Boa noite. À distância, julgo que a pergunta, simples, que ficou sem resposta foi a se foram estudados itinerários alternativos para que a Volta 2026 pudesse "visitar" o PNPG sem passar pela Mata de Albergaria (ou por sectores ambientalmente equiparáveis...), uma das suas jóias mais valiosas e raras? Se a resposta for negativa, e parece que é mesmo, então "andou-se" mal, o Estado muito mal, acabámos colectivamente por permitir que interesses "paroquiais" se impusessem. Claro que com muito dinheiro à mistura e segundo uma visão nada sábia de qual o modelo de PNPG -- e da sua gestão -- que verdadeiramente interessa desenvolver.
Caro Pedro, a resposta a essa pergunta é simples: "não". Porquê? Porque a passagem na Mata de Albergaria foi anunciada pelas "paróquias" antes do pedido de autorização feito pela organização da Volta. Assim, podemos concluir que "tudo já estava decidido".
Boa noite.
ResponderEliminarÀ distância, julgo que a pergunta, simples, que ficou sem resposta foi a se foram estudados itinerários alternativos para que a Volta 2026 pudesse "visitar" o PNPG sem passar pela Mata de Albergaria (ou por sectores ambientalmente equiparáveis...), uma das suas jóias mais valiosas e raras? Se a resposta for negativa, e parece que é mesmo, então "andou-se" mal, o Estado muito mal, acabámos colectivamente por permitir que interesses "paroquiais" se impusessem. Claro que com muito dinheiro à mistura e segundo uma visão nada sábia de qual o modelo de PNPG -- e da sua gestão -- que verdadeiramente interessa desenvolver.
Caro Pedro, a resposta a essa pergunta é simples: "não". Porquê? Porque a passagem na Mata de Albergaria foi anunciada pelas "paróquias" antes do pedido de autorização feito pela organização da Volta. Assim, podemos concluir que "tudo já estava decidido".
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