O silêncio e a "Solidão" do Curral das Lamas de Bruites, Serra do Gerês, são os ecos do desaparecimento de Vilarinho da Furna.
O passado chama
A voz rouca ouve-se para lá das montanhas do pensamento
Repica no granito, moreno do Sol da juventude de outrota
Junto ao rio vejo a imagem de um povo que ali vivia e se alimentava das suas férteis águas
Quão longe vai esse mundo...
No peito guardo a imagems, como um pastor guarda o seu rebanho do mais temível lobo
A solidão
Sentado no banco da saudade, o pensamento vagueia pelo Outono da vida
Conto os dias que me restam
Esta terra já não e minha.
Fotografia © Rui C. Barbosa (Todos os direitos reservados)
Letra "Solidão" por Ricardo Brito

Sem comentários:
Enviar um comentário
Os comentários para o blogue Carris são moderados.