quarta-feira, 31 de julho de 2019

Novo acidente na Serra do Gerês


Notícia pelo jornalista Nuno Cerqueira, Queda no rio Fafião faz um ferido no PNPG.

Uma mulher, com 30 anos de idade, ficou ferida, hoje ao final da manhã, no Parque Nacional da Peneda Gerês, após ter caído ao rio Fafião, junto a uma ponte que divide o concelho de Montalegre (Vila Real) de Terras de Bouro (Braga).

Fotografia: DR

terça-feira, 30 de julho de 2019

"CINEMA 9 ¾" em Pitões das Júnias


A Associação para o Desenvolvimento de Pitões (APDP) no âmbito do projecto ACNE_Reading and No-Formal Education, promove a iniciativa CINEMA 9 ¾.




sábado, 27 de julho de 2019

Paisagens da Peneda-Gerês (CCCXCII) - Abrigos serranos


A área envolvente ao marco geodésico dos Carris é abundante em abrigos toscos que não se destinavam à pastorícia, revelando assim outras actividades que decorreram em tempos idos naquela zona da Serra do Gerês tais como a carvoaria, a mineração ou o contrabando.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Relembrando o procedimento para solicitar autorização para actividades de visitação no PNPG


O pedido de autorização para a realização de actividades de visitação é uma decisão que deve caber a cada um de nós sabendo de antemão que deveremos percorrer nas nossas actividades a Zona de Protecção Total ou então que o grupo que integramos ultrapassa a dimensão definida no plano de ordenamento.

De sublinhar um aspecto importante: em caso de seguros, o não pedido de autorização pode ser um meio para que o seguro se descarte no caso da ocorrência de algum sinistro numa zona na qual essa autorização é necessária! A informação sobre estas zonas pode ser obtida aqui, consultando o Diário da República aqui ou telefonando (253 203 480) para o Parque Nacional da Peneda-Gerês.

O pedido de autorização deve ser feito por correio normal ou via correio electrónico para pnpg@icnf.pt. No pedido deverá conter as características da actividade que se pretende realizar: hora de início, hora prevista de fim, n.º de participantes e um ficheiro kml contendo o trajecto previsto do percurso, além do nome completo, contacto telefónico e morada para envio do original da autorização.

De sublinhar que em algumas situações, tais como na pernoita, o PNPG indica que a autorização também deverá ser dada pelo respectivo baldio da zona. 

O Plano de Ordenamento do Parque Nacional da Peneda-Gerês e as actividades de montanha

Para muitos são óbvias e em parte legítimas as interrogações sobre as actividades de montanha que podem ser realizadas no Parque Nacional da Peneda-Gerês à luz do seu Plano de Ordenamento. Este, no âmbito desta problemática, estabelece uma série de regras tendo por base as especificidades de cada zona de protecção.

Não pretendo aqui discutir estas especificidades e a forma como elas foram estabelecidas. Não faz parte do âmbito da minha formação e acredito que elas foram estabelecidas de forma a reflectir a importância de cada local em termos de preservação da sua fauna e flora, e da sua relação com o homem.

Também não pretendo aqui discutir a relação entre este plano de ordenamento e as populações locais. Vou-me concentrar na relação entre o plano de ordenamento (e por consequência o Parque Nacional) e os visitantes, nomeadamente aqueles que realizam actividades de visitação que são designadas por "caminhadas", "pedestrianismo", "travessias", "autonomias" (mesmo levando tudo de casa!), etc. (ficam de fora as actividades tais como a escalada, o canyonning, btt, etc.).

Ora, antes de analisar per si o que nos diz o plano de ordenamento em relação a este assunto (caminhadas, etc.), vamos definir uma linha de fundo no que diz respeito ao comportamento de muitos daqueles que caminham e fazem as suas actividades de visitação no Parque Nacional da Peneda-Gerês. De forma geral, este comportamento baseia-se numa violação (às vezes por dolo) de todas as regras estabelecidas, mas curiosamente o comportamento é totalmente diferente noutras áreas protegidas ou montanhas no estrangeiro. Este comportamento verifica-se em várias áreas da nossa vida. Quantos de nós não excedem de forma descarada a velocidade nas nossas auto-estradas e em Espanha, por exemplo, raramente ultrapassamos os 120 km/h? Quantos de nós não respeitam religiosamente os percursos nas áreas protegidas estrangeiras, mas caminhamos a corta-mato nas áreas protegidas nacionais? De forma geral, seguimos as regras «lá fora», mas «cá dentro» olhamos para o lado, fazemos ouvidos de mercador e ignoramos o que devemos fazer para cumprir regulamentos.

O que é o nosso Parque Nacional? Este foi criado a partir de uma série de ideias que surgiram nos anos 50 e 60 do século XX, sendo também visto como a contribuição portuguesa para o Ano Europeu da Conservação da Natureza. O nosso parque nacional foi inaugurado a 11 de Outubro de 1970 com a realização de uma sessão solene na Portela de Leonte onde nesse dia foi descerrada uma lápide que deveria perpetuar essa efeméride. Na altura foi dito que o parque deveria constituir "... uma escola e um símbolo, onde se aprenda, na contemplação das suas belezas, quanto respeito deve merecer a preservação dos recursos naturais, de transcendente significado para o futuro do homem e da própria civilização."

O Parque Nacional surge como o sucessor da presença dos Serviços Florestais naquelas serras e como tal sempre foi visto pelas populações como um elemento «repressor» do poder central. Assim, a relação entre o PNPG e as populações é uma história de uma relação e convivências difíceis. No entanto, convém sublinhar que foram estas estas populações que moldaram a montanha de forma a conseguir uma simbiose que transformou a Peneda-Gerês naquilo que é hoje.

O actual Plano de Ordenamento vem substituir um outro que em termos de actividades de visitação era muito mais restritivo do que o actual, havendo então áreas interditas nas quais era proibida a presença humana. O actual Plano de Ordenamento foi elaborado na premissa e na base de que toda a área do Parque Nacional deve ser visitável, pois de outra forma não faz qualquer sentido tendo em conta a ocupação que há milénios é feita do território e o objectivo do próprio Parque Nacional. No entanto, esta visitação deve ser alvo de regras que permitam uma gestão da protecção a que cada área esteja submetida. Definiram-se assim diferentes zonas de protecção que de uma forma geral definem áreas de prioritárias para a conservação da natureza e da biodiversidade. Estes níveis de protecção são definidos de acordo com a importância dos valores naturais presentes e de acordo com a sua sensibilidade ecológica.

Quais são estas zonas de protecção? O Plano de Ordenamento divide basicamente a área do parque nacional em duas áreas: a Área de Ambiente Natural e a Área de Ambiente Rural. Vamos esquecer esta última porque não nos interessa para o caso em questão e porque a gestão da problemática da visitação é muito mais simples. A Área de Ambiente Natural é por sua vez dividida em três zonas: a Zona de Protecção Total; a Zona de Protecção Parcial de Tipo I e a Zona de Protecção Parcial de Tipo II. Casa uma destas zonas tem as suas especificações.

A Zona de Protecção Total tem o estatuto de reserva integral e compreende os espaços onde predominam valores naturais físicos e biológicos cujo significado e importância do ponto de vista da conservação da natureza são excepcionalmente relevantes. Estas áreas correspondem a áreas de mais elevada proximidade a um estado de evolução natural e menos alteradas pela intervenção humana e englobam, essencialmente, bosques de carvalho e bosques de carvalho em associação com teixiais e azerais, teixiais, turfeiras e complexos geomorfológicos de relevante importância. Nas áreas de protecção total são prioritários os objectivos de manter os processos naturais num estado dinâmico e evolutivo, sem o desenvolvimento de actividades humanas regulares ou qualquer tipo de uso do solo, da água, do ar e dos recursos biológicos.

O Plano de Ordenamento do PNPG define que na Zona de Protecção Total é permitida a visitação pedestre nos trilhos existentes, estando esta sujeita a autorização por parte do ICNF, IP. A autorização é necessária tanto em termos de visitas individuais como em grupos, não podendo estes ser superiores a 10 pessoas.

A Zona de Protecção Parcial de Tipo I compreendem os espaços que contêm valores naturais significativos e de grande sensibilidade ecológica, nomeadamente valores florísticos, faunísticos, geomorfológicos e paisagísticos. Correspondem a áreas de elevada proximidade a um estado evolutivo natural e pouco alterado pela intervenção humana e englobam bosques de carvalho, bosques ripícolas, teixiais, azerais, turfeiras, complexos geomorfológicos de relevante importância e matos.

O Plano de Ordenamento do PNPG define que na Zona de Protecção Parcial de Tipo I é permitida a visitação pedestre nos trilhos existentes, estradas, caminhos existentes ou outros locais autorizados, estando esta sujeita a autorização por parte do ICNF, IP. quando realizadas ou organizadas por grupos superiores a 10 pessoas e não previstas em carta de desporto de natureza. Isto é, grupos inferiores a 10 pessoas não necessitam de autorização.

A Área de Protecção Parcial de Tipo II estabelece a ligação com as áreas de ambiente rural, constituindo um espaço indispensável à manutenção dos valores naturais e salvaguarda paisagística, correspondendo a áreas de média proximidade a um estado de evolução natural e enquadram bosques de carvalho, azerais, e medronhais arbóreos, teixiais, turfeiras e matos. 

O Plano de Ordenamento do PNPG define que na Zona de Protecção Parcial de Tipo II é permitida a visitação pedestre nos trilhos existentes, estradas, caminhos existentes ou outros locais autorizados, estando esta sujeita a autorização por parte do ICNF, IP. quando realizadas ou organizadas por grupos superiores a 15 pessoas, bem como nos termos da carta de desporto de natureza. Isto é, não é necessária autorização para grupos inferiores a 15 pessoas.

Resumindo, para caminhar na Zona de Protecção Total é necessária a autorização por parte do PNPG. De notar que o plano de ordenamento diz que qualquer actividade independente do número de pessoas, necessita de autorização! Isto é, mesmo uma só pessoa terá de solicitar essa autorização. As actividades de visitação na Zona de Protecção Parcial de Tipo I podem ser realizadas SEM autorização até um máximo de 10 pessoas. Isto é, para grupos superiores a 10 pessoas deve ser solicitada autorização ao PNPG. O mesmo acontece na Zona de Protecção Parcial de Tipo II, mas para um número inferior a 15 pessoas (grupos superiores a 15 pessoas devem pedir autorização ao PNPG).

Como é que nos posicionamos perante o que está referido no Plano de Ordenamento do PNPG? Como é feito o acesso a esta informação? A informação disponível está facilmente acessível? Os postos de turismo no território do PNPG saberão explicar todas estas características que envolvem a visitação no nosso único parque nacional? Temos o cuidado de nos informarmos sobre os termos da visitação ou preferimos fazer livremente o que quisermos? Sabemos que zonas estamos a percorrer e a importância dessas zonas na preservação do Parque Nacional?

De facto, são tudo questões pertinentes cujas respostas orbitam no âmbito da percepção pessoal daquilo que fazemos e da forma como o fazemos.

Pessoalmente, e nos termos com que o texto foi escrito, sempre achei que a melhor relação com o PNPG é uma relação na qual exista um bom entendimento entre ambas as partes e que ambas as partes consigam perceber as necessidades de cada uma delas. Nunca fui contra a actual ordenação do Parque Nacional em relação às actividades de montanha aqui descritas e penso que o Parque Nacional só terá a beneficiar com a presença preventiva do homem na montanha, devendo também uma postura de colaboração e aconselhamento a quem o visita. Isto, claro está, não limita de forma alguma a possibilidade de criticar o Parque Nacional em algumas das suas opções de gestão, como por vezes é o caso.

Em muitos aspectos, a opinião negativa sobre o Parque Nacional surge do desconhecimento e da falta de informação. Isto deve-se ao facto de que muitos não procuram o conhecimento e essa informação sobre o Parque Nacional, preferindo ter uma atitude quase de confronto e de ter uma postura com a qual se acham no direito tudo o que lhes apetece, mesmo sendo uma «agressão» ao próprio ambiente dentro da área protegida.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Paisagens da Peneda-Gerês (CCCXCI) - Marco triangulado da Carvoeirinha


À direita para quem faz a subida final para as Minas dos Carris através da Corga da Carvoeirinha, o marco triangulado da Carvoeirinha, Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Animal pré-histórico avistado na Serra do Gerês...


Um animal pré-histórico usualmente avistado na orla marítima, foi avistado na Serra do Gerês.

O avistamento foi registado junto da Cascata de S. Miguel, Rio Homem...

Fotografia © Paulo Figueiredo (Todos os direitos reservados)

terça-feira, 23 de julho de 2019

"Jovem de 18 anos morre após queda no Gerês"


Notícia do Jornal de Notícias pelo jornalista Joaquim Gomes para ler aqui.

Uma jovem de 18 anos morreu após uma queda, esta terça-feira, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, nas Sete Lagoas, freguesia de Cabril, em Montalegre.

Fotografia: JN

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Paisagens da Peneda-Gerês (CCCXC) - O elevador da Mina do Salto do Lobo


O velho elevador da Mina do Salto do Lobo, Minas dos Carris, Serra do Gerês.

Segundo Virgílio Murta, o poço mestre, obra de seu orgulho, foi “proposta, projectada e dirigida por mim e executada num tempo recorde, pois foi atacada simultaneamente em todos os pisos já existentes. Foi o primeiro poço em Portugal a usar máquinas do mesmo tipo dos elevadores de edifícios, e não guinchos, como é usual. A jaula que descia vazia servia de contra-peso da que subia carregada. A porta de aço com aspecto de cruzeta era aberta pela jaula que chegava e fechada quando descia, garantindo a segurança do pessoal.”  A jaula do elevador estava equipada com um sistema de amortecimento na parte superior constituído por uma série de molas. O funcionamento do elevador era exactamente como um elevador de edifício de apartamentos quando comandado do interior. Se fosse comandado das estações de carga e descarga, era o guincheiro do piso superior, após receber o respectivo sinal, dado por toques de martelo numa chapa, que dirigia a operação . Para isso havia um código de toques, por exemplo, um toque, sobe minério, dois toques sobem martelos, etc. Por serem mecânicos, eram muito seguros. Os códigos usados eram indicados por círculos brancos pintados sobre tábuas pretas ao lado dos manobradores e dos guincheiros e variavam de mina para mina. As comunicações entre pisos eram efectuadas através de um sistema de tubagens, o «telefone», no qual se falava e escutava através dos tubos.

Texto extraído do livro "Minas dos Carris - Histórias Mineiras na Serra do Gerês", Rui C. Barbosa - Dezembro de 2013 

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

domingo, 21 de julho de 2019

Sem comentários...


São imagens que não precisam de comentários... Em Cela Cavalos, Serra do Gerês.



Fotografias © Alice Mota (Todos os direitos reservados)

sábado, 20 de julho de 2019

Paisagens da Peneda-Gerês (CCCLXXXIX) - Lavaria Nova das Minas dos Carris


A Lavaria Nova das Minas dos Carris, Serra do Gerês, foi construída no princípio dos anos 50 do Século XX e veio substituir a Lavaria Velha que funcionou nos anos 40. 

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quinta-feira, 18 de julho de 2019

(E mais um) acidente no Gerês


Conforme noticia a edição online do jornal O Minho, (...) uma pessoa ficou hoje ferida depois de cair esta numa cascata no Gerês (...) um local “bastante sinuoso, de difícil acesso.”

O acidente ocorreu na Cascata da Rajada, Ermida, e a pessoa com ferimentos ligeiros foi assistida no local onde estiveram quatro viaturas de apoio médico com 12 operacionais entre bombeiros e elementos do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR, tendo recusado a posterior ida ao hospital.

Em menos de uma semana, esta é a terceira ocorrência do género na Serra do Gerês. Parafraseando uma hoteleira Gereseana, todos os lugares são perigosos quando não se tem cuidado, porém, a falta de cuidado torna-se endémica quando as pessoas se arriscam de qualquer maneira e não medem as consequências dos seus actos.

Fotografia: DR / Arquivo

Vídeo "Parque Nacional da Peneda-Gerês"


A zona da Mata da Albergaria e Vilarinho da Furna. Este vídeo resulta do trabalho de diversos alunos dos cursos Técnicos de Audiovisuais e Multimédia da EPATV - Escola Profissional Amar Terra Verde e foi apresentado no âmbito do Dia da Eco-Escola.

Vídeo: Escola Profissional Amar Terra Verde

A Serra do Gerês e o mistério da neve


Para os dias quentes de Verão, o mistério da neve na Serra do Gerês.

Paisagens da Peneda-Gerês (CCCLXXXVIII) - Marco geodésico do castelo de Castro Laboreiro


O marco geodésico do castelo de Castro Laboreiro, Serra da Peneda.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Paisagens da Peneda-Gerês (CCCLXXXVII) - Inverneira de Pontes


A inverneira de Pontes, Castro Laboreiro - Serra da Peneda.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

"Gritos na Penumbra" - Fotografia e prosa poética


"Gritos na Penumbra" é o segundo livro de fotografia e prosa poética do autor Rui C. Barbosa.

O livro encontra-se disponível em venda on-line aqui (em versão papel) e aqui (na versão ebook). O livro também pode ser adquirido através do facebook aqui.

Se desejarem comprar o livro autografado pelo autor devem enviar um email.

Em seguimento do seu primeiro livro, esta é a segunda incursão na prosa poética onde abundam os sentimentos gerados pelas paisagens de montanha, em em especial pelas paisagens da Serra do Gerês, e pela personalidade saudosista, além da irreverência do Amor.

O tema deambula entre as serranias Geresianas, a maior das paixões deste escritor, que já nos habituou imenso às suas palavras fortes que mais uma vez nos deixam a sonhar com noites nevadas, ventos frios à lareira, entre o crepitar do fogo e o uivar dos lobos.

Este é um livro de fotografia e textos de prosa poética inspirado nas serranias Geresianas, na saudade e no Amor.

domingo, 14 de julho de 2019

Novo acidente na Cascata de S. Miguel


O GIPS - Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro,e os Bombeiros de Terras de Bouro foram accionados para um novo resgate a 14 de Julho de 2019 na cascata de S. Miguel, Serra do Gerês.

Todo o cuidado é pouco. 


Fotografia: GIPS (via Facebook)

De novo, soma e segue - "Feriu-se nas cascatas do Gerês"


Por muitas vezes que se fale no assunto haverá sempre um soma e segue...

Notícia do jornal Sol pelo jornalista Joaquim Gomes para ler aqui.

Homem escorregou nas Cascatas da Portela do Homem e fraturou o braço esquerdo.

Fotografia: Joaquim Gomes

sábado, 13 de julho de 2019

Desleixo, imprudência e irresponsabilidade


Chega o Verão e logo chegam as notícias de pessoas que ora necessitam de ser resgatadas de percursos não complicados no nosso Parque Nacional, ora necessitam de ser socorridas devido a quedas em lagoas e cascatas.

Os acidentes a todos acontecem, desde o montanhista mais experiente até ao veraneante de ocasião movido pelas belas fotografias publicadas no Facebook ou Instagram. Mas o factor que diferencia estas duas personagens em potenciais cenários de perigo e risco, é mesmo saber fazer a gestão desse mesmo risco.

A fotografia que acompanha e ilustra este texto foi-me enviada com a descrição "o povo anda tolo pois eram às dezenas no Arado tudo de chinelos e também os artistas que querem ficar nas fotos de toda gente, e depois admiram-se dos tombos."

A realidade é esta por muitas notícias que surjam sobre os acidentes que inevitavelmente marcam a época no Parque Nacional. A imagem é o exemplo puro e duro do desleixo, de imprudência e da irresponsabilidade. Será que a culpa é do Parque Nacional? Será que são necessárias placas de aviso em todo o lado?

Enquanto que quem visita o PNPG não tiver a consciência, cuidado e acima de tudo respeito por si próprio, estas situações irão acontecer e mesmo haver a tendência de se repetir com mais frequência!

Fotografia © Paulo Figueiredo (Todos os direitos reservados)

sexta-feira, 12 de julho de 2019

"Inauguração da tela promocional do Parque Nacional da Peneda-Gerês no Aeroporto Sá Carneiro"



Uma nota da Câmara Municipal de Terras de Bouro para ler aqui.

No dia 12 de julho, autarcas, empresários turísticos de Terras de Bouro e a Associação Gerês Viver Turismo, deslocaram-se ao aeroporto Sá Carneiro, no Porto, para assistir e participar no evento de inauguração da tela promocional do Parque Nacional da Peneda-Gerês.


Fotografia: CM Terras de Bouro

Paisagens da Peneda-Gerês (CCCLXXXVI) - Forno pastoril de Gamil


O forno (ou abrigo) pastoril de Gamil, Serra do Gerês, é um excelente exemplo deste tipo de arquitectura rural ainda bem preservada.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Cinco pessoas resgatadas na Serra do Gerês


Notícia do Jornal de Notícias pela jornalista Emília Monteiro, Fadiga obrigou ao resgate de cinco pessoas no Gerês, e pelo jornalista Carlos Machado Silva (O Amarense), GIPS da GNR resgataram 5 pessoas no Gerês na última noite.

Uma família de cinco pessoas, com idades entre 10 e 53 anos, foi resgatada ao início da noite desta quarta-feira, por um helicóptero da Cabana do Cando, em Vilar da Veiga, na Serra do Gerês. Duas pessoas ficaram com ferimentos ligeiros.

Fotografia: Jornal de Notícias

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Identificação de dejectos


Várias representações de alguns tipos de dejectos que também podemos encontrar nas serranias do Parque Nacional da Peneda-Gerês e que pode ser muito útil na sua identificação durante as nossas jornadas.

Fotografias @ dasterraslusas

Gritos na Penumbra - Consummatum est


E o teu nome afunda-se nas areias do tempo
Morrendo lentamente dentro de mim
Sobram a poeira dos dias e as cinzas de um fogo fugaz

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

terça-feira, 9 de julho de 2019

"Peneda-Gerês: Há condições de segurança para os visitantes?"


Notícia do Diário de Notícias pelo jornalista Manuel Carlos Freire para ler aqui.

Falta de efetivos nos bombeiros de Terras de Bouro e presença de equipas de resgate da GNR levam PCP a pedir respostas ao Governo.

Fotografia © Miguel Pereira/Global Imagens

Vigilância e Prevenção de Incêndios no Parque Nacional Peneda-Gerês


Pelo 9.º ano consecutivo a AMO Portugal leva acabo a iniciativa de voluntariado de "Vigilância e Prevenção de Incêndios no Parque Nacional Peneda-Gerês".

É garantido alojamento nos parques de campismo parceiros mediante a disponibilidade dos mesmos, a cargo dos voluntários fica transporte, alimentação e tenda.

Pretendemos voluntários com robustez física para percorrer os trilhos do PNPG e assim conhecer melhor o nosso único parque nacional e contribuir para a protecção do seu património natural.

Mais informações aqui.

Fotografia: AMO Portugal

Gritos na Penumbra - O silêncio dos cantos escuros


Três lágrimas correram pelo meu rosto
Três rosas adornam o teu olhar
...e chega o pôr do Sol dos meus dias.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Um outro olhar (CVII)


O Marco Soares visitou as Minas dos Carris a 7 de Julho de 2019 e teve a amabilidade de me ceder estas fotografias.

Se visitar as Minas dos Carris, envie as suas fotografias para assim se constituir uma base cronológica das ruínas nos píncaros serranos do Gerês.




Fotografias © Marco Soares (Todos os direitos reservados)

"Melhorada sinalização nos Trilhos do Gerês"


Notícia pelo jornalista Joaquim Gomes para ler aqui.

A Câmara Municipal de Terras de Bouro tem vindo a intensificar a colocação de postes com placas de informação direcional dos percursos pedestres da Rede de Trilhos na Senda de Miguel Torga, constituído por percursos de Pequena Rota (PR)

Fotografia: Joaquim Gomes

Gritos na Penumbra - Há sempre algo de ti


Onde a noite é o nosso abrigo
Onde a saudade não existe
Há sempre algo de ti...

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

domingo, 7 de julho de 2019

Paisagens da Peneda-Gerês (CCCLXXXV) - Nevosa em contra-luz


O ponto mais alto da Serra do Gerês, o Pico da Nevosa, é aqui visto em contra-luz às primeiras horas da manhã.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

Gritos na Penumbra - Ali jaz o Amor


Ali jaz o Amor
Frio
Cadavérico
Exangue
...morreu de nada.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sábado, 6 de julho de 2019

"O difícil trabalho de restaurar a floresta e a autoridade do Estado na Peneda-Gerês"



Notícia do jornal Público pelo jornalista Abel Coentrão para ler aqui (em conteúdo exclusivo para assinantes).

Governo faz este sábado balanço, positivo, de projectos levados a cabo no parque nacional nos últimos anos. Fundador da associação Fapas elogia esforço, mas nota que é preciso muito mais.


Não sendo assinante do Público, fico curioso por saber que projectos são estes que o Governo diz ter levado a cabo no nosso único Parque Nacional.

A Zica apareceu...


A Zica apareceu depois de uns dias «perdida», se é que me entendem...

Gritos na Penumbra - Saudade tatuada a fogo


Tenho a saudade tatuada a fogo nas recordações do tom jade dos teus olhos.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Paisagens da Peneda-Gerês (CCCLXXXIV) - O silencioso Prado de Gamil


Plantado entre S. João do Campo e o Pé de Cabril, o Prado de Gamil é um oásis de silêncio na Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Paisagens da Peneda-Gerês (CCCLXXXIII) - Fonte de Junceda


A velha Fonte de Junceda, do tempo dos Serviços Florestais, não muito longe da Casa Florestal de Junceda, Serra do Gerês.

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)

"Gritos na Penumbra"


"Gritos na Penumbra" é o segundo livro de fotografia e prosa poética do autor Rui C. Barbosa.

O livro encontra-se disponível em venda on-line aqui (em versão papel) e aqui (na versão ebook). O livro também pode ser adquirido através do facebook aqui.

Se desejarem comprar o livro autografado pelo autor devem enviar um email.

Em seguimento do seu primeiro livro, esta é a segunda incursão na prosa poética onde abundam os sentimentos gerados pelas paisagens de montanha, em em especial pelas paisagens da Serra do Gerês, e pela personalidade saudosista, além da irreverência do Amor.

O tema deambula entre as serranias Geresianas, a maior das paixões deste escritor, que já nos habituou imenso às suas palavras fortes que mais uma vez nos deixam a sonhar com noites nevadas, ventos frios à lareira, entre o crepitar do fogo e o uivar dos lobos.

Este é um livro de fotografia e textos de prosa poética inspirado nas serranias Geresianas, na saudade e no Amor.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Gritos na Penumbra - Deixar de ser


Silêncio, paz... Eternidade
Solidão e a saudade
Deixar
de
ser...

Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)