admitir, no entanto, um duplo genitivo, já que Propitii já quer dizer "[propriedade] de Propitius". mas isso é relativamente comum. significaria, simplesmente que a forma "Propeixe" estava já estabilizada quando lhe foi acrescentado o indicativo "a de".

Quanto a "Meus", a interpretação é mais difícil, podendo apenas admitir-se uma relação com a apicultura e a extração de "mel".

Que a significação destes lugares se relacione com propriedades rústico-agrícolas em tempos remotos não me parece nada de extraordinário, tanto mais que no século XIII era já essa a vocação atestada daquele território.

Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Trilhos seculares - A Costa de Istriz


Tirando proveito dos trabalhos de combate ás invasoras, percorri parte da Costa de Istriz, Serra do Gerês.

Este percurso oferece-nos uma interessante perspectiva do Vale do Rio Gerês a partir da Fonte do Escalheiro, percorrendo parte da Costa de Istriz e permitindo uma passagem muito perto do topo da Cascata de Leonte.

Devidamente interpretado e ligado com o Trilho da Silha dos Ursos, seria um percurso único na serrania Geresiana.









Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

261... De Pitões a Cabril pelas Minas dos Carris


Foi uma travessia entre Pitões das Júnias e Cabril com uma passagem pelas Minas dos Carris e seguindo por Cornos de Candela, Fornalhinhos, Curral das Lamas de Compadre, Currais das Negras, Curral das Abrótegas, Lamas de Homem, Couço, Lagoa e Taboucinhas.

Ficam algumas fotografias da jornada...


















































Fotografias © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)